Estudantes no litoral sul de Santa Catarina recebem oficina de cerâmica

“Gostei da atividade, porque eu me diverti muito fazendo o vaso com argila”.

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Foi com esse entusiasmo que uma estudante do 4º ano da Escola de Educação Básica Marechal Luz reagiu depois de produzir sua própria peça de argila durante a oficina ministrada pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia.

O projeto que envolve a delimitação e cercamento do sambaqui Ponta do Morro possibilitou que a ação fosse realizada no município de Jaguaruna em novembro de 2022.

A manhã de atividades foi ofertada aos estudantes do 3º e 4º ano do ensino fundamental I e, dentre as ações, a equipe apresentou as características da arqueologia regional, como os sambaquis, e a importância da valorização e preservação do patrimônio arqueológico. Foi falado, também, sobre a ocupação dos grupos humanos no litoral catarinense e das atividades/tecnologias que ali se desenvolveram, dentre elas, a produção cerâmica, sem deixar de enfocar o contexto arqueológico do sambaqui Ponta do Morro.
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Após a introdução, foi exibido um vídeo produzido pela Espaço Arqueologia sobre o passo a passo para a confecção do utensílio, cuja matéria prima é a argila. Em seguida, os estudantes participaram de uma pequena exposição em que os educadores patrimoniais apresentaram maquetes de sambaqui e casa subterrânea, além e artefatos indígenas, juntamente com um banner alusivo a arqueologia no litoral sul catarinense.

Depois, foi realizada a oficina de cerâmica, com participação de professores e estudantes. A avaliação do evento foi extremamente positiva, destacando-se os seguintes comentários:
“Gostei da atividade, porque eu me diverti muito fazendo o vaso com argila”;
“Eu me sujei toda, mas adorei”; “Consegui fazer o vaso. A palestra foi muito legal e me
ensinou a fazer o vaso de argila. Ficou bom, eu gostei do meu vaso”, escreveu uma
estudante. Outro foi mais objetivo, dizendo: – “Eu amei a oficina!”.

Durante o encontro vários questionamentos foram feitos, especialmente sobre o trabalho do arqueólogo e os vestígios encontrados em escavações. A curiosidade e o interesse deles ficaram ainda mais evidentes quando foi abordado os sítios arqueológicos no município de Jaguaruna.
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“Gostei da atividade, porque eu me diverti muito fazendo o vaso com argila”.

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Foi com esse entusiasmo que uma estudante do 4º ano da Escola de Educação Básica Marechal Luz reagiu depois de produzir sua própria peça de argila durante a oficina ministrada pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia.

O projeto que envolve a delimitação e cercamento do sambaqui Ponta do Morro possibilitou que a ação fosse realizada no município de Jaguaruna em novembro de 2022.

A manhã de atividades foi ofertada aos estudantes do 3º e 4º ano do ensino fundamental I e, dentre as ações, a equipe apresentou as características da arqueologia regional, como os sambaquis, e a importância da valorização e preservação do patrimônio arqueológico. Foi falado, também, sobre a ocupação dos grupos humanos no litoral catarinense e das atividades/tecnologias que ali se desenvolveram, dentre elas, a produção cerâmica, sem deixar de enfocar o contexto arqueológico do sambaqui Ponta do Morro.
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Após a introdução, foi exibido um vídeo produzido pela Espaço Arqueologia sobre o passo a passo para a confecção do utensílio, cuja matéria prima é a argila. Em seguida, os estudantes participaram de uma pequena exposição em que os educadores patrimoniais apresentaram maquetes de sambaqui e casa subterrânea, além e artefatos indígenas, juntamente com um banner alusivo a arqueologia no litoral sul catarinense.

Depois, foi realizada a oficina de cerâmica, com participação de professores e estudantes. A avaliação do evento foi extremamente positiva, destacando-se os seguintes comentários:
“Gostei da atividade, porque eu me diverti muito fazendo o vaso com argila”;
“Eu me sujei toda, mas adorei”; “Consegui fazer o vaso. A palestra foi muito legal e me
ensinou a fazer o vaso de argila. Ficou bom, eu gostei do meu vaso”, escreveu uma
estudante. Outro foi mais objetivo, dizendo: – “Eu amei a oficina!”.

Durante o encontro vários questionamentos foram feitos, especialmente sobre o trabalho do arqueólogo e os vestígios encontrados em escavações. A curiosidade e o interesse deles ficaram ainda mais evidentes quando foi abordado os sítios arqueológicos no município de Jaguaruna.
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