Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI
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Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ.
São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra.
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Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P..
Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento.
As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental.
Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro.
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Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI
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Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ.
São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra.
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Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P..
Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento.
As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental.
Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro.
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