Licenciamento ambiental tem contribuído para a salvaguarda do patrimônio cultural local.
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O contexto arqueológico do município de Itapoá, em Santa Catarina, evidencia uma ocupação humana bastante antiga, que remonta desde o período pré-colonial até o histórico.
Os testemunhos materiais da época pré-colonial são representados pelos 16 sítios arqueológicos já mapeados na região, todos do tipo sambaqui, conforme o banco de dados do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, do IPHAN.
Quanto ao contexto histórico de ocupação de europeus e/ou luso-brasileiros da região, onde se insere hoje o município de Itapoá, foram mapeados por Fossile e Bandeira (2013) cerca de 6 sítios arqueológicos. Além destes, destaca-se o sítio Estrada da Figueira, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia.
O sítio, resgatado no ano de 2020, era composto por uma estrutura de engenho, à qual está associado a um contexto doméstico. O material arqueológico coletado, escavado e analisado indica se tratar de um engenho de farinha, construído e operado por descendentes de africanos escravizados, no qual a economia tinha como principal atividade a produção de farinha de mandioca, seguida da caça e da coleta de moluscos.
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É neste contexto arqueológico que a equipe da Espaço Arqueologia realizou, no mês de fevereiro de 2022, uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde serão implantados 2 (dois) empreendimentos imobiliários, no município catarinense de Itapoá.
Segundo o arqueólogo Valdir Luiz Schwengber, este tipo de pesquisa é de extrema importância para evitar quaisquer danos a bens culturais ainda não conhecidos, bem como para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, além da realização de extroversão da pesquisa sobre os o patrimônio arqueológico já conhecido. Na presente pesquisa não foram encontrados novos sítios arqueológicos.
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Licenciamento ambiental tem contribuído para a salvaguarda do patrimônio cultural local.
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O contexto arqueológico do município de Itapoá, em Santa Catarina, evidencia uma ocupação humana bastante antiga, que remonta desde o período pré-colonial até o histórico.
Os testemunhos materiais da época pré-colonial são representados pelos 16 sítios arqueológicos já mapeados na região, todos do tipo sambaqui, conforme o banco de dados do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, do IPHAN.
Quanto ao contexto histórico de ocupação de europeus e/ou luso-brasileiros da região, onde se insere hoje o município de Itapoá, foram mapeados por Fossile e Bandeira (2013) cerca de 6 sítios arqueológicos. Além destes, destaca-se o sítio Estrada da Figueira, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia.
O sítio, resgatado no ano de 2020, era composto por uma estrutura de engenho, à qual está associado a um contexto doméstico. O material arqueológico coletado, escavado e analisado indica se tratar de um engenho de farinha, construído e operado por descendentes de africanos escravizados, no qual a economia tinha como principal atividade a produção de farinha de mandioca, seguida da caça e da coleta de moluscos.
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É neste contexto arqueológico que a equipe da Espaço Arqueologia realizou, no mês de fevereiro de 2022, uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde serão implantados 2 (dois) empreendimentos imobiliários, no município catarinense de Itapoá.
Segundo o arqueólogo Valdir Luiz Schwengber, este tipo de pesquisa é de extrema importância para evitar quaisquer danos a bens culturais ainda não conhecidos, bem como para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, além da realização de extroversão da pesquisa sobre os o patrimônio arqueológico já conhecido. Na presente pesquisa não foram encontrados novos sítios arqueológicos.
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