Foram realizadas pesquisas intensivas nas áreas de influência de uma Central Geradora Hidrelétrica
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Em outubro de 2024, foi realizado um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico para um empreendimento hidrelétrico no rio Muquilão, entre Nova Tebas e Roncador, Paraná. A região, pertencente à bacia do rio Corumbataí, já foi alvo de pesquisas anteriores pela Espaço, com mapeamento de dezenas de sítios da Tradição Tupiguarani no médio e baixo curso do Corumbataí.
Estudos indicam que diversos povos ocuparam a região nos últimos 10 mil anos, incluindo povos caçadores-coletores, populações Jê Meridionais e grupos da Tradição Tupiguarani, anteriores à chegada dos europeus.
No estudo recente, foram realizadas pesquisas intensivas, com caminhamentos e poços-teste nas áreas de influência da Central Geradora Hidrelétrica (CGH) e, como resultado, não foram identificados sítios arqueológicos.
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O arqueólogo Alessandro De Bona Mello, um dos coordenadores da pesquisa, destacou que a topografia do baixo e médio curso do Corumbataí, com margens planas e vertentes suaves, favorece o estabelecimento de populações e a identificação de sítios arqueológicos. Em contraste, a área pesquisada no rio Muquilão, para este empreendimento hidrelétrico, apresenta vertentes acentuadas, morros inclinados e vale encaixado, desfavoráveis à formação de áreas de habitação.
Embora não tenham sido encontrados sítios arqueológicos, a realização da pesquisa é relevante, pois evita que eventuais danos sejam causados ao patrimônio arqueológico e fornece novos elementos sobre a ocupação regional para estudos futuros. As atividades de esclarecimento e divulgação realizadas junto à comunidade local reforçam a função social da pesquisa arqueológica que consiste em instrumentalizar a população local com subsídios científicos para a salvaguardo do patrimônio.
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Foram realizadas pesquisas intensivas nas áreas de influência de uma Central Geradora Hidrelétrica
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Em outubro de 2024, foi realizado um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico para um empreendimento hidrelétrico no rio Muquilão, entre Nova Tebas e Roncador, Paraná. A região, pertencente à bacia do rio Corumbataí, já foi alvo de pesquisas anteriores pela Espaço, com mapeamento de dezenas de sítios da Tradição Tupiguarani no médio e baixo curso do Corumbataí.
Estudos indicam que diversos povos ocuparam a região nos últimos 10 mil anos, incluindo povos caçadores-coletores, populações Jê Meridionais e grupos da Tradição Tupiguarani, anteriores à chegada dos europeus.
No estudo recente, foram realizadas pesquisas intensivas, com caminhamentos e poços-teste nas áreas de influência da Central Geradora Hidrelétrica (CGH) e, como resultado, não foram identificados sítios arqueológicos.
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O arqueólogo Alessandro De Bona Mello, um dos coordenadores da pesquisa, destacou que a topografia do baixo e médio curso do Corumbataí, com margens planas e vertentes suaves, favorece o estabelecimento de populações e a identificação de sítios arqueológicos. Em contraste, a área pesquisada no rio Muquilão, para este empreendimento hidrelétrico, apresenta vertentes acentuadas, morros inclinados e vale encaixado, desfavoráveis à formação de áreas de habitação.
Embora não tenham sido encontrados sítios arqueológicos, a realização da pesquisa é relevante, pois evita que eventuais danos sejam causados ao patrimônio arqueológico e fornece novos elementos sobre a ocupação regional para estudos futuros. As atividades de esclarecimento e divulgação realizadas junto à comunidade local reforçam a função social da pesquisa arqueológica que consiste em instrumentalizar a população local com subsídios científicos para a salvaguardo do patrimônio.
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