Equipe avalia impacto ao patrimônio arqueológico no sul do Espírito Santo

Etapa da pesquisa aconteceu em Alegre, município capixaba.

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No início de outubro, uma equipe da Espaço Arqueologia esteve envolvida na avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico sobre a área para implantação de uma central geradora hidrelétrica (CGH), localizada às margens do Rio Itapemirim, mais precisamente no município de Alegre, Espírito Santo.

Desde a concepção do projeto de pesquisa, a área do estudo foi tratada como de alto potencial arqueológico. Principalmente por se tratar de uma área que abrange recursos hídricos, condição vital para a sobrevivência humana, mas, também, considerando o contexto arqueológico regional que conta com o registro de cinco sítios arqueológicos, sendo quatro deles de tipologia lítico à céu aberto, compostos por materiais líticos lascados. Há também um sítio histórico denominado “Casarão Fazenda São José”, formado por um conjunto de estruturas arquitetônicas rurais como: casarão, depósito, paiol, curral, associados a materiais arqueológicos móveis, como fragmentos de louça e vidro datados do século XIX.
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Assim, munida dessas informações, a equipe de arqueologia empregou as técnicas de pesquisa sobre a área deste estudo, compostas por linhas de caminhamentos sistemáticos para as verificações da superfície e a escavação de poços-teste com cavadeira articulada manual, para as verificações da subsuperfície do terreno. Como resultado, não foram encontradas evidências arqueológicas nas áreas estudadas, no entanto, a pesquisa traz um saldo positivo, na medida em que contribui para o conhecimento sobre o panorama arqueológico regional.

Paralelamente às pesquisas em campo, a equipe de arqueologia percorreu a comunidade visitando residências e estabelecimentos comerciais para divulgar informações sobre a pesquisa arqueológica e também sobre os bens culturais acautelados. Junto aos moradores locais, situados nas imediações da área da pesquisa, foi socializado o conhecimento sobre o contexto arqueológico regional.

Além das informações verbais, os participantes das atividades de divulgação e esclarecimento sobre a pesquisa, receberam materiais didático-informativos, compostos por conteúdos relacionados ao desenvolvimento das pesquisas arqueológicas no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos, e informações voltadas a preservação do patrimônio arqueológico.
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Etapa da pesquisa aconteceu em Alegre, município capixaba.

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No início de outubro, uma equipe da Espaço Arqueologia esteve envolvida na avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico sobre a área para implantação de uma central geradora hidrelétrica (CGH), localizada às margens do Rio Itapemirim, mais precisamente no município de Alegre, Espírito Santo.

Desde a concepção do projeto de pesquisa, a área do estudo foi tratada como de alto potencial arqueológico. Principalmente por se tratar de uma área que abrange recursos hídricos, condição vital para a sobrevivência humana, mas, também, considerando o contexto arqueológico regional que conta com o registro de cinco sítios arqueológicos, sendo quatro deles de tipologia lítico à céu aberto, compostos por materiais líticos lascados. Há também um sítio histórico denominado “Casarão Fazenda São José”, formado por um conjunto de estruturas arquitetônicas rurais como: casarão, depósito, paiol, curral, associados a materiais arqueológicos móveis, como fragmentos de louça e vidro datados do século XIX.
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Assim, munida dessas informações, a equipe de arqueologia empregou as técnicas de pesquisa sobre a área deste estudo, compostas por linhas de caminhamentos sistemáticos para as verificações da superfície e a escavação de poços-teste com cavadeira articulada manual, para as verificações da subsuperfície do terreno. Como resultado, não foram encontradas evidências arqueológicas nas áreas estudadas, no entanto, a pesquisa traz um saldo positivo, na medida em que contribui para o conhecimento sobre o panorama arqueológico regional.

Paralelamente às pesquisas em campo, a equipe de arqueologia percorreu a comunidade visitando residências e estabelecimentos comerciais para divulgar informações sobre a pesquisa arqueológica e também sobre os bens culturais acautelados. Junto aos moradores locais, situados nas imediações da área da pesquisa, foi socializado o conhecimento sobre o contexto arqueológico regional.

Além das informações verbais, os participantes das atividades de divulgação e esclarecimento sobre a pesquisa, receberam materiais didático-informativos, compostos por conteúdos relacionados ao desenvolvimento das pesquisas arqueológicas no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos, e informações voltadas a preservação do patrimônio arqueológico.
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