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Um estudo arqueológico foi recentemente concluído nos municípios de Sapucaia, Três Rios (RJ) e Chiador (MG), como parte essencial do processo de licenciamento ambiental para a instalação de um complexo fotovoltaico flutuante. Os trabalhos de campo, executados pela nossa equipe de arqueologia, sob coordenação geral de Valdir Schwengber e coordenação de campo de Alessandro De Bona Mello, tiveram como cenário a região da comunidade de Anta.
A pesquisa teve como objetivo principal verificar a existência de sítios arqueológicos na Área Diretamente Afetada (ADA) do empreendimento. Para isso, a equipe técnica aplicou metodologias científicas rigorosas, incluindo prospecções de superfície (varredura visual) e prospecções de subsuperfície (sondagens e pequenas escavações) para identificar contextos arqueológicos.
Além disso, o estudo incluiu a visita técnica a dois sítios arqueológicos já registrados, localizados dentro da AID.
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O intuito foi avaliar o estado de conservação atual desses locais e determinar os potenciais impactos que a instalação e operação da futura usina poderão causar, propondo medidas de mitigação ou proteção, caso sejam necessárias.
A legislação brasileira exige esse tipo de estudo, conhecido como Arqueologia Preventiva, antes da instalação de empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental. O objetivo é garantir que o desenvolvimento econômico, representado pela geração de energia limpa, ocorra de forma harmoniosa, sem destruir o patrimônio cultural da região.
O relatório final da pesquisa será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que analisará os dados para deliberar sobre a continuidade do licenciamento do empreendimento.
Paralelamente aos levantamentos técnicos, a pesquisa também incluiu uma etapa de interação com os moradores. Foram realizadas atividades de esclarecimento e divulgação dos bens acautelados junto à comunidade local. Essas ações são fundamentais para informar a população sobre a importância da preservação da história e do patrimônio arqueológico da região.
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Um estudo arqueológico foi recentemente concluído nos municípios de Sapucaia, Três Rios (RJ) e Chiador (MG), como parte essencial do processo de licenciamento ambiental para a instalação de um complexo fotovoltaico flutuante. Os trabalhos de campo, executados pela nossa equipe de arqueologia, sob coordenação geral de Valdir Schwengber e coordenação de campo de Alessandro De Bona Mello, tiveram como cenário a região da comunidade de Anta.
A pesquisa teve como objetivo principal verificar a existência de sítios arqueológicos na Área Diretamente Afetada (ADA) do empreendimento. Para isso, a equipe técnica aplicou metodologias científicas rigorosas, incluindo prospecções de superfície (varredura visual) e prospecções de subsuperfície (sondagens e pequenas escavações) para identificar contextos arqueológicos.
Além disso, o estudo incluiu a visita técnica a dois sítios arqueológicos já registrados, localizados dentro da AID.
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O intuito foi avaliar o estado de conservação atual desses locais e determinar os potenciais impactos que a instalação e operação da futura usina poderão causar, propondo medidas de mitigação ou proteção, caso sejam necessárias.
A legislação brasileira exige esse tipo de estudo, conhecido como Arqueologia Preventiva, antes da instalação de empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental. O objetivo é garantir que o desenvolvimento econômico, representado pela geração de energia limpa, ocorra de forma harmoniosa, sem destruir o patrimônio cultural da região.
O relatório final da pesquisa será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que analisará os dados para deliberar sobre a continuidade do licenciamento do empreendimento.
Paralelamente aos levantamentos técnicos, a pesquisa também incluiu uma etapa de interação com os moradores. Foram realizadas atividades de esclarecimento e divulgação dos bens acautelados junto à comunidade local. Essas ações são fundamentais para informar a população sobre a importância da preservação da história e do patrimônio arqueológico da região.
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