Diferentes tipos de artefatos foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela nossa equipe
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Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas
de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.”
Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.”
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O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro.
Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional.
A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial.
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Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas
de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.”
Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.”
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O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro.
Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional.
A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial.
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