Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Ponta Grossa/PR

263 Nossa equipe executou um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Ponta Grossa, mais especificamente em uma área em que se pretende instalar uma planta industrial. A área da pesquisa, situada no interior do município, nas imediações do rio Tibagi, apresentou relevo suave, com encostas extensas de declividade pouco acentuada, características topográficas semelhantes àquelas em que comumente são encontrados sítios arqueológicos na região. Este aspecto, somado à proximidade com o referido rio e seus tributários, permitiu atribuir à área o grau de alto potencial arqueológico. Considerando tal potencial, foram realizadas prospecções intensivas e extensivas no interior de toda a área do projeto de engenharia, por meio de caminhamentos sistemáticos e poços-teste sob malhas de 50 metros. no-repeat;left top;; auto Portanto, foram escavados 214 poços-teste e percorridos mais de 30 km e, como resultado, não foram identificados vestígios e/ou contextos arqueológicos. De igual importância para o programa foram as ações de esclarecimento e divulgação realizadas junto à comunidade local. Nessas, a equipe fez contato com moradores e trabalhadores de Ponta Grossa no intuito de divulgar a pesquisa e o patrimônio arqueológico existente no município. Na mesma ocasião foram entregues materiais didático-informativos, que informam sobre a legislação em vigor e os tipos de sítios arqueológicos identificados na região dos Campos Gerais. O estudo foi executado em atendimento à Lei n° 3.924/61, a partir dos procedimentos administrativos definidos pela Instrução Normativa n° 01/2015. no-repeat;left top;; auto |263 Nossa equipe executou um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Ponta Grossa, mais especificamente em uma área em que se pretende instalar uma planta industrial. A área da pesquisa, situada no interior do município, nas imediações do rio Tibagi, apresentou relevo suave, com encostas extensas de declividade pouco acentuada, características topográficas semelhantes àquelas em que comumente são encontrados sítios arqueológicos na região. Este aspecto, somado à proximidade com o referido rio e seus tributários, permitiu atribuir à área o grau de alto potencial arqueológico. Considerando tal potencial, foram realizadas prospecções intensivas e extensivas no interior de toda a área do projeto de engenharia, por meio de caminhamentos sistemáticos e poços-teste sob malhas de 50 metros. no-repeat;left top;; auto Portanto, foram escavados 214 poços-teste e percorridos mais de 30 km e, como resultado, não foram identificados vestígios e/ou contextos arqueológicos. De igual importância para o programa foram as ações de esclarecimento e divulgação realizadas junto à comunidade local. Nessas, a equipe fez contato com moradores e trabalhadores de Ponta Grossa no intuito de divulgar a pesquisa e o patrimônio arqueológico existente no município. Na mesma ocasião foram entregues materiais didático-informativos, que informam sobre a legislação em vigor e os tipos de sítios arqueológicos identificados na região dos Campos Gerais. O estudo foi executado em atendimento à Lei n° 3.924/61, a partir dos procedimentos administrativos definidos pela Instrução Normativa n° 01/2015. no-repeat;left top;; auto
Estudo arqueológico no município de Itapoá/SC

264 Entre os meses de junho e julho do ano de 2026, a equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas que serão destinadas à instalação de empreendimentos imobiliários no município de Itapoá, no norte de Santa Catarina. O estudo contou com pesquisas bibliográficas, atividades de campo e tratamento dos dados coletados. A pesquisa bibliográfica permitiu consolidar informações prévias sobre o contexto arqueológico local, como a predominância de sítios sambaquis no município. Em campo, foram executadas prospecções de superfície e subsuperfície, no intuito de verificar a existência de vestígios arqueológicos nas áreas que serão destinadas aos empreendimentos. no-repeat;left top;; auto Como resultado, não foram identificadas evidências de contextos arqueológicos nos terrenos prospectados, bem como não há, na bibliografia, informações sobre sítios arqueológicos nas imediações da área avaliada neste estudo. Ainda nas atividades de campo, além das prospecções, foram realizadas atividades de coleta e divulgação de informações sobre a arqueologia local junto à comunidade do entorno das áreas dos empreendimentos. Esta etapa consolida o aspecto dialógico da pesquisa arqueológica, que também tem como fundamento a interação com a comunidade e a divulgação do patrimônio cultural acautelado. no-repeat;left top;; auto |264 Entre os meses de junho e julho do ano de 2026, a equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas que serão destinadas à instalação de empreendimentos imobiliários no município de Itapoá, no norte de Santa Catarina. O estudo contou com pesquisas bibliográficas, atividades de campo e tratamento dos dados coletados. A pesquisa bibliográfica permitiu consolidar informações prévias sobre o contexto arqueológico local, como a predominância de sítios sambaquis no município. Em campo, foram executadas prospecções de superfície e subsuperfície, no intuito de verificar a existência de vestígios arqueológicos nas áreas que serão destinadas aos empreendimentos. no-repeat;left top;; auto Como resultado, não foram identificadas evidências de contextos arqueológicos nos terrenos prospectados, bem como não há, na bibliografia, informações sobre sítios arqueológicos nas imediações da área avaliada neste estudo. Ainda nas atividades de campo, além das prospecções, foram realizadas atividades de coleta e divulgação de informações sobre a arqueologia local junto à comunidade do entorno das áreas dos empreendimentos. Esta etapa consolida o aspecto dialógico da pesquisa arqueológica, que também tem como fundamento a interação com a comunidade e a divulgação do patrimônio cultural acautelado. no-repeat;left top;; auto
Pesquisa arqueológica na região da Grande Porto Alegre

265 As planícies do interior da região da Grande Porto Alegre foram objeto de pesquisas arqueológicas desenvolvidas no âmbito do licenciamento ambiental de um empreendimento rodoviário. No decorrer do mês de junho de 2026, nossa equipe realizou pesquisas de campo e de escritório, visando atender ao Programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico das áreas de influência do referido empreendimento. Para tal, toda a extensão do trecho rodoviário a ser implantado foi objeto de caminhamentos e escavações de poços-teste amostrais. Cabe destacar que, regionalmente, predominam os sítios arqueológicos associados aos povos caçadores-coletores e aos horticultores (principalmente os portadores da Tradição Tecnológica Tupiguarani). Tais sítios são comumente encontrados em topos de elevações ou terraços, livres de inundações, mas próximos de cursos de água e de fontes de outros recursos importantes. no-repeat;left top;; auto A área investigada, em sua grande maioria, apresenta baixo potencial por se tratar de uma planície de inundação que, atualmente, é utilizada para a pecuária e o plantio de arroz. Nessa planície, em pontos específicos, afloram pequenas colinas onde, como apontam os levantamentos bibliográficos, se concentra o maior potencial arqueológico da região. Nesses locais, as prospecções de superfície e subsuperfície foram intensificadas. De modo geral, como resultado das intervenções de subsuperfície, dos caminhamentos e das conversas com interlocutores que residem no entorno, não foram identificados vestígios arqueológicos. Paralelamente às prospecções, foram realizadas ações de extroversão e divulgação dos bens culturais acautelados nas áreas de influência do empreendimento, tendo como público os moradores dos municípios de Esteio, Nova Santa Rita e Portão, que compõem a área de influência indireta. Nas ações desenvolvidas, foram apresentadas informações gerais sobre o contexto arqueológico regional e sobre os sítios já registrados nos municípios. Desse modo, com as pesquisas preventivas e com a divulgação do Patrimônio Cultural, cumpriu-se o disposto na Lei nº 3.924/1961, mediante os procedimentos previstos na Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015. no-repeat;left top;; auto |265 As planícies do interior da região da Grande Porto Alegre foram objeto de pesquisas arqueológicas desenvolvidas no âmbito do licenciamento ambiental de um empreendimento rodoviário. No decorrer do mês de junho de 2026, nossa equipe realizou pesquisas de campo e de escritório, visando atender ao Programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico das áreas de influência do referido empreendimento. Para tal, toda a extensão do trecho rodoviário a ser implantado foi objeto de caminhamentos e escavações de poços-teste amostrais. Cabe destacar que, regionalmente, predominam os sítios arqueológicos associados aos povos caçadores-coletores e aos horticultores (principalmente os portadores da Tradição Tecnológica Tupiguarani). Tais sítios são comumente encontrados em topos de elevações ou terraços, livres de inundações, mas próximos de cursos de água e de fontes de outros recursos importantes. no-repeat;left top;; auto A área investigada, em sua grande maioria, apresenta baixo potencial por se tratar de uma planície de inundação que, atualmente, é utilizada para a pecuária e o plantio de arroz. Nessa planície, em pontos específicos, afloram pequenas colinas onde, como apontam os levantamentos bibliográficos, se concentra o maior potencial arqueológico da região. Nesses locais, as prospecções de superfície e subsuperfície foram intensificadas. De modo geral, como resultado das intervenções de subsuperfície, dos caminhamentos e das conversas com interlocutores que residem no entorno, não foram identificados vestígios arqueológicos. Paralelamente às prospecções, foram realizadas ações de extroversão e divulgação dos bens culturais acautelados nas áreas de influência do empreendimento, tendo como público os moradores dos municípios de Esteio, Nova Santa Rita e Portão, que compõem a área de influência indireta. Nas ações desenvolvidas, foram apresentadas informações gerais sobre o contexto arqueológico regional e sobre os sítios já registrados nos municípios. Desse modo, com as pesquisas preventivas e com a divulgação do Patrimônio Cultural, cumpriu-se o disposto na Lei nº 3.924/1961, mediante os procedimentos previstos na Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015. no-repeat;left top;; auto
Rio da Piedade 1: Sítio Lítico identificado no município de Canoinhas/SC

266 Os estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico executados por nossa equipe na área de um empreendimento imobiliário resultaram na identificação de um sítio arqueológico pré-colonial inédito. A pesquisa desenvolveu-se no município de Canoinhas, sobre uma suave colina localizada entre os rios Canoinhas e da Piedade. Nela, foram aplicados métodos de prospecção intensiva, por meio de caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste. O resultado das prospecções de superfície (caminhamentos) foi a identificação de um sítio arqueológico lítico, composto por uma concentração de materiais lascados em diferentes litologias, entre as quais se destacam a calcedônia, o sílex e o arenito silicificado. Foram encontrados pequenos núcleos, lascas, fragmentos de lascas e até mesmo um grande bloco de sílex. no-repeat;left top;; auto Na etapa seguinte dos estudos sobre o sítio arqueológico, será possível obter mais informações a respeito do conjunto tecnológico formado por esse material. A identificação do sítio arqueológico demonstra a importância da execução de estudos preventivos, atendendo ao que prevê a Lei nº 3.924/1961 e regulamenta a Instrução Normativa IPHAN nº 06/2025. Também em atendimento à Instrução Normativa mencionada, cumprindo a função social da pesquisa, foram realizadas ações de divulgação das informações parciais obtidas e do patrimônio cultural acautelado, de modo geral. Nessas ações, o público consistiu nas comunidades do entorno da área investigada. Por fim, cabe destacar que a continuidade dos estudos se dará após a manifestação do IPHAN a respeito das medidas necessárias para a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico. no-repeat;left top;; auto |266 Os estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico executados por nossa equipe na área de um empreendimento imobiliário resultaram na identificação de um sítio arqueológico pré-colonial inédito. A pesquisa desenvolveu-se no município de Canoinhas, sobre uma suave colina localizada entre os rios Canoinhas e da Piedade. Nela, foram aplicados métodos de prospecção intensiva, por meio de caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste. O resultado das prospecções de superfície (caminhamentos) foi a identificação de um sítio arqueológico lítico, composto por uma concentração de materiais lascados em diferentes litologias, entre as quais se destacam a calcedônia, o sílex e o arenito silicificado. Foram encontrados pequenos núcleos, lascas, fragmentos de lascas e até mesmo um grande bloco de sílex. no-repeat;left top;; auto Na etapa seguinte dos estudos sobre o sítio arqueológico, será possível obter mais informações a respeito do conjunto tecnológico formado por esse material. A identificação do sítio arqueológico demonstra a importância da execução de estudos preventivos, atendendo ao que prevê a Lei nº 3.924/1961 e regulamenta a Instrução Normativa IPHAN nº 06/2025. Também em atendimento à Instrução Normativa mencionada, cumprindo a função social da pesquisa, foram realizadas ações de divulgação das informações parciais obtidas e do patrimônio cultural acautelado, de modo geral. Nessas ações, o público consistiu nas comunidades do entorno da área investigada. Por fim, cabe destacar que a continuidade dos estudos se dará após a manifestação do IPHAN a respeito das medidas necessárias para a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico. no-repeat;left top;; auto
Avaliação de Impacto Arqueológico em Bombinhas/SC: desafios e resultados na Praia de Bombas

267 Em atendimento a determinações específicas do IPHAN/SC, a equipe da Espaço desenvolveu um estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de um empreendimento imobiliário de pequeno porte, localizado no município de Bombinhas, litoral centro-norte de Santa Catarina. O estudo, que, em tese, seria dispensado segundo as classificações fixadas na Instrução Normativa IPHAN nº 06/2025, foi solicitado devido à proximidade do empreendimento com os sítios arqueológicos “Rua do Papagaio” e “Sambaqui da Rua 13”. Esses sítios são importantes exemplares do processo de ocupação de populações adaptadas ao ambiente litorâneo e, ao mesmo tempo, apresentam características que os distinguem dos tradicionais sambaquis encontrados em toda a costa catarinense. no-repeat;left top;; auto Sítios como o “Rua do Papagaio” e o “Sambaqui da Rua 13” também ocorrem na localidade de Canto Grande, no mesmo município, bem como em outras partes do litoral, como na Ilha de Santa Catarina, Balneário Camboriú e Itajaí. Esses sítios estão majoritariamente implantados a poucos metros da linha de praia atual, nos locais em que a pressão imobiliária aumentou significativamente nas duas últimas décadas. Desse modo, frente ao potencial arqueológico da área central da praia de Bombas, o IPHAN/SC solicitou que fosse realizada uma investigação específica para avaliar a possibilidade de existência de evidências arqueológicas inéditas ou vinculadas aos sítios já mencionados, na área do empreendimento. Por meio das prospecções de superfície e subsuperfície executadas, não foram encontradas evidências arqueológicas e constatou-se que a implantação do empreendimento não gerará impactos diretos ao Patrimônio Arqueológico. Tal constatação está apoiada, também, em informações obtidas com antigos moradores da localidade, que forneceram relatos sobre o desenvolvimento urbano da praia de Bombas, sobre a identificação e os processos de estudo dos sítios arqueológicos “Rua do Papagaio” e “Sambaqui da Rua 13”, e afirmaram que, no local pesquisado, não havia estruturas arqueológicas. Destaca-se, por fim, que as ações tomadas visam, para além do licenciamento ambiental, fazer cumprir a Lei nº 3.924/61 e o Art. 216 da Constituição Federal, garantindo a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico brasileiro. no-repeat;left top;; auto |267 Em atendimento a determinações específicas do IPHAN/SC, a equipe da Espaço desenvolveu um estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de um empreendimento imobiliário de pequeno porte, localizado no município de Bombinhas, litoral centro-norte de Santa Catarina. O estudo, que, em tese, seria dispensado segundo as classificações fixadas na Instrução Normativa IPHAN nº 06/2025, foi solicitado devido à proximidade do empreendimento com os sítios arqueológicos “Rua do Papagaio” e “Sambaqui da Rua 13”. Esses sítios são importantes exemplares do processo de ocupação de populações adaptadas ao ambiente litorâneo e, ao mesmo tempo, apresentam características que os distinguem dos tradicionais sambaquis encontrados em toda a costa catarinense. no-repeat;left top;; auto Sítios como o “Rua do Papagaio” e o “Sambaqui da Rua 13” também ocorrem na localidade de Canto Grande, no mesmo município, bem como em outras partes do litoral, como na Ilha de Santa Catarina, Balneário Camboriú e Itajaí. Esses sítios estão majoritariamente implantados a poucos metros da linha de praia atual, nos locais em que a pressão imobiliária aumentou significativamente nas duas últimas décadas. Desse modo, frente ao potencial arqueológico da área central da praia de Bombas, o IPHAN/SC solicitou que fosse realizada uma investigação específica para avaliar a possibilidade de existência de evidências arqueológicas inéditas ou vinculadas aos sítios já mencionados, na área do empreendimento. Por meio das prospecções de superfície e subsuperfície executadas, não foram encontradas evidências arqueológicas e constatou-se que a implantação do empreendimento não gerará impactos diretos ao Patrimônio Arqueológico. Tal constatação está apoiada, também, em informações obtidas com antigos moradores da localidade, que forneceram relatos sobre o desenvolvimento urbano da praia de Bombas, sobre a identificação e os processos de estudo dos sítios arqueológicos “Rua do Papagaio” e “Sambaqui da Rua 13”, e afirmaram que, no local pesquisado, não havia estruturas arqueológicas. Destaca-se, por fim, que as ações tomadas visam, para além do licenciamento ambiental, fazer cumprir a Lei nº 3.924/61 e o Art. 216 da Constituição Federal, garantindo a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico brasileiro. no-repeat;left top;; auto
Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico em Barra Velha/SC

258 Duas áreas destinadas à implantação de empreendimentos imobiliários foram objeto de pesquisa da nossa equipe de arqueologia. Localizadas no município de Barra Velha, litoral norte de Santa Catarina, as áreas estão implantadas sobre planícies de acumulação sedimentar, formadas a partir da deposição e do retrabalhamento de sedimentos em ambientes lagunar, marinho e praial. Essas planícies apresentam alto potencial arqueológico, pois diferentes povos ocuparam esses ambientes ao longo dos últimos 10 mil anos. Entre esses povos, destacam-se os caçadores-coletores, os sambaquieiros e as populações horticultoras e ceramistas, portadoras das tradições tecnológicas Taquara-Itararé e Tupiguarani. no-repeat;left top;; auto O estudo desenvolvido nas áreas está vinculado aos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos e, por isso, tem caráter preventivo, seguindo diretrizes da Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015 e, consequentemente, cumprindo a Lei nº 3.924/1961. Os locais investigados foram objeto de prospecções de superfície (caminhamentos) e subsuperfície (escavação de poços-teste) e, como resultado, não foram identificados vestígios ou contextos arqueológicos. Concomitantemente às ações de prospecção, a equipe realizou ações de extroversão e divulgação dos bens culturais acautelados no município, tendo como principais objetos os sítios arqueológicos das localidades de Faisqueira e Ponta dos Náufragos. Em suma, o programa desenvolvido cumpriu seu objetivo de salvaguardar o patrimônio arqueológico e prover informações que contribuam para a sua gestão. no-repeat;left top;; auto |258 Duas áreas destinadas à implantação de empreendimentos imobiliários foram objeto de pesquisa da nossa equipe de arqueologia. Localizadas no município de Barra Velha, litoral norte de Santa Catarina, as áreas estão implantadas sobre planícies de acumulação sedimentar, formadas a partir da deposição e do retrabalhamento de sedimentos em ambientes lagunar, marinho e praial. Essas planícies apresentam alto potencial arqueológico, pois diferentes povos ocuparam esses ambientes ao longo dos últimos 10 mil anos. Entre esses povos, destacam-se os caçadores-coletores, os sambaquieiros e as populações horticultoras e ceramistas, portadoras das tradições tecnológicas Taquara-Itararé e Tupiguarani. no-repeat;left top;; auto O estudo desenvolvido nas áreas está vinculado aos processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos e, por isso, tem caráter preventivo, seguindo diretrizes da Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015 e, consequentemente, cumprindo a Lei nº 3.924/1961. Os locais investigados foram objeto de prospecções de superfície (caminhamentos) e subsuperfície (escavação de poços-teste) e, como resultado, não foram identificados vestígios ou contextos arqueológicos. Concomitantemente às ações de prospecção, a equipe realizou ações de extroversão e divulgação dos bens culturais acautelados no município, tendo como principais objetos os sítios arqueológicos das localidades de Faisqueira e Ponta dos Náufragos. Em suma, o programa desenvolvido cumpriu seu objetivo de salvaguardar o patrimônio arqueológico e prover informações que contribuam para a sua gestão. no-repeat;left top;; auto
Pesquisa arqueológica no vale do Rio Paraíba do Sul, entre Rio de Janeiro e Minas Gerais

242 Um estudo arqueológico foi recentemente concluído nos municípios de Sapucaia, Três Rios (RJ) e Chiador (MG), como parte essencial do processo de licenciamento ambiental para a instalação de um complexo fotovoltaico flutuante. Os trabalhos de campo, executados pela nossa equipe de arqueologia, sob coordenação geral de Valdir Schwengber e coordenação de campo de Alessandro De Bona Mello, tiveram como cenário a região da comunidade de Anta. A pesquisa teve como objetivo principal verificar a existência de sítios arqueológicos na Área Diretamente Afetada (ADA) do empreendimento. Para isso, a equipe técnica aplicou metodologias científicas rigorosas, incluindo prospecções de superfície (varredura visual) e prospecções de subsuperfície (sondagens e pequenas escavações) para identificar contextos arqueológicos. Além disso, o estudo incluiu a visita técnica a dois sítios arqueológicos já registrados, localizados dentro da AID. no-repeat;left top;; auto O intuito foi avaliar o estado de conservação atual desses locais e determinar os potenciais impactos que a instalação e operação da futura usina poderão causar, propondo medidas de mitigação ou proteção, caso sejam necessárias. A legislação brasileira exige esse tipo de estudo, conhecido como Arqueologia Preventiva, antes da instalação de empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental. O objetivo é garantir que o desenvolvimento econômico, representado pela geração de energia limpa, ocorra de forma harmoniosa, sem destruir o patrimônio cultural da região. O relatório final da pesquisa será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que analisará os dados para deliberar sobre a continuidade do licenciamento do empreendimento. Paralelamente aos levantamentos técnicos, a pesquisa também incluiu uma etapa de interação com os moradores. Foram realizadas atividades de esclarecimento e divulgação dos bens acautelados junto à comunidade local. Essas ações são fundamentais para informar a população sobre a importância da preservação da história e do patrimônio arqueológico da região. no-repeat;left top;; auto |242 Um estudo arqueológico foi recentemente concluído nos municípios de Sapucaia, Três Rios (RJ) e Chiador (MG), como parte essencial do processo de licenciamento ambiental para a instalação de um complexo fotovoltaico flutuante. Os trabalhos de campo, executados pela nossa equipe de arqueologia, sob coordenação geral de Valdir Schwengber e coordenação de campo de Alessandro De Bona Mello, tiveram como cenário a região da comunidade de Anta. A pesquisa teve como objetivo principal verificar a existência de sítios arqueológicos na Área Diretamente Afetada (ADA) do empreendimento. Para isso, a equipe técnica aplicou metodologias científicas rigorosas, incluindo prospecções de superfície (varredura visual) e prospecções de subsuperfície (sondagens e pequenas escavações) para identificar contextos arqueológicos. Além disso, o estudo incluiu a visita técnica a dois sítios arqueológicos já registrados, localizados dentro da AID. no-repeat;left top;; auto O intuito foi avaliar o estado de conservação atual desses locais e determinar os potenciais impactos que a instalação e operação da futura usina poderão causar, propondo medidas de mitigação ou proteção, caso sejam necessárias. A legislação brasileira exige esse tipo de estudo, conhecido como Arqueologia Preventiva, antes da instalação de empreendimentos passíveis de licenciamento ambiental. O objetivo é garantir que o desenvolvimento econômico, representado pela geração de energia limpa, ocorra de forma harmoniosa, sem destruir o patrimônio cultural da região. O relatório final da pesquisa será encaminhado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), que analisará os dados para deliberar sobre a continuidade do licenciamento do empreendimento. Paralelamente aos levantamentos técnicos, a pesquisa também incluiu uma etapa de interação com os moradores. Foram realizadas atividades de esclarecimento e divulgação dos bens acautelados junto à comunidade local. Essas ações são fundamentais para informar a população sobre a importância da preservação da história e do patrimônio arqueológico da região. no-repeat;left top;; auto
Pesquisa arqueológica em São Miguel do Gostoso/RN

259 Entre os meses de março e abril de 2026, o interior do município de São Miguel do Gostoso, no estado do Rio Grande do Norte, foi objeto de estudos por nossa equipe de arqueologia. Executado no contexto dos processos de licenciamento ambiental, o programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico incluiu a realização de prospecções nas áreas de influência de um empreendimento de geração de energia solar e a vistoria de atualização cadastral do sítio arqueológico Angicos 1. Caracterizado como um contexto de ocupação pré-colonial, formado por uma área de concentração de materiais líticos lascados em silexito, o sítio Angicos 1 foi mapeado pela Espaço Arqueologia no ano de 2015. As prospecções foram executadas a partir de caminhamentos sistemáticos e varredura intensiva (prospecção de superfície), além da escavação de poços-teste amostrais (prospecções subsuperficiais). no-repeat;left top;; auto Como resultado, não foram encontrados vestígios arqueológicos nas áreas afetadas pelo empreendimento. No que se refere às vistorias executadas na área do sítio Angicos 1, constatou-se que este permanece nas mesmas condições de conservação verificadas no momento de seu registro. Associados às atividades de prospecção arqueológica, foram realizados contatos com a comunidade local, por meio dos quais se fez a divulgação da pesquisa e foram prestados esclarecimentos a respeito do patrimônio arqueológico local. Tais ações são fundamentais para que o conhecimento produzido a partir das pesquisas arqueológicas seja apropriado pelas comunidades de modo geral. Por fim, destaca-se que os estudos executados no decorrer do programa seguiram as diretrizes da Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015 e visaram ao cumprimento das Leis nº 3.924/61 (Lei de Proteção do Patrimônio Arqueológico) e nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). no-repeat;left top;; auto |259 Entre os meses de março e abril de 2026, o interior do município de São Miguel do Gostoso, no estado do Rio Grande do Norte, foi objeto de estudos por nossa equipe de arqueologia. Executado no contexto dos processos de licenciamento ambiental, o programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico incluiu a realização de prospecções nas áreas de influência de um empreendimento de geração de energia solar e a vistoria de atualização cadastral do sítio arqueológico Angicos 1. Caracterizado como um contexto de ocupação pré-colonial, formado por uma área de concentração de materiais líticos lascados em silexito, o sítio Angicos 1 foi mapeado pela Espaço Arqueologia no ano de 2015. As prospecções foram executadas a partir de caminhamentos sistemáticos e varredura intensiva (prospecção de superfície), além da escavação de poços-teste amostrais (prospecções subsuperficiais). no-repeat;left top;; auto Como resultado, não foram encontrados vestígios arqueológicos nas áreas afetadas pelo empreendimento. No que se refere às vistorias executadas na área do sítio Angicos 1, constatou-se que este permanece nas mesmas condições de conservação verificadas no momento de seu registro. Associados às atividades de prospecção arqueológica, foram realizados contatos com a comunidade local, por meio dos quais se fez a divulgação da pesquisa e foram prestados esclarecimentos a respeito do patrimônio arqueológico local. Tais ações são fundamentais para que o conhecimento produzido a partir das pesquisas arqueológicas seja apropriado pelas comunidades de modo geral. Por fim, destaca-se que os estudos executados no decorrer do programa seguiram as diretrizes da Instrução Normativa IPHAN nº 01/2015 e visaram ao cumprimento das Leis nº 3.924/61 (Lei de Proteção do Patrimônio Arqueológico) e nº 9.605/98 (Lei de Crimes Ambientais). no-repeat;left top;; auto
Arqueologia no Litoral Norte do Rio Grande do Sul

243 O Litoral Norte do estado do Rio Grande do Sul é bastante reconhecido na arqueologia brasileira por seus sambaquis, além dos sítios associados às populações Jê e Guarani do período pré-colonial. Também é uma região de destaque no que tange aos estudos de transformação da paisagem costeira desde o Pleistoceno, com o desenvolvimento de estudos referentes ao Sistema Barreira, onde os movimentos de transgressão e regressão marinhas foram detalhadamente registrados por estudiosos de diferentes áreas, inclusive da Arqueologia. Nesse contexto, mais especificamente no município de Capão da Canoa, a equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu um projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico sobre a área de um futuro empreendimento imobiliário. no-repeat;left top;; auto Este projeto, que responde aos procedimentos previstos na Instrução Normativa n°01/2015 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), contou com pesquisas bibliográficas e prospecções de superfície e subsuperfície na área do empreendimento. Com as pesquisas bibliográficas, verificou-se o alto potencial arqueológico de toda a região, que se insere no que se pode chamar de complexo arqueológico da Lagoa da Itapeva. Nas prospecções, constatou-se a origem holocênica dos depósitos arenosos que compõem o terreno em estudo; contudo, não foram encontrados contextos e sítios arqueológicos. Concomitantemente às pesquisas de campo, a equipe fez contato com a comunidade local no intuito de divulgar a existência de um conjunto de sítios arqueológicos na região, os quais foram pesquisados por diferentes grupos de estudo e, a partir dos quais, produziu-se significativo conhecimento a respeito da ocupação humana do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. no-repeat;left top;; auto |243 O Litoral Norte do estado do Rio Grande do Sul é bastante reconhecido na arqueologia brasileira por seus sambaquis, além dos sítios associados às populações Jê e Guarani do período pré-colonial. Também é uma região de destaque no que tange aos estudos de transformação da paisagem costeira desde o Pleistoceno, com o desenvolvimento de estudos referentes ao Sistema Barreira, onde os movimentos de transgressão e regressão marinhas foram detalhadamente registrados por estudiosos de diferentes áreas, inclusive da Arqueologia. Nesse contexto, mais especificamente no município de Capão da Canoa, a equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu um projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico sobre a área de um futuro empreendimento imobiliário. no-repeat;left top;; auto Este projeto, que responde aos procedimentos previstos na Instrução Normativa n°01/2015 do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), contou com pesquisas bibliográficas e prospecções de superfície e subsuperfície na área do empreendimento. Com as pesquisas bibliográficas, verificou-se o alto potencial arqueológico de toda a região, que se insere no que se pode chamar de complexo arqueológico da Lagoa da Itapeva. Nas prospecções, constatou-se a origem holocênica dos depósitos arenosos que compõem o terreno em estudo; contudo, não foram encontrados contextos e sítios arqueológicos. Concomitantemente às pesquisas de campo, a equipe fez contato com a comunidade local no intuito de divulgar a existência de um conjunto de sítios arqueológicos na região, os quais foram pesquisados por diferentes grupos de estudo e, a partir dos quais, produziu-se significativo conhecimento a respeito da ocupação humana do Litoral Norte do Rio Grande do Sul. no-repeat;left top;; auto
Arqueologia e Licenciamento Ambiental em Itajaí, Santa Catarina

260 Uma área localizada na margem direita do Rio Itajaí-Mirim foi objeto de um programa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, executado por nossa equipe de arqueologia. Caracterizada como uma planície de deposição fluvio-lagunar, a área apresenta relevo plano, cobertura vegetal rasteira (pastagem) e solos comuns a terrenos que são regularmente inundados, seja por significativos volumes pluviométricos ou como consequência do transbordamento do rio. O estudo foi desenvolvido para cumprir com o que prevê a Instrução Normativa do IPHAN n° 01/2015 (hoje substituída pela IN n° 06/2025). Como objetivo, buscou-se verificar se a implantação de um empreendimento imobiliário, previsto para a área, irá impactar o patrimônio arqueológico. no-repeat;left top;; auto Foram executadas pesquisas bibliográficas, prospecções sistemáticas em toda a área e conversas com moradores locais, a fim de verificar a existência de sítios arqueológicos no local. Portanto, foram compilados dados sobre a arqueologia regional, dados esses que foram somados àqueles obtidos em campo por meio de caminhamentos, varreduras superficiais e poços-teste, escavados com cavadeiras articuladas. Como resultado da metodologia aplicada, não foram identificados vestígios arqueológicos. Essa informação, bem como todas as avaliações técnicas que precedem tal constatação, serão apresentadas ao IPHAN em um relatório de pesquisa, que, por sua vez, servirá de base para a manifestação do órgão quanto a viabilidade do empreendimento no que tange o Patrimônio Arqueológico. Também foram realizados contatos com moradores locais, os quais informaram desconhecer a existência de sítios arqueológicos na área e seu entorno. No mesmo contato, foram feitos esclarecimentos junto aos interlocutores e lhes foi informado sobre os sítios arqueológicos já registrados no município de Itajaí. Todas essas ações convergem no cumprimento da legislação vigente que protege o patrimônio arqueológico, a saber, Lei n° 3924/61 e Lei n° 9605/98. no-repeat;left top;; auto |260 Uma área localizada na margem direita do Rio Itajaí-Mirim foi objeto de um programa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, executado por nossa equipe de arqueologia. Caracterizada como uma planície de deposição fluvio-lagunar, a área apresenta relevo plano, cobertura vegetal rasteira (pastagem) e solos comuns a terrenos que são regularmente inundados, seja por significativos volumes pluviométricos ou como consequência do transbordamento do rio. O estudo foi desenvolvido para cumprir com o que prevê a Instrução Normativa do IPHAN n° 01/2015 (hoje substituída pela IN n° 06/2025). Como objetivo, buscou-se verificar se a implantação de um empreendimento imobiliário, previsto para a área, irá impactar o patrimônio arqueológico. no-repeat;left top;; auto Foram executadas pesquisas bibliográficas, prospecções sistemáticas em toda a área e conversas com moradores locais, a fim de verificar a existência de sítios arqueológicos no local. Portanto, foram compilados dados sobre a arqueologia regional, dados esses que foram somados àqueles obtidos em campo por meio de caminhamentos, varreduras superficiais e poços-teste, escavados com cavadeiras articuladas. Como resultado da metodologia aplicada, não foram identificados vestígios arqueológicos. Essa informação, bem como todas as avaliações técnicas que precedem tal constatação, serão apresentadas ao IPHAN em um relatório de pesquisa, que, por sua vez, servirá de base para a manifestação do órgão quanto a viabilidade do empreendimento no que tange o Patrimônio Arqueológico. Também foram realizados contatos com moradores locais, os quais informaram desconhecer a existência de sítios arqueológicos na área e seu entorno. No mesmo contato, foram feitos esclarecimentos junto aos interlocutores e lhes foi informado sobre os sítios arqueológicos já registrados no município de Itajaí. Todas essas ações convergem no cumprimento da legislação vigente que protege o patrimônio arqueológico, a saber, Lei n° 3924/61 e Lei n° 9605/98. no-repeat;left top;; auto