Litoral catarinense recebe estudo arqueológico

Balneário Piçarras foi, mais uma vez, local de pesquisa arqueológica realizada pela Espaço Arqueologia left #ffffff no-repeat;left top;; auto 102 Balneário Piçarras, município localizado no litoral norte de Santa Catarina, recebeu nossa equipe técnica para a execução da fase de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, e contou com a realização de investigações sistemáticas sobre a área em que será instalado novo empreendimento imobiliário. De acordo com os pesquisadores, o local apresenta baixo potencial arqueológico, motivo pelo qual não foram encontrados vestígios de grupos do passado. O arqueólogo coordenador, Valdir Luiz Schwengber, destaca que “o potencial arqueológico de áreas situadas no perímetro urbano só pode ser mensurado a partir de pesquisas arqueológicas realizadas in loco, pois, apesar de já ter sofrido algum tipo de alteração devido o processo inicial de urbanização, essas áreas geralmente sofreram poucas alterações da superfície para baixo”. O pesquisador relembra o caso do sítio arqueológico Piçarras 2, encontrado no município a partir de um estudo de Avaliação de Impacto de outro empreendimento. Segundo Valdir “o sítio Piçarras 2 foi encontrado em uma área que, aparentemente já havia sido totalmente descaracterizada, e hoje, após a escavação do sítio e o andamento das análises, verificamos que o sítio possui importantes registros materiais do século XIX, um período pouco trabalhado na historiografia de todo o litoral centro-norte de Santa Catarina”. no-repeat;left top;; auto | Balneário Piçarras foi, mais uma vez, local de pesquisa arqueológica realizada pela Espaço Arqueologia left #ffffff no-repeat;left top;; auto 102 Balneário Piçarras, município localizado no litoral norte de Santa Catarina, recebeu nossa equipe técnica para a execução da fase de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, e contou com a realização de investigações sistemáticas sobre a área em que será instalado novo empreendimento imobiliário. De acordo com os pesquisadores, o local apresenta baixo potencial arqueológico, motivo pelo qual não foram encontrados vestígios de grupos do passado. O arqueólogo coordenador, Valdir Luiz Schwengber, destaca que “o potencial arqueológico de áreas situadas no perímetro urbano só pode ser mensurado a partir de pesquisas arqueológicas realizadas in loco, pois, apesar de já ter sofrido algum tipo de alteração devido o processo inicial de urbanização, essas áreas geralmente sofreram poucas alterações da superfície para baixo”. O pesquisador relembra o caso do sítio arqueológico Piçarras 2, encontrado no município a partir de um estudo de Avaliação de Impacto de outro empreendimento. Segundo Valdir “o sítio Piçarras 2 foi encontrado em uma área que, aparentemente já havia sido totalmente descaracterizada, e hoje, após a escavação do sítio e o andamento das análises, verificamos que o sítio possui importantes registros materiais do século XIX, um período pouco trabalhado na historiografia de todo o litoral centro-norte de Santa Catarina”. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa Arqueológica no Litoral Sul de Santa Catarina

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico foi executado no município de Imbituba left #ffffff no-repeat;left top;; auto 100 A área da pesquisa está numa paisagem com características comuns às planícies costeiras do leste catarinense, por sua biodiversidade e disponibilidade de recursos, podem ser consideradas áreas ambientalmente privilegiadas. As planícies costeiras margeiam todo o leste do Estado de Santa Catarina ao longo do Oceano Atlântico, apresentando áreas mais largas na região sul do Estado, e áreas mais estreitas a partir do município de Laguna. Tais planícies são compostas por praias, campos de dunas estáveis e instáveis, lagoas costeiras, foz de rios, pontais, enseadas e baías. Situado no Litoral Sul de Santa Catarina, mais especificamente na faixa de dunas estáveis que separam a Lagoa do Mirim e a linha da praia, o ambiente, desde tempos remotos, por suas características naturais, foi escolhido por grupos humanos para o desenvolvimento de suas práticas de vida. O grupo mais antigo é conhecido na literatura arqueológica como sambaquieiros, que tinham como maior fonte para obtenção de recursos alimentares as lagoas e o mar, completando sua alimentação caçando pequenos animais e aves, assim como, coletando frutos e vegetais. A grande marca que os sambaquieiros deixaram na paisagem foram os grandes montes de conchas, denominados sambaquis, sendo que os mais antigos estão localizados no litoral sul de Santa Catarina, construídos há cerca de 8 mil anos. Outro grupo que habitou esta porção do litoral catarinense no período pré-colonial, foram os Guarani, também conhecidos como Carijós, nesta região. Ocupavam os cordões de dunas estáveis e organizavam-se em aldeias. Os Guarani produziam e utilizavam diversos tipos de vasilhas cerâmicas nas suas atividades domésticas como grandes vasos para preparação e conservação de bebidas, panelas para cozimento de alimentos e pequenos potes para servir comidas e bebidas. Este grupo, entrou em contato com os primeiros colonizadores europeus que chegaram ao território a partir do século XVI. A chegada dos colonizadores europeus na costa catarinense representou profundos impactos aos grupos indígenas Guarani que viviam no litoral, principalmente devido ao aprisionamento para venda como escravos, a imposição religiosa e a instalação de vilas, dando origem as primeiras cidades, imprimindo uma nova dinâmica política e econômica. Os testemunhos remanescentes dos períodos referentes a ocupação humana desta região, podem ser observados nos sítios arqueológicos já registrados na área do município de Imbituba, contando com sambaquis, sítios Guarani e um sítio histórico, relacionado à pesca da baleia. Diante deste cenário, uma equipe de pesquisa da Espaço Arqueologia realizou a etapa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área de implantação do Loteamento Imbituba. O objetivo principal nesta etapa de pesquisa, consiste na realização de ações para avaliar a possibilidade de geração de impactos ao patrimônio arqueológico em virtude da instalação do empreendimento. Neste caso, a metodologia de pesquisa prevista no projeto foi aplicada em campo por meio da execução de linhas de caminhamento e a escavação de poços-teste para a verificação da superfície e da subsuperfície do terreno. Como resultado das atividades de pesquisa de campo, não foram encontrados vestígios arqueológicos. Uma outra atividade deste projeto consistiu na realização das ações de divulgação da pesquisa. Desta forma, a pesquisa foi divulgada junto aos moradores sediados nas áreas próximas ao empreendimento, assim como, junto à Secretaria de Educação do município de Imbituba. Nestas ações foram prestadas informações sobre a arqueologia de modo geral e sobre o projeto desta pesquisa. Todos os participantes destas atividades receberam os materiais didático-informativos compostos por dois folders, sendo o primeiro com conteúdos relacionados as etapas da pesquisa arqueológica no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos e, o segundo folder com conteúdo referente as pesquisas arqueológicas no litoral de Santa Catarina, reunindo informações sobre o modo de vida dos principais grupos humanos que habitaram a região antes do contato com os europeus. Estas ações objetivaram a promoção da socialização dos resultados das pesquisas arqueológicas junto à comunidade, despertando o interesse pelo tema, a necessidade de preservação do patrimônio arqueológico e o respeito à diversidade étnica e cultural que compõe a História Regional. no-repeat;left top;; auto | Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico foi executado no município de Imbituba left #ffffff no-repeat;left top;; auto 100 A área da pesquisa está numa paisagem com características comuns às planícies costeiras do leste catarinense, por sua biodiversidade e disponibilidade de recursos, podem ser consideradas áreas ambientalmente privilegiadas. As planícies costeiras margeiam todo o leste do Estado de Santa Catarina ao longo do Oceano Atlântico, apresentando áreas mais largas na região sul do Estado, e áreas mais estreitas a partir do município de Laguna. Tais planícies são compostas por praias, campos de dunas estáveis e instáveis, lagoas costeiras, foz de rios, pontais, enseadas e baías. Situado no Litoral Sul de Santa Catarina, mais especificamente na faixa de dunas estáveis que separam a Lagoa do Mirim e a linha da praia, o ambiente, desde tempos remotos, por suas características naturais, foi escolhido por grupos humanos para o desenvolvimento de suas práticas de vida. O grupo mais antigo é conhecido na literatura arqueológica como sambaquieiros, que tinham como maior fonte para obtenção de recursos alimentares as lagoas e o mar, completando sua alimentação caçando pequenos animais e aves, assim como, coletando frutos e vegetais. A grande marca que os sambaquieiros deixaram na paisagem foram os grandes montes de conchas, denominados sambaquis, sendo que os mais antigos estão localizados no litoral sul de Santa Catarina, construídos há cerca de 8 mil anos. Outro grupo que habitou esta porção do litoral catarinense no período pré-colonial, foram os Guarani, também conhecidos como Carijós, nesta região. Ocupavam os cordões de dunas estáveis e organizavam-se em aldeias. Os Guarani produziam e utilizavam diversos tipos de vasilhas cerâmicas nas suas atividades domésticas como grandes vasos para preparação e conservação de bebidas, panelas para cozimento de alimentos e pequenos potes para servir comidas e bebidas. Este grupo, entrou em contato com os primeiros colonizadores europeus que chegaram ao território a partir do século XVI. A chegada dos colonizadores europeus na costa catarinense representou profundos impactos aos

Pesquisa Arqueológica nos municípios de Prudentópolis e Turvo, no Paraná

Projeto foi desenvolvido no vale do Rio Marrecas left #ffffff no-repeat;left top;; auto 100 O rio Marrecas faz parte da Bacia hidrográfica do rio Paraná, e possui sua nascente localizada próxima à transição do segundo e terceiro planalto paranaense, percorrendo seu curso até desaguar no rio Ivaí que, por sua vez, deságua na margem esquerda do Paraná. Em seu trajeto, o afluente transpassa o território dos municípios de Guarapuava, Turvo e Prudentópolis. Formado naturalmente, o ambiente no entorno do rio é composto por variadas formas de relevo, contando com vales encaixados, áreas de terraços fluviais e colinas abrigadas de inundações. Além disso, observa-se outros elementos naturais como a flora, a fauna, assim como a formação de praias de seixos no leito do rio e afloramentos rochosos situados nas partes mais altas e afastadas do rio. Contexto esse que constituem fontes de coleta de matéria-prima para a elaboração de instrumentos líticos, servindo de atrativo para o estabelecimento de grupos humanos desde tempos remotos. Nos últimos anos, esse ambiente tem recebido diversos projetos de pesquisas arqueológicas ligadas aos processos de licenciamento ambiental de empreendimentos dos setores de geração e distribuição de energia elétrica. Estes projetos estão trazendo resultados interessantes sobre a ocupação humana da região, por meio do registro e estudo de diversos sítios arqueológicos identificados, atestando o alto potencial arqueológico da região. Nos estudos já realizados nos municípios de Prudentópolis e Turvo, no Paraná, foram identificados e escavados alguns sítios arqueológicos com cultura material composta por artefatos líticos e vestígios de materiais cerâmicos, contribuindo para o conhecimento sobre o modo de vida dos grupos humanos que habitaram a região no passado. Dentro deste panorama, foi realizada a etapa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área de implantação da LT 138 KV PCH Confluência – SE Faxinal da Boa Vista, a ser instalada nos municípios de Prudentópolis e Turvo, Estado do Paraná. As áreas da linha de transmissão foram objeto de investigações executadas na superfície e na subsuperfície do terreno, por meio de técnicas de pesquisa como linhas de caminhamentos e a escavação de poços-teste com até 70 cm de profundidade, escavados com cavadeira articulada nas áreas que receberão as torres da linha de transmissão. Como resultado da pesquisa realizada, não foram encontrados vestígios arqueológicos, no entanto, a realização desta pesquisa contribuiu para o atendimento da legislação vigente e a preservação do patrimônio arqueológico. Outras ações relevantes dentro de uma pesquisa, são as atividades educativas, que possuem a finalidade de divulgar e promover a preservação do patrimônio arqueológico. Neste sentido, os arqueólogos realizaram visitas aos moradores das comunidades próximas ao empreendimento para estabelecer um diálogo sobre a pesquisa e seus resultados, primando sempre pelos protocolos de saúde em função da pandemia. Aos participantes das atividades educativas, foram distribuídos materiais informativos constituídos por dois folders, sendo o primeiro composto por informações relacionadas ao desenvolvimento das pesquisas arqueológicas no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos; e, o segundo tratando dos principais aspectos culturais, relacionados aos grupos humanos que habitaram o planalto meridional brasileiro no período pré-colonial. Estas ações objetivaram a promoção da socialização dos resultados das pesquisas arqueológicas junto à comunidade, despertando o interesse pelo tema e a necessidade de preservação do patrimônio arqueológico e cultural. no-repeat;left top;; auto | Projeto foi desenvolvido no vale do Rio Marrecas left #ffffff no-repeat;left top;; auto 100 O rio Marrecas faz parte da Bacia hidrográfica do rio Paraná, e possui sua nascente localizada próxima à transição do segundo e terceiro planalto paranaense, percorrendo seu curso até desaguar no rio Ivaí que, por sua vez, deságua na margem esquerda do Paraná. Em seu trajeto, o afluente transpassa o território dos municípios de Guarapuava, Turvo e Prudentópolis. Formado naturalmente, o ambiente no entorno do rio é composto por variadas formas de relevo, contando com vales encaixados, áreas de terraços fluviais e colinas abrigadas de inundações. Além disso, observa-se outros elementos naturais como a flora, a fauna, assim como a formação de praias de seixos no leito do rio e afloramentos rochosos situados nas partes mais altas e afastadas do rio. Contexto esse que constituem fontes de coleta de matéria-prima para a elaboração de instrumentos líticos, servindo de atrativo para o estabelecimento de grupos humanos desde tempos remotos. Nos últimos anos, esse ambiente tem recebido diversos projetos de pesquisas arqueológicas ligadas aos processos de licenciamento ambiental de empreendimentos dos setores de geração e distribuição de energia elétrica. Estes projetos estão trazendo resultados interessantes sobre a ocupação humana da região, por meio do registro e estudo de diversos sítios arqueológicos identificados, atestando o alto potencial arqueológico da região. Nos estudos já realizados nos municípios de Prudentópolis e Turvo, no Paraná, foram identificados e escavados alguns sítios arqueológicos com cultura material composta por artefatos líticos e vestígios de materiais cerâmicos, contribuindo para o conhecimento sobre o modo de vida dos grupos humanos que habitaram a região no passado. Dentro deste panorama, foi realizada a etapa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área de implantação da LT 138 KV PCH Confluência – SE Faxinal da Boa Vista, a ser instalada nos municípios de Prudentópolis e Turvo, Estado do Paraná. As áreas da linha de transmissão foram objeto de investigações executadas na superfície e na subsuperfície do terreno, por meio de técnicas de pesquisa como linhas de caminhamentos e a escavação de poços-teste com até 70 cm de profundidade, escavados com cavadeira articulada nas áreas que receberão as torres da linha de transmissão. Como resultado da pesquisa realizada, não foram encontrados vestígios arqueológicos, no entanto, a realização desta pesquisa contribuiu para o atendimento da legislação vigente e a preservação do patrimônio arqueológico. Outras ações relevantes dentro de uma pesquisa, são as atividades educativas, que possuem a finalidade de divulgar e promover a preservação do patrimônio arqueológico. Neste sentido, os arqueólogos realizaram visitas aos moradores das comunidades próximas ao empreendimento para estabelecer um diálogo sobre a pesquisa e seus resultados, primando sempre pelos protocolos de saúde em função da pandemia. Aos participantes das atividades educativas, foram distribuídos materiais informativos constituídos

Pesquisa identifica Patrimônio Arqueológico no Vale do Ribeira

Projeto resulta na identificação de dois sítios arqueológicos no município de Adrianópolis/PR. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 94 O Vale do Ribeira é uma região que abrange alguns municípios próximos à divisa entre os estados do Paraná e São Paulo, como é o caso de Ribeira, pelo lado paulista, e Adrianópolis, em território paranaense. Suas principais características geográficas estão relacionadas as formações de vales profundos, elevações com topos agudos e encostas íngremes com formações rochosas caracterizadas por grutas e cavernas com bom potencial para abrigos. Por ser uma paisagem com recursos naturais atraentes ao assentamento de grupos humanos, a região é tratada pelos pesquisadores em arqueologia como uma área de alto potencial arqueológico, fato atestado pelos diversos sítios arqueológicos já registrados no ambiente, como abrigos sob rocha, sambaquis fluviais, sítios líticos, sítios cerâmicos e também lito-cerâmicos. Neste ambiente, os pesquisadores da Espaço Arqueologia realizaram os estudos inerentes a etapa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, na área do Complexo Mineroindustrial do município de Adrianópolis, Paraná. Conforme previsto no projeto de pesquisa, a equipe de arqueólogos fez uso prático da metodologia de campo, composta por linhas de caminhamento e a escavação de poços-teste nas áreas do projeto. Como resultado das atividades, foram identificados dois sítios arqueológicos, sendo o sítio Adrianópolis 1, caracterizado como um sítio lito-cerâmico, com presença de lascas e fragmentos cerâmicos em superfície e, o sítio Adrianópolis 2, caracterizado como um sítio lítico, com identificação de lascas e um artefato lítico polido, dispersos sobre a superfície do solo. Diante do Patrimônio Arqueológico identificado, os pesquisadores socializaram os resultados junto a algumas pessoas, primando sempre pelos cuidados necessários e o cumprimento dos protocolos sanitários. Nesses breves contatos, foram prestados esclarecimentos sobre o estudo, assim como, fornecidas informações sobre os resultados preliminares alcançados. Nessas oportunidades foram distribuídos materiais didático-informativos, compostos por dois folders, sendo o primeiro sobre a legislação que trata da pesquisa e a preservação do patrimônio arqueológico e, o segundo tratando do histórico da ocupação humana do planalto meridional brasileiro no período pré-colonial. Atualmente, a pesquisa está na fase de elaboração do relatório, que será apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Paraná para análise e orientações para a próxima etapa. no-repeat;left top;; auto | Projeto resulta na identificação de dois sítios arqueológicos no município de Adrianópolis/PR. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 94 O Vale do Ribeira é uma região que abrange alguns municípios próximos à divisa entre os estados do Paraná e São Paulo, como é o caso de Ribeira, pelo lado paulista, e Adrianópolis, em território paranaense. Suas principais características geográficas estão relacionadas as formações de vales profundos, elevações com topos agudos e encostas íngremes com formações rochosas caracterizadas por grutas e cavernas com bom potencial para abrigos. Por ser uma paisagem com recursos naturais atraentes ao assentamento de grupos humanos, a região é tratada pelos pesquisadores em arqueologia como uma área de alto potencial arqueológico, fato atestado pelos diversos sítios arqueológicos já registrados no ambiente, como abrigos sob rocha, sambaquis fluviais, sítios líticos, sítios cerâmicos e também lito-cerâmicos. Neste ambiente, os pesquisadores da Espaço Arqueologia realizaram os estudos inerentes a etapa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, na área do Complexo Mineroindustrial do município de Adrianópolis, Paraná. Conforme previsto no projeto de pesquisa, a equipe de arqueólogos fez uso prático da metodologia de campo, composta por linhas de caminhamento e a escavação de poços-teste nas áreas do projeto. Como resultado das atividades, foram identificados dois sítios arqueológicos, sendo o sítio Adrianópolis 1, caracterizado como um sítio lito-cerâmico, com presença de lascas e fragmentos cerâmicos em superfície e, o sítio Adrianópolis 2, caracterizado como um sítio lítico, com identificação de lascas e um artefato lítico polido, dispersos sobre a superfície do solo. Diante do Patrimônio Arqueológico identificado, os pesquisadores socializaram os resultados junto a algumas pessoas, primando sempre pelos cuidados necessários e o cumprimento dos protocolos sanitários. Nesses breves contatos, foram prestados esclarecimentos sobre o estudo, assim como, fornecidas informações sobre os resultados preliminares alcançados. Nessas oportunidades foram distribuídos materiais didático-informativos, compostos por dois folders, sendo o primeiro sobre a legislação que trata da pesquisa e a preservação do patrimônio arqueológico e, o segundo tratando do histórico da ocupação humana do planalto meridional brasileiro no período pré-colonial. Atualmente, a pesquisa está na fase de elaboração do relatório, que será apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) do Paraná para análise e orientações para a próxima etapa. no-repeat;left top;; auto

Equipe de pesquisa vai a campo em Tubarão, Santa Catarina

Projeto de arqueologia preventiva aconteceu em área de futuro loteamento residencial left #ffffff no-repeat;left top;; auto 24 Na cidade sede da Espaço Arqueologia, empresa que há 10 anos atua em todo território nacional, uma equipe de pesquisa realizou mais um projeto de licenciamento ambiental. A avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, etapa prevista na Instrução Normativa do IPHAN n° 001/2015, aconteceu na área que receberá um loteamento residencial no bairro Monte Castelo, localizado no município de Tubarão, região sul de Santa Catarina. Por prever movimentação do solo durante as atividades de instalação do empreendimento, e visando evitar danos ao patrimônio, os pesquisadores foram a campo em busca de vestígios da cultura material, caracterizados como sítios arqueológicos. Essas evidências podem ter sido deixadas tanto por grupos pré-coloniais, assim como por antigas ocupações coloniais que exploraram esses ambientes. A área de 19 hectares, atualmente utilizada para o cultivo de arroz, é composta por terras baixas, planícies costeiras formadas a partir de acumulação lacustre, fluviais, marinhas e eólicas e, do ponto de vista arqueológico, apresenta alto potencial para assentamentos humanos de grupos do passado. O desenvolvimento desse projeto visa o cumprimento da legislação ambiental vigente, com o objetivo central de evitar impactos sobre sítios arqueológicos que por ventura possam existir na área estudada. Para isso, foram aplicadas técnicas como: linhas de caminhamento sistemático; caminhamentos amostrais na área de entorno; e escavação de poços-teste de até 70 cm de profundidade sob malha de 50 metros da poligonal do empreendimento. Como resultado, nenhum vestígio arqueológico foi identificado. Junto à comunidade do entorno, a equipe também atuou na divulgação através de conversas e distribuição de material informativo sobre o desenvolvimento da pesquisa, bem como, levantado dados complementares com os moradores sobre o contexto arqueológico local. Todo processo de desenvolvimento da pesquisa contou com os cuidados necessários e cumprimento dos protocolos sanitários previstos para o combate a pandemia. no-repeat;left top;; auto | Projeto de arqueologia preventiva aconteceu em área de futuro loteamento residencial left #ffffff no-repeat;left top;; auto 24 Na cidade sede da Espaço Arqueologia, empresa que há 10 anos atua em todo território nacional, uma equipe de pesquisa realizou mais um projeto de licenciamento ambiental. A avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico, etapa prevista na Instrução Normativa do IPHAN n° 001/2015, aconteceu na área que receberá um loteamento residencial no bairro Monte Castelo, localizado no município de Tubarão, região sul de Santa Catarina. Por prever movimentação do solo durante as atividades de instalação do empreendimento, e visando evitar danos ao patrimônio, os pesquisadores foram a campo em busca de vestígios da cultura material, caracterizados como sítios arqueológicos. Essas evidências podem ter sido deixadas tanto por grupos pré-coloniais, assim como por antigas ocupações coloniais que exploraram esses ambientes. A área de 19 hectares, atualmente utilizada para o cultivo de arroz, é composta por terras baixas, planícies costeiras formadas a partir de acumulação lacustre, fluviais, marinhas e eólicas e, do ponto de vista arqueológico, apresenta alto potencial para assentamentos humanos de grupos do passado. O desenvolvimento desse projeto visa o cumprimento da legislação ambiental vigente, com o objetivo central de evitar impactos sobre sítios arqueológicos que por ventura possam existir na área estudada. Para isso, foram aplicadas técnicas como: linhas de caminhamento sistemático; caminhamentos amostrais na área de entorno; e escavação de poços-teste de até 70 cm de profundidade sob malha de 50 metros da poligonal do empreendimento. Como resultado, nenhum vestígio arqueológico foi identificado. Junto à comunidade do entorno, a equipe também atuou na divulgação através de conversas e distribuição de material informativo sobre o desenvolvimento da pesquisa, bem como, levantado dados complementares com os moradores sobre o contexto arqueológico local. Todo processo de desenvolvimento da pesquisa contou com os cuidados necessários e cumprimento dos protocolos sanitários previstos para o combate a pandemia. no-repeat;left top;; auto