Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na comunidade de Mirim, Imbituba/SC

Estudos arqueológicos em área destinada a implantação de rotatórias sul e norte na BR 101 left #ffffff no-repeat;left top;; auto 224 Inserida em um contexto de ocupação humana muito antigo, a comunidade do Mirim está localizada no município de Imbituba, Santa Catarina, 4 quilômetros a oeste do seu centro urbano, às margens das pistas sul e norte da BR-101. Fundado no século XVIII e constituído por açorianos e luso-brasileiros, o povoado se dedicou inicialmente às atividades da pesca e da agricultura, erguendo edificações que hoje representam importante patrimônio histórico regional. Deve-se ter em conta, ainda, que o território que hoje pertence ao município de Imbituba já foi habitado populações ainda mais antigas no período pré-colonial, ou seja, antes da chegada dos primeiros europeus às terras americanas. Merecem destaque os sambaquieiros e os povos guarani, que habitaram estes mesmos espaços e deixaram como testemunho de sua presença nas terras litorâneas inúmeros vestígios materiais que hoje compõem os sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Partindo deste contexto, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia esteve na comunidade do Mirim para execução de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico em área destinada a implantação de rotatórias sul e norte na BR 101. As ações da pesquisa têm como papel central identificar a possível presença de bens culturais, assim como proteger e difundir, junto à comunidade, a importância do patrimônio local. Segundo Valdir Luiz Schwengber, arqueólogo coordenador da pesquisa, “a legislação vigente e o alto potencial arqueológico do local torna necessária a realização de estudos arqueológicos para que o empreendimento possa ser instalado”. O pesquisador destaca que o alto potencial arqueológico da área se deve a sua implantação na paisagem (entre pontais rochosos e lagoas), semelhante aos locais onde é comum a ocorrência de sambaquis ou sítios associados aos guarani. Schwengber complementa informando que, em campo, a equipe de arqueólogos realizou linhas de caminhamentos sistemáticos no interior da área em que ocorrerão as obras, e foram escavados poços-teste para investigação em subsuperfície. Com as pesquisas realizadas não foram identificados vestígios arqueológicos e, como complemento, fez-se junto à comunidade o trabalho de divulgação da pesquisa por meio da entrega de material didático/informativo, que traz informações sobre as diferentes etapas da pesquisa arqueológica no contexto do licenciamento ambiental, e sobre os bens culturais acautelados pelo IPHAN existentes na região. no-repeat;left top;; auto | Estudos arqueológicos em área destinada a implantação de rotatórias sul e norte na BR 101 left #ffffff no-repeat;left top;; auto 224 Inserida em um contexto de ocupação humana muito antigo, a comunidade do Mirim está localizada no município de Imbituba, Santa Catarina, 4 quilômetros a oeste do seu centro urbano, às margens das pistas sul e norte da BR-101. Fundado no século XVIII e constituído por açorianos e luso-brasileiros, o povoado se dedicou inicialmente às atividades da pesca e da agricultura, erguendo edificações que hoje representam importante patrimônio histórico regional. Deve-se ter em conta, ainda, que o território que hoje pertence ao município de Imbituba já foi habitado populações ainda mais antigas no período pré-colonial, ou seja, antes da chegada dos primeiros europeus às terras americanas. Merecem destaque os sambaquieiros e os povos guarani, que habitaram estes mesmos espaços e deixaram como testemunho de sua presença nas terras litorâneas inúmeros vestígios materiais que hoje compõem os sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Partindo deste contexto, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia esteve na comunidade do Mirim para execução de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico em área destinada a implantação de rotatórias sul e norte na BR 101. As ações da pesquisa têm como papel central identificar a possível presença de bens culturais, assim como proteger e difundir, junto à comunidade, a importância do patrimônio local. Segundo Valdir Luiz Schwengber, arqueólogo coordenador da pesquisa, “a legislação vigente e o alto potencial arqueológico do local torna necessária a realização de estudos arqueológicos para que o empreendimento possa ser instalado”. O pesquisador destaca que o alto potencial arqueológico da área se deve a sua implantação na paisagem (entre pontais rochosos e lagoas), semelhante aos locais onde é comum a ocorrência de sambaquis ou sítios associados aos guarani. Schwengber complementa informando que, em campo, a equipe de arqueólogos realizou linhas de caminhamentos sistemáticos no interior da área em que ocorrerão as obras, e foram escavados poços-teste para investigação em subsuperfície. Com as pesquisas realizadas não foram identificados vestígios arqueológicos e, como complemento, fez-se junto à comunidade o trabalho de divulgação da pesquisa por meio da entrega de material didático/informativo, que traz informações sobre as diferentes etapas da pesquisa arqueológica no contexto do licenciamento ambiental, e sobre os bens culturais acautelados pelo IPHAN existentes na região. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa Arqueológica em Penha, Santa Catarina

241 Entre os meses de setembro e outubro de 2025, a equipe de arqueologia da Espaço executou o Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de um empreendimento imobiliário no município de Penha, no litoral de Santa Catarina. A área de estudo está localizada na margem direita do rio Iriri, próxima à sua foz, situada entre a Praia Alegre e a Praia do Bananal. A história do município de Penha e seu desenvolvimento estão ligados às atividades econômicas voltadas ao mar, em específico, à pesca da baleia e ao comércio dos produtos dela derivados. Estudos arqueológicos demonstram que, no período pré-colonial, povos de diferentes etnias que ocuparam esse mesmo território também possuíam uma forte ligação com o mar. no-repeat;left top;; auto Atualmente, há 7 sítios arqueológicos registrados no município de Penha. Desses, 4 são sambaquis, 2 são oficinas líticas e 1 corresponde às ruínas da antiga Armação Baleeira de Itapocoroi, fundada em 1778. Diante desse contexto arqueológico e do alto potencial da área objeto da pesquisa, a equipe realizou prospecções sistemáticas de superfície e subsuperfície, além de entrevistas com moradores locais, a fim de divulgar a pesquisa e obter informações sobre a possível existência de sítios arqueológicos no terreno em estudo ou em suas imediações. Como resultado, não foram identificados sítios arqueológicos na área da pesquisa. Contudo, verificou-se que a comunidade local possui conhecimento sobre a existência de sítios (principalmente sambaquis) no município. A pesquisa realizada, que se insere no contexto do licenciamento ambiental, teve como orientação o cumprimento da Lei n° 3.924/61 por meio dos procedimentos administrativos estabelecidos pela Instrução Normativa Iphan n° 01/2015. no-repeat;left top;; auto |241 Entre os meses de setembro e outubro de 2025, a equipe de arqueologia da Espaço executou o Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de um empreendimento imobiliário no município de Penha, no litoral de Santa Catarina. A área de estudo está localizada na margem direita do rio Iriri, próxima à sua foz, situada entre a Praia Alegre e a Praia do Bananal. A história do município de Penha e seu desenvolvimento estão ligados às atividades econômicas voltadas ao mar, em específico, à pesca da baleia e ao comércio dos produtos dela derivados. Estudos arqueológicos demonstram que, no período pré-colonial, povos de diferentes etnias que ocuparam esse mesmo território também possuíam uma forte ligação com o mar. no-repeat;left top;; auto Atualmente, há 7 sítios arqueológicos registrados no município de Penha. Desses, 4 são sambaquis, 2 são oficinas líticas e 1 corresponde às ruínas da antiga Armação Baleeira de Itapocoroi, fundada em 1778. Diante desse contexto arqueológico e do alto potencial da área objeto da pesquisa, a equipe realizou prospecções sistemáticas de superfície e subsuperfície, além de entrevistas com moradores locais, a fim de divulgar a pesquisa e obter informações sobre a possível existência de sítios arqueológicos no terreno em estudo ou em suas imediações. Como resultado, não foram identificados sítios arqueológicos na área da pesquisa. Contudo, verificou-se que a comunidade local possui conhecimento sobre a existência de sítios (principalmente sambaquis) no município. A pesquisa realizada, que se insere no contexto do licenciamento ambiental, teve como orientação o cumprimento da Lei n° 3.924/61 por meio dos procedimentos administrativos estabelecidos pela Instrução Normativa Iphan n° 01/2015. no-repeat;left top;; auto

Sambaqui inédito é identificado em São Francisco do Sul/SC

left #ffffff no-repeat;left top;; auto 225 Durante o processo de licenciamento ambiental para a instalação de um empreendimento imobiliário nas proximidades da praia de Ubatuba, uma descoberta arqueológica significativa foi realizada. Um sambaqui inédito, agora denominado “Ubatuba 1”, foi identificado na área destinada a implantação de um empreendimento imobiliário. Para este trabalho, os pesquisadores realizaram a aplicação de metodologia de campo prevista no projeto de pesquisa, encaminhado ao IPHAN e aprovado pelo órgão. Em campo, foram realizados caminhamentos sistemáticos em toda área diretamente afetada bem como a escavação de 40 poços-teste de aproximadamente 1 metro de profundidade, distribuídos de forma homogênea no terreno. Os procedimentos realizados proporcionaram uma cobertura eficaz em toda área, resultando na descoberta de um sambaqui. no-repeat;left top;; auto Os sambaquis são estruturas arqueológicas compostas por acúmulos de conchas associados a areia, sepultamentos, ossos de animais e outros materiais orgânicos e minerais. Dada a variabilidade percebida na cultura material que compõe os sambaquis e sua relevância na compreensão das dinâmicas ambientais ocorridas no passado, esses sítios correspondem a importantes testemunhos das antigas populações indígenas que habitaram a região, além de contribuir para estudos paleoambientais. Esta descoberta ressalta, ainda, a importância da realização da pesquisa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico como parte essencial do licenciamento ambiental, garantindo a preservação do patrimônio arqueológico local. Arqueólogos da Espaço Arqueologia conduziram os estudos sobre a área projetada para receber o empreendimento, assim como os trabalhos prévios realizados no sambaqui identificado e denominado Ubatuba 1. O objetivo central da pesquisa nesta etapa é de preservação do patrimônio arqueológico, além de determinar as medidas necessárias para sua proteção durante o desenvolvimento do empreendimento. O arqueólogo coordenador da pesquisa, Valdir Luiz Schwengber, reforça que o licenciamento ambiental é uma etapa fundamental para qualquer atividade potencialmente impactante, assegurando a sustentabilidade ambiental e cultural da região. A descoberta do sambaqui Ubatuba 1 reforça a necessidade de conciliar atividades econômicas e preservação, promovendo um desenvolvimento responsável e consciente. Essa descoberta arqueológica não apenas enriquece o patrimônio cultural de São Francisco do Sul, mas também serve como um lembrete da importância de integrar estudos ambientais e culturais em projetos de infraestrutura. O sambaqui Ubatuba 1 agora se junta ao rico conjunto arqueológico pré-colonial da região. Cabe destacar que além da identificação do sítio arqueológico, a equipe promoveu ações de divulgação do patrimônio arqueológico local, incluindo o sambaqui Ubatuba 1, tendo como público participante as comunidades do entorno do empreendimento. no-repeat;left top;; auto |left #ffffff no-repeat;left top;; auto 225 Durante o processo de licenciamento ambiental para a instalação de um empreendimento imobiliário nas proximidades da praia de Ubatuba, uma descoberta arqueológica significativa foi realizada. Um sambaqui inédito, agora denominado “Ubatuba 1”, foi identificado na área destinada a implantação de um empreendimento imobiliário. Para este trabalho, os pesquisadores realizaram a aplicação de metodologia de campo prevista no projeto de pesquisa, encaminhado ao IPHAN e aprovado pelo órgão. Em campo, foram realizados caminhamentos sistemáticos em toda área diretamente afetada bem como a escavação de 40 poços-teste de aproximadamente 1 metro de profundidade, distribuídos de forma homogênea no terreno. Os procedimentos realizados proporcionaram uma cobertura eficaz em toda área, resultando na descoberta de um sambaqui. no-repeat;left top;; auto Os sambaquis são estruturas arqueológicas compostas por acúmulos de conchas associados a areia, sepultamentos, ossos de animais e outros materiais orgânicos e minerais. Dada a variabilidade percebida na cultura material que compõe os sambaquis e sua relevância na compreensão das dinâmicas ambientais ocorridas no passado, esses sítios correspondem a importantes testemunhos das antigas populações indígenas que habitaram a região, além de contribuir para estudos paleoambientais. Esta descoberta ressalta, ainda, a importância da realização da pesquisa de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico como parte essencial do licenciamento ambiental, garantindo a preservação do patrimônio arqueológico local. Arqueólogos da Espaço Arqueologia conduziram os estudos sobre a área projetada para receber o empreendimento, assim como os trabalhos prévios realizados no sambaqui identificado e denominado Ubatuba 1. O objetivo central da pesquisa nesta etapa é de preservação do patrimônio arqueológico, além de determinar as medidas necessárias para sua proteção durante o desenvolvimento do empreendimento. O arqueólogo coordenador da pesquisa, Valdir Luiz Schwengber, reforça que o licenciamento ambiental é uma etapa fundamental para qualquer atividade potencialmente impactante, assegurando a sustentabilidade ambiental e cultural da região. A descoberta do sambaqui Ubatuba 1 reforça a necessidade de conciliar atividades econômicas e preservação, promovendo um desenvolvimento responsável e consciente. Essa descoberta arqueológica não apenas enriquece o patrimônio cultural de São Francisco do Sul, mas também serve como um lembrete da importância de integrar estudos ambientais e culturais em projetos de infraestrutura. O sambaqui Ubatuba 1 agora se junta ao rico conjunto arqueológico pré-colonial da região. Cabe destacar que além da identificação do sítio arqueológico, a equipe promoveu ações de divulgação do patrimônio arqueológico local, incluindo o sambaqui Ubatuba 1, tendo como público participante as comunidades do entorno do empreendimento. no-repeat;left top;; auto

Estudo de Arqueologia preventiva é executado na região de Lagoa do Dionísio, Ibitiara/BA

left #ffffff no-repeat;left top;; auto 226 As serrarias da localidade de Lagoa do Dionísio, no município de Ibitiara, na Bahia, foram objeto de estudos arqueológicos, referentes à etapa inicial do licenciamento ambiental de um empreendimento de geração de energia eólica. A etapa, corresponde à Avaliação de Potencial de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, e tem como objetivo identificar, a partir de elementos da paisagem e do contexto arqueológico regional, os compartimentos de alto, médio e baixo potencial para ocorrência de sítios arqueológicos nas áreas de interesse do empreendimento. Tal avaliação se dá por meio de pesquisas bibliográficas e de campanhas de campo, quando a equipe de pesquisadores realiza vistorias in loco e faz contato com a comunidade, no intuito de obter informações a respeito da existência de contextos arqueológicos já conhecidos e realizar a divulgação das informações que já se tem sobre o patrimônio arqueológico local. no-repeat;left top;; auto Em estudos anteriores já realizados na região por nossa equipe, foram identificados sítios arqueológicos compostos por abrigos com pinturas rupestres ou por sítios líticos e cerâmicos superficiais. Na pesquisa atual, por meio das vistorias e conversas realizadas com a comunidade, não foram identificados novos sítios arqueológicos, contudo, se constatou o alto potencial da região para a existência de contextos ainda não registrados. A sequência do estudo se dará com a realização da etapa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, onde prospecções interventivas serão realizadas nas praças dos aerogeradores e demais estruturas que comporão o empreendimento. no-repeat;left top;; auto |left #ffffff no-repeat;left top;; auto 226 As serrarias da localidade de Lagoa do Dionísio, no município de Ibitiara, na Bahia, foram objeto de estudos arqueológicos, referentes à etapa inicial do licenciamento ambiental de um empreendimento de geração de energia eólica. A etapa, corresponde à Avaliação de Potencial de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, e tem como objetivo identificar, a partir de elementos da paisagem e do contexto arqueológico regional, os compartimentos de alto, médio e baixo potencial para ocorrência de sítios arqueológicos nas áreas de interesse do empreendimento. Tal avaliação se dá por meio de pesquisas bibliográficas e de campanhas de campo, quando a equipe de pesquisadores realiza vistorias in loco e faz contato com a comunidade, no intuito de obter informações a respeito da existência de contextos arqueológicos já conhecidos e realizar a divulgação das informações que já se tem sobre o patrimônio arqueológico local. no-repeat;left top;; auto Em estudos anteriores já realizados na região por nossa equipe, foram identificados sítios arqueológicos compostos por abrigos com pinturas rupestres ou por sítios líticos e cerâmicos superficiais. Na pesquisa atual, por meio das vistorias e conversas realizadas com a comunidade, não foram identificados novos sítios arqueológicos, contudo, se constatou o alto potencial da região para a existência de contextos ainda não registrados. A sequência do estudo se dará com a realização da etapa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, onde prospecções interventivas serão realizadas nas praças dos aerogeradores e demais estruturas que comporão o empreendimento. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica em São José dos Pinhais/PR

left #ffffff no-repeat;left top;; auto 227 A área na qual será instalada uma via pública de aproximadamente 3,5km no município de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, foi objeto de um projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico executado pela Espaço. As investigações ocorreram na zona rural do município, sobre extensas áreas de pastagem e cultivo de grama, além das imediações de locais destinados à extração mineral. Toda a extensão do empreendimento foi objeto de prospecção superficial e subsuperficial e, como resultado dos estudos, não foram identificados vestígios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Além das atividades de prospecção, foram realizadas conversas com a comunidade local no intuito de obter informações sobre a eventual ocorrência de sítios arqueológicos nas imediações do empreendimento. Na mesma oportunidade, fez-se a divulgação dos bens acautelados pelo IPHAN existentes no município e prestou-se esclarecimentos sobre a arqueologia local e os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. O projeto executado representa o cumprimento da Lei n° 3924/61 e seguiu os processos administrativos indicados pela Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015, uma vez que foi desenvolvida no contexto do Licenciamento Ambiental. no-repeat;left top;; auto |left #ffffff no-repeat;left top;; auto 227 A área na qual será instalada uma via pública de aproximadamente 3,5km no município de São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, foi objeto de um projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico executado pela Espaço. As investigações ocorreram na zona rural do município, sobre extensas áreas de pastagem e cultivo de grama, além das imediações de locais destinados à extração mineral. Toda a extensão do empreendimento foi objeto de prospecção superficial e subsuperficial e, como resultado dos estudos, não foram identificados vestígios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Além das atividades de prospecção, foram realizadas conversas com a comunidade local no intuito de obter informações sobre a eventual ocorrência de sítios arqueológicos nas imediações do empreendimento. Na mesma oportunidade, fez-se a divulgação dos bens acautelados pelo IPHAN existentes no município e prestou-se esclarecimentos sobre a arqueologia local e os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. O projeto executado representa o cumprimento da Lei n° 3924/61 e seguiu os processos administrativos indicados pela Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015, uma vez que foi desenvolvida no contexto do Licenciamento Ambiental. no-repeat;left top;; auto

Pesquisas arqueológicas em Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Estudos foram realizados visando garantir a proteção do patrimônio cultural local left #ffffff no-repeat;left top;; auto 212 Em Campo Grande, duas novas pesquisas arqueológicas foram realizadas em áreas destinadas a empreendimentos imobiliários, visando garantir a proteção do patrimônio cultural local. A iniciativa faz parte das exigências da Instrução Normativa do IPHAN n° 01/2015, que estabelece procedimentos para a Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (AIPA). Em campo, a equipe coordenada pelo Dr. Jedson Francisco Cerezer, realizou caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste para identificar possíveis vestígios arqueológicos na área. Embora nenhum vestígio tenha sido encontrado, as pesquisas são essenciais para assegurar que futuros projetos imobiliários não causem danos ao patrimônio cultural. no-repeat;left top;; auto Além das atividades de campo, a equipe também realizou ações de divulgação e esclarecimento junto à comunidade local, promovendo a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio arqueológico. Essas ações incluíram a distribuição de materiais informativos e conversas informais com moradores da região. Campo Grande abriga 43 bens acautelados pelo IPHAN, dos quais 18 são sítios arqueológicos e 25 são bens imóveis tombados. Essas iniciativas protegem a herança cultural de Campo Grande e garantem que as futuras gerações possam conhecer e valorizar a história da região. A pesquisa em Campo Grande é um exemplo de como a arqueologia pode colaborar com o desenvolvimento urbano, garantindo que o crescimento da cidade seja sustentável e respeite o legado histórico e cultural da região. no-repeat;left top;; auto | Estudos foram realizados visando garantir a proteção do patrimônio cultural local left #ffffff no-repeat;left top;; auto 212 Em Campo Grande, duas novas pesquisas arqueológicas foram realizadas em áreas destinadas a empreendimentos imobiliários, visando garantir a proteção do patrimônio cultural local. A iniciativa faz parte das exigências da Instrução Normativa do IPHAN n° 01/2015, que estabelece procedimentos para a Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (AIPA). Em campo, a equipe coordenada pelo Dr. Jedson Francisco Cerezer, realizou caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste para identificar possíveis vestígios arqueológicos na área. Embora nenhum vestígio tenha sido encontrado, as pesquisas são essenciais para assegurar que futuros projetos imobiliários não causem danos ao patrimônio cultural. no-repeat;left top;; auto Além das atividades de campo, a equipe também realizou ações de divulgação e esclarecimento junto à comunidade local, promovendo a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio arqueológico. Essas ações incluíram a distribuição de materiais informativos e conversas informais com moradores da região. Campo Grande abriga 43 bens acautelados pelo IPHAN, dos quais 18 são sítios arqueológicos e 25 são bens imóveis tombados. Essas iniciativas protegem a herança cultural de Campo Grande e garantem que as futuras gerações possam conhecer e valorizar a história da região. A pesquisa em Campo Grande é um exemplo de como a arqueologia pode colaborar com o desenvolvimento urbano, garantindo que o crescimento da cidade seja sustentável e respeite o legado histórico e cultural da região. no-repeat;left top;; auto

Sítio arqueológico é mapeado em Três Barras, município do Paraná

Estudo sobre a área de implantação de um aproveitamento hidrelétrico left #ffffff no-repeat;left top;; auto 213 Um estudo de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico resultou na identificação de um sítio pré-colonial composto por artefatos líticos dispostos em superfície, na margem esquerda do Rio Adelaide, município de Três Barras do Paraná. A pesquisa, realizada pela equipe da Espaço Arqueologia sobre a área de implantação de um aproveitamento hidrelétrico, visou o cumprimento da Lei n° 3924/61, conforme os procedimentos e trâmites definidos nos Art. 18 e 20 da Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015. Desse modo, toda a área do empreendimento foi sistematicamente prospectada por meio da escavação de poços-teste e da execução de linhas de caminhamento e inspeção superficial. no-repeat;left top;; auto O sítio arqueológico, denominado Rio Adelaide 1, está implantado sobre um terraço aluvio-coluvial de relevo plano e, nele, foram encontradas lascas, núcleos e instrumentos lascados em arenito silicificado, além de um percutor e um artefato polido fragmentado. Para melhor caracterizar e delimitar o sítio, foram escavados poços-teste e aplicados caminhamentos sistemáticos sobre a área de dispersão dos vestígios de superfície. Como resultado, não foram evidenciadas estruturas ou camadas em subsuperfície, sendo este caracterizado como um sítio superficial. Valdir Luiz Schwengber, arqueólogo coordenador da pesquisa informa que a continuidade do processo se dará com a aplicação das medidas de salvaguarda do Patrimônio Arqueológico identificado, que pode se dar com o salvamento ou a preservação do sítio in loco. A divulgação das pesquisas realizadas e seu resultado também foram objeto das atividades desenvolvidas pela equipe de campo. Ao final dos levantamentos prospectivos, foram realizadas conversas com moradores do entorno da área da pesquisa e com cidadãos situados na área urbana dos municípios de Três Barras do Paraná e Catanduvas. Materiais didático-informativos também foram distribuídos em ambos os municípios. no-repeat;left top;; auto | Estudo sobre a área de implantação de um aproveitamento hidrelétrico left #ffffff no-repeat;left top;; auto 213 Um estudo de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico resultou na identificação de um sítio pré-colonial composto por artefatos líticos dispostos em superfície, na margem esquerda do Rio Adelaide, município de Três Barras do Paraná. A pesquisa, realizada pela equipe da Espaço Arqueologia sobre a área de implantação de um aproveitamento hidrelétrico, visou o cumprimento da Lei n° 3924/61, conforme os procedimentos e trâmites definidos nos Art. 18 e 20 da Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015. Desse modo, toda a área do empreendimento foi sistematicamente prospectada por meio da escavação de poços-teste e da execução de linhas de caminhamento e inspeção superficial. no-repeat;left top;; auto O sítio arqueológico, denominado Rio Adelaide 1, está implantado sobre um terraço aluvio-coluvial de relevo plano e, nele, foram encontradas lascas, núcleos e instrumentos lascados em arenito silicificado, além de um percutor e um artefato polido fragmentado. Para melhor caracterizar e delimitar o sítio, foram escavados poços-teste e aplicados caminhamentos sistemáticos sobre a área de dispersão dos vestígios de superfície. Como resultado, não foram evidenciadas estruturas ou camadas em subsuperfície, sendo este caracterizado como um sítio superficial. Valdir Luiz Schwengber, arqueólogo coordenador da pesquisa informa que a continuidade do processo se dará com a aplicação das medidas de salvaguarda do Patrimônio Arqueológico identificado, que pode se dar com o salvamento ou a preservação do sítio in loco. A divulgação das pesquisas realizadas e seu resultado também foram objeto das atividades desenvolvidas pela equipe de campo. Ao final dos levantamentos prospectivos, foram realizadas conversas com moradores do entorno da área da pesquisa e com cidadãos situados na área urbana dos municípios de Três Barras do Paraná e Catanduvas. Materiais didático-informativos também foram distribuídos em ambos os municípios. no-repeat;left top;; auto

Descoberta de sítios arqueológicos pré-coloniais em Araucária/PR

Resultado de pesquisas conduzidas durante estudo preventivo de arqueologia, associado ao processo de licenciamento ambiental left #ffffff no-repeat;left top;; auto 214 Em um estudo recente, a equipe de pesquisadores da Espaço identificou dois sítios arqueológicos pré-coloniais no município de Araucária. Um dos sítios é predominantemente lítico, caracterizado por artefatos de pedra, enquanto o outro é lito-cerâmico, contendo tanto ferramentas de pedra quanto fragmentos de cerâmica. A identificação desses sítios é resultado de pesquisas minuciosas conduzidas durante estudo preventivo de Arqueologia, associado ao processo de licenciamento ambiental de um empreendimento imobiliário na região. Os pesquisadores destacam a importância dessas descobertas, que oferecem novas perspectivas sobre as sociedades que habitaram a região antes da chegada dos colonizadores europeus. O sítio lítico fornece evidências do uso e fabricação de ferramentas em quartzo, matéria-prima abundante na região, segundo dados recentes, francamente utilizada na produção de instrumentos pelas comunidades pré-coloniais. Por outro lado, o sítio lito-cerâmico indica que os povos que utilizavam o quartzo para a confecção de seus artefatos em pedra, também produziam cerâmica. no-repeat;left top;; auto Os resultados parciais das pesquisas e suas descobertas foram socializados com a comunidade de entorno por meio de contatos diretos com os moradores locais, garantindo que a população esteja ciente e engajada na preservação desse patrimônio histórico. Esses achados sublinham a necessidade de atenção à peculiaridade do patrimônio arqueológico local, que tem no uso do quartzo como matéria-prima preponderante na indústria lítica, considerando as características geológicas do território. As pesquisas arqueológicas neste tipo de empreendimento contribuem na compreensão dos padrões de assentamento regional. no-repeat;left top;; auto | Resultado de pesquisas conduzidas durante estudo preventivo de arqueologia, associado ao processo de licenciamento ambiental left #ffffff no-repeat;left top;; auto 214 Em um estudo recente, a equipe de pesquisadores da Espaço identificou dois sítios arqueológicos pré-coloniais no município de Araucária. Um dos sítios é predominantemente lítico, caracterizado por artefatos de pedra, enquanto o outro é lito-cerâmico, contendo tanto ferramentas de pedra quanto fragmentos de cerâmica. A identificação desses sítios é resultado de pesquisas minuciosas conduzidas durante estudo preventivo de Arqueologia, associado ao processo de licenciamento ambiental de um empreendimento imobiliário na região. Os pesquisadores destacam a importância dessas descobertas, que oferecem novas perspectivas sobre as sociedades que habitaram a região antes da chegada dos colonizadores europeus. O sítio lítico fornece evidências do uso e fabricação de ferramentas em quartzo, matéria-prima abundante na região, segundo dados recentes, francamente utilizada na produção de instrumentos pelas comunidades pré-coloniais. Por outro lado, o sítio lito-cerâmico indica que os povos que utilizavam o quartzo para a confecção de seus artefatos em pedra, também produziam cerâmica. no-repeat;left top;; auto Os resultados parciais das pesquisas e suas descobertas foram socializados com a comunidade de entorno por meio de contatos diretos com os moradores locais, garantindo que a população esteja ciente e engajada na preservação desse patrimônio histórico. Esses achados sublinham a necessidade de atenção à peculiaridade do patrimônio arqueológico local, que tem no uso do quartzo como matéria-prima preponderante na indústria lítica, considerando as características geológicas do território. As pesquisas arqueológicas neste tipo de empreendimento contribuem na compreensão dos padrões de assentamento regional. no-repeat;left top;; auto

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Araranguá

Estudos realizados nas margens da BR-101 que visam o cumprimento da Lei n° 3924/61 e a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico left #ffffff no-repeat;left top;; auto 215 No mês de dezembro de 2024, a equipe da Espaço Arqueologia desenvolveu estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Araranguá, às margens da BR-101. O estudo, realizado conforme as orientações dos Art. 18 e 20 da Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015, iniciou-se com atividades preliminares de gabinete, complementadas por prospecções superficiais e subsuperficiais em campo. Em gabinete, foram realizados levantamentos de dados secundários sobre o contexto ambiental, arqueológico e etno-histórico da região de estudo. Essas informações subsidiaram os trabalhos de campo, permitindo avaliar previamente os tipos de sítios arqueológicos comumente encontrados e seus padrões de implantação. Nas atividades de campo, executadas por meio da escavação de poços-teste e caminhamentos sistemáticos, toda a área afetada pelo empreendimento foi prospectada. Como resultado, não foram identificados vestígios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Além dos estudos realizados na área da pesquisa, também foram promovidas atividades de divulgação dos bens culturais acautelados existentes no município junto à comunidade local, por meio de conversas e distribuição de materiais didático informativos. Os estudos e ações desenvolvidas no projeto visam o cumprimento da Lei n° 3924/61 e, consequentemente, a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico. no-repeat;left top;; auto | Estudos realizados nas margens da BR-101 que visam o cumprimento da Lei n° 3924/61 e a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico left #ffffff no-repeat;left top;; auto 215 No mês de dezembro de 2024, a equipe da Espaço Arqueologia desenvolveu estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Araranguá, às margens da BR-101. O estudo, realizado conforme as orientações dos Art. 18 e 20 da Instrução Normativa IPHAN n° 01/2015, iniciou-se com atividades preliminares de gabinete, complementadas por prospecções superficiais e subsuperficiais em campo. Em gabinete, foram realizados levantamentos de dados secundários sobre o contexto ambiental, arqueológico e etno-histórico da região de estudo. Essas informações subsidiaram os trabalhos de campo, permitindo avaliar previamente os tipos de sítios arqueológicos comumente encontrados e seus padrões de implantação. Nas atividades de campo, executadas por meio da escavação de poços-teste e caminhamentos sistemáticos, toda a área afetada pelo empreendimento foi prospectada. Como resultado, não foram identificados vestígios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Além dos estudos realizados na área da pesquisa, também foram promovidas atividades de divulgação dos bens culturais acautelados existentes no município junto à comunidade local, por meio de conversas e distribuição de materiais didático informativos. Os estudos e ações desenvolvidas no projeto visam o cumprimento da Lei n° 3924/61 e, consequentemente, a salvaguarda do Patrimônio Arqueológico. no-repeat;left top;; auto

Prospecção arqueológica em Laguna, Santa Catarina

216 Na localidade de Estreito, município de Laguna/SC, foram realizadas prospecções arqueológicas em uma propriedade situada ao lado do sítio arqueológico sambaqui Estreito. O sambaqui Estreito foi mapeado pelo arqueólogo João Alfredo Rohr no ano de 1972 e, na época, media 150 x 20 metros. Segundo o pesquisador, o sítio arqueológico se encontrava bastante impactado pelas atividades de mineração, assim como muitos sambaquis mapeados na região. O estudo realizado por nossa equipe teve como objetivo verificar se a construção de uma residência impactaria eventuais contextos arqueológicos soterrados pertencentes à estrutura do sambaqui Estreito. Para tal, foram escavados poços-teste sobre o lote, além de verificações na área do sítio arqueológico para averiguar a situação dos remanescentes que se encontram expostos a processos erosivos, como o vento e as chuvas. no-repeat;left top;; auto Como resultado, constatou-se que a estrutura do sítio arqueológico não tem continuidade no lote prospectado e que a construção da residência não trará prejuízos ao sambaqui Estreito. Desta forma, submetido o Relatório de Pesquisa para o IPHAN, o mesmo deverá se manifestar pela anuência à licença para a construção da residência. O arqueólogo coordenador da pesquisa, Valdir Luiz Schwengber destaca que é muito comum que em áreas litorâneas, próximas a sambaquis, loteamentos tenham sido implantados sem o devido processo de licenciamento ambiental e, por isso, muitas casas acabam sendo construídas sobre os sítios arqueológicos. Ainda segundo o pesquisador “É importante que proprietários ou pessoas interessadas em adquirir lotes próximos a sambaquis e outros tipos de sítios arqueológicos façam contato com o IPHAN para obter informações sobre a viabilidade de utilização do imóvel, como ocorreu por parte da proprietária, na situação aqui apresentada”. Valdir complementa dizendo que “A construção de casas sobre sítios arqueológicos também é considerada crime, conforme as leis de proteção dos sítios arqueológicos (3924/61) e de crimes ambientais (9506/98), por isso, é fundamental que o órgão competente seja consultado e, se necessário, estudos como esse sejam executados”. Por fim, a equipe realizou atividades de extroversão junto aos moradores próximos, destacando a importância da realização deste tipo de avaliação para salvaguardar o patrimônio arqueológico da região, bem como fez a entrega de material educativo que trata das etapas da pesquisa arqueológicas. Se você tem dúvidas sobre o tema, faça contato conosco ou procure a Superintendência do IPHAN do seu Estado. A busca pode ser realizada no site do órgão, no link https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias. no-repeat;left top;; auto |216 Na localidade de Estreito, município de Laguna/SC, foram realizadas prospecções arqueológicas em uma propriedade situada ao lado do sítio arqueológico sambaqui Estreito. O sambaqui Estreito foi mapeado pelo arqueólogo João Alfredo Rohr no ano de 1972 e, na época, media 150 x 20 metros. Segundo o pesquisador, o sítio arqueológico se encontrava bastante impactado pelas atividades de mineração, assim como muitos sambaquis mapeados na região. O estudo realizado por nossa equipe teve como objetivo verificar se a construção de uma residência impactaria eventuais contextos arqueológicos soterrados pertencentes à estrutura do sambaqui Estreito. Para tal, foram escavados poços-teste sobre o lote, além de verificações na área do sítio arqueológico para averiguar a situação dos remanescentes que se encontram expostos a processos erosivos, como o vento e as chuvas. no-repeat;left top;; auto Como resultado, constatou-se que a estrutura do sítio arqueológico não tem continuidade no lote prospectado e que a construção da residência não trará prejuízos ao sambaqui Estreito. Desta forma, submetido o Relatório de Pesquisa para o IPHAN, o mesmo deverá se manifestar pela anuência à licença para a construção da residência. O arqueólogo coordenador da pesquisa, Valdir Luiz Schwengber destaca que é muito comum que em áreas litorâneas, próximas a sambaquis, loteamentos tenham sido implantados sem o devido processo de licenciamento ambiental e, por isso, muitas casas acabam sendo construídas sobre os sítios arqueológicos. Ainda segundo o pesquisador “É importante que proprietários ou pessoas interessadas em adquirir lotes próximos a sambaquis e outros tipos de sítios arqueológicos façam contato com o IPHAN para obter informações sobre a viabilidade de utilização do imóvel, como ocorreu por parte da proprietária, na situação aqui apresentada”. Valdir complementa dizendo que “A construção de casas sobre sítios arqueológicos também é considerada crime, conforme as leis de proteção dos sítios arqueológicos (3924/61) e de crimes ambientais (9506/98), por isso, é fundamental que o órgão competente seja consultado e, se necessário, estudos como esse sejam executados”. Por fim, a equipe realizou atividades de extroversão junto aos moradores próximos, destacando a importância da realização deste tipo de avaliação para salvaguardar o patrimônio arqueológico da região, bem como fez a entrega de material educativo que trata das etapas da pesquisa arqueológicas. Se você tem dúvidas sobre o tema, faça contato conosco ou procure a Superintendência do IPHAN do seu Estado. A busca pode ser realizada no site do órgão, no link https://www.gov.br/iphan/pt-br/superintendencias. no-repeat;left top;; auto