Pesquisa arqueológica em Araquari, litoral norte de Santa Catarina

Arqueólogos da Espaço realizaram estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em uma área de mineração left #ffffff no-repeat;left top;; auto 201 O litoral de Santa Catarina é reconhecido no Brasil e no mundo pela grande concentração de sítios arqueológicos do tipo Sambaqui. Além das centenas de sambaquis já mapeados, estima-se que ainda haja sítios arqueológicos soterrados a serem descobertos, como foi o caso do sambaqui Monte de Trigo, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia no âmbito do processo de duplicação da BR-280, no município de São Francisco do Sul. Cientes da possibilidade de haver sítios dessa tipologia sob densas florestas ou mesmo sob sedimentos depositados em ambientes fluviais, lagunares e praiais nos últimos 5 mil anos, arqueólogos da Espaço realizaram estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em uma área de mineração, no município de Araquari. No local foram escavados, aproximadamente, 170 poços-teste e efetuados caminhamentos e verificações sistemáticas da superfície e perfis expostos. Como resultado, não foram identificados vestígios ou sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Sambaquis são montes produzidos a partir do acúmulo de conchas, que podem atingir alturas e áreas variadas. Construídos por populações pescadoras-caçadoras-coletoras entre 6 e 1 mil anos atrás. Dentre os sítios arqueológicos em Araquari, destaca-se nesta pesquisa os Sambaquis Rainha I e Rainha II, especialmente relevantes devido à proximidade com a área pesquisada. No início do Século XX muitos dos sambaquis existentes no município de Araquari foram parcialmente destruídos devido a utilização das conchas para pavimentação de estradas e produção de cal, contudo, desde a promulgação da Lei n° 3924/61 esses sambaquis, assim como outros tipos de sítios arqueológicos, são bens acautelados e protegidos pela União, devendo ser preservados e valorizados. Visando ampliar o conhecimento da população local sobre a existência desses sítios arqueológicos associados às pesquisas, foram realizadas atividades de divulgação do patrimônio, esclarecimento e extroversão da pesquisa, fundamentais no processo de socialização e valorização dos diferentes bens culturais acautelados pelas diferentes esferas da administração pública. no-repeat;left top;; auto | Arqueólogos da Espaço realizaram estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em uma área de mineração left #ffffff no-repeat;left top;; auto 201 O litoral de Santa Catarina é reconhecido no Brasil e no mundo pela grande concentração de sítios arqueológicos do tipo Sambaqui. Além das centenas de sambaquis já mapeados, estima-se que ainda haja sítios arqueológicos soterrados a serem descobertos, como foi o caso do sambaqui Monte de Trigo, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia no âmbito do processo de duplicação da BR-280, no município de São Francisco do Sul. Cientes da possibilidade de haver sítios dessa tipologia sob densas florestas ou mesmo sob sedimentos depositados em ambientes fluviais, lagunares e praiais nos últimos 5 mil anos, arqueólogos da Espaço realizaram estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em uma área de mineração, no município de Araquari. No local foram escavados, aproximadamente, 170 poços-teste e efetuados caminhamentos e verificações sistemáticas da superfície e perfis expostos. Como resultado, não foram identificados vestígios ou sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto Sambaquis são montes produzidos a partir do acúmulo de conchas, que podem atingir alturas e áreas variadas. Construídos por populações pescadoras-caçadoras-coletoras entre 6 e 1 mil anos atrás. Dentre os sítios arqueológicos em Araquari, destaca-se nesta pesquisa os Sambaquis Rainha I e Rainha II, especialmente relevantes devido à proximidade com a área pesquisada. No início do Século XX muitos dos sambaquis existentes no município de Araquari foram parcialmente destruídos devido a utilização das conchas para pavimentação de estradas e produção de cal, contudo, desde a promulgação da Lei n° 3924/61 esses sambaquis, assim como outros tipos de sítios arqueológicos, são bens acautelados e protegidos pela União, devendo ser preservados e valorizados. Visando ampliar o conhecimento da população local sobre a existência desses sítios arqueológicos associados às pesquisas, foram realizadas atividades de divulgação do patrimônio, esclarecimento e extroversão da pesquisa, fundamentais no processo de socialização e valorização dos diferentes bens culturais acautelados pelas diferentes esferas da administração pública. no-repeat;left top;; auto

São Francisco do Sul: História, Arqueologia e Preservação do Patrimônio

218 Reconhecida como a cidade mais antiga de Santa Catarina, datada de 1504 por meio da expedição de Binot Paulmier de Gonneville e posterior ocupação espanhola, São Francisco do Sul teve sua formação iniciada em 1658, com a chegada de luso-brasileiros às margens da Baía da Babitonga e em 1660 foi elevada à categoria de vila. No entanto, a ocupação humana da região remonta a cerca de 6 mil anos, muito antes da colonização europeia. Os vestígios mais antigos encontrados na área estão associados aos povos sambaquieiros, grupos pré-coloniais que construíam grandes montes de conchas e viviam próximos a lagoas, rios e ao mar, aproveitando os recursos naturais desses ambientes. Mais tarde, já na época do contato com os colonizadores, a região foi habitada pelos indígenas Guarani, conhecidos como Carijós, que interagiram diretamente com os primeiros europeus que chegaram ao litoral catarinense no início do século XVI. no-repeat;left top;; auto Os povos originários, os europeus colonizadores e os africanos escravizados desempenharam papéis fundamentais na construção de São Francisco do Sul. A interação entre esses povos moldou a identidade histórica e cultural de São Francisco do Sul, tornando-a uma cidade rica em diversidade e tradições. O centro histórico de São Francisco do Sul abriga um rico patrimônio urbanístico e arquitetônico que foi tombado pelo IPHAN em 1987. Essa área inclui o núcleo original da cidade, as elevações ao seu redor e a orla marítima. O conjunto tombado é formado por antigos casarios em estilo colonial, sambaquis, igrejas históricas. Com o objetivo de preservar e compreender melhor esse patrimônio, uma equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia realizou uma avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na ampliação de uma área de mineração. Após inspeções no local por meio de caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste, não foram identificados vestígios arqueológicos na área pesquisada. Além da avaliação de campo, os pesquisadores promoveram ações de conscientização e divulgação sobre o patrimônio arqueológico e bens acautelados junto à comunidade local. Durante os encontros, foram compartilhadas informações sobre a pesquisa arqueológica em andamento, assim como os tipos de sítios arqueológicos já registrados no município – entre eles, sambaquis, sítios cerâmicos e sítios históricos ligados ao período colonial. Esse trabalho reforça a importância de São Francisco do Sul como um dos principais centros históricos e arqueológicos do sul do Brasil, destacando a necessidade de preservar sua rica herança cultural para as futuras gerações. no-repeat;left top;; auto |218 Reconhecida como a cidade mais antiga de Santa Catarina, datada de 1504 por meio da expedição de Binot Paulmier de Gonneville e posterior ocupação espanhola, São Francisco do Sul teve sua formação iniciada em 1658, com a chegada de luso-brasileiros às margens da Baía da Babitonga e em 1660 foi elevada à categoria de vila. No entanto, a ocupação humana da região remonta a cerca de 6 mil anos, muito antes da colonização europeia. Os vestígios mais antigos encontrados na área estão associados aos povos sambaquieiros, grupos pré-coloniais que construíam grandes montes de conchas e viviam próximos a lagoas, rios e ao mar, aproveitando os recursos naturais desses ambientes. Mais tarde, já na época do contato com os colonizadores, a região foi habitada pelos indígenas Guarani, conhecidos como Carijós, que interagiram diretamente com os primeiros europeus que chegaram ao litoral catarinense no início do século XVI. no-repeat;left top;; auto Os povos originários, os europeus colonizadores e os africanos escravizados desempenharam papéis fundamentais na construção de São Francisco do Sul. A interação entre esses povos moldou a identidade histórica e cultural de São Francisco do Sul, tornando-a uma cidade rica em diversidade e tradições. O centro histórico de São Francisco do Sul abriga um rico patrimônio urbanístico e arquitetônico que foi tombado pelo IPHAN em 1987. Essa área inclui o núcleo original da cidade, as elevações ao seu redor e a orla marítima. O conjunto tombado é formado por antigos casarios em estilo colonial, sambaquis, igrejas históricas. Com o objetivo de preservar e compreender melhor esse patrimônio, uma equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia realizou uma avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na ampliação de uma área de mineração. Após inspeções no local por meio de caminhamentos sistemáticos e escavações de poços-teste, não foram identificados vestígios arqueológicos na área pesquisada. Além da avaliação de campo, os pesquisadores promoveram ações de conscientização e divulgação sobre o patrimônio arqueológico e bens acautelados junto à comunidade local. Durante os encontros, foram compartilhadas informações sobre a pesquisa arqueológica em andamento, assim como os tipos de sítios arqueológicos já registrados no município – entre eles, sambaquis, sítios cerâmicos e sítios históricos ligados ao período colonial. Esse trabalho reforça a importância de São Francisco do Sul como um dos principais centros históricos e arqueológicos do sul do Brasil, destacando a necessidade de preservar sua rica herança cultural para as futuras gerações. no-repeat;left top;; auto

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Guarapuava/PR

Equipe realiza estudo em área onde é prevista a implantação de um empreendimento imobiliário left #ffffff no-repeat;left top;; auto 202 Uma área localizada no município de Guarapuava, para a qual é prevista a implantação de um empreendimento imobiliário foi objeto de um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico. A área, de alto potencial arqueológico, está situada a oeste da malha urbana do município, e apresenta características comuns aos campos de altitude, dentre as quais se destacam o relevo suave e a presença de áreas úmidas. Sobre o local foram executadas prospecções em subsuperfície com a escavação de poços-teste e verificações sistemáticas em superfície e, como resultado, não foram identificados vestígios e sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto O estudo, que cumpre com a legislação que trata da proteção ao Patrimônio Cultural acautelado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), também envolveu ações junto à comunidade de entorno do empreendimento. Entre essas ações destacam-se a divulgação dos bens culturais acautelados existentes no município, os esclarecimentos sobre a pesquisa realizada e a extroversão dos resultados alcançados. no-repeat;left top;; auto | Equipe realiza estudo em área onde é prevista a implantação de um empreendimento imobiliário left #ffffff no-repeat;left top;; auto 202 Uma área localizada no município de Guarapuava, para a qual é prevista a implantação de um empreendimento imobiliário foi objeto de um programa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico. A área, de alto potencial arqueológico, está situada a oeste da malha urbana do município, e apresenta características comuns aos campos de altitude, dentre as quais se destacam o relevo suave e a presença de áreas úmidas. Sobre o local foram executadas prospecções em subsuperfície com a escavação de poços-teste e verificações sistemáticas em superfície e, como resultado, não foram identificados vestígios e sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto O estudo, que cumpre com a legislação que trata da proteção ao Patrimônio Cultural acautelado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), também envolveu ações junto à comunidade de entorno do empreendimento. Entre essas ações destacam-se a divulgação dos bens culturais acautelados existentes no município, os esclarecimentos sobre a pesquisa realizada e a extroversão dos resultados alcançados. no-repeat;left top;; auto

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Campo Alegre, SC

219 A equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Campo Alegre, Santa Catarina, para a ampliação de um empreendimento de mineração. Campo Alegre, emancipado em 1897, localiza-se na região da Mata Atlântica e historicamente serviu como ponto de passagem entre o Sul do Paraná e o Norte de Santa Catarina. O contexto ambiental, aliado aos padrões de ocupação humana pré-colonial, indica um alto potencial para a existência de sítios arqueológicos, especialmente aqueles associados aos grupos caçadores-coletores e às populações Jê Meridionais. no-repeat;left top;; auto Dados arqueológicos obtidos na região do Alto Iguaçu demonstram que os povos caçadores-coletores ocuparam o atual território do planalto meridional brasileiro há cerca de 11.000 anos. O entorno da área de estudo contém sítios arqueológicos relacionados ao povoamento inicial das terras altas do sul do Brasil, com vestígios da transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, além de sítios lito-cerâmicos, casas subterrâneas e outras estruturas atribuídas aos povos Jê Meridionais. Durante os trabalhos de campo, foram aplicados métodos e técnicas de arqueologia na área de ampliação da lavra de areia, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos. Essa etapa integra o processo ambiental e tem como finalidade a proteção e salvaguarda do patrimônio arqueológico, considerado um bem nacional. Além das atividades em campo, foram realizadas ações de conscientização e divulgação, incluindo a distribuição de material informativo para os moradores das localidades próximas ao empreendimento, com o intuito de esclarecer dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. Como resultado dos caminhamentos e das escavações de poços-teste na área, não foram encontrados vestígios arqueológicos nesta pesquisa. no-repeat;left top;; auto |219 A equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Campo Alegre, Santa Catarina, para a ampliação de um empreendimento de mineração. Campo Alegre, emancipado em 1897, localiza-se na região da Mata Atlântica e historicamente serviu como ponto de passagem entre o Sul do Paraná e o Norte de Santa Catarina. O contexto ambiental, aliado aos padrões de ocupação humana pré-colonial, indica um alto potencial para a existência de sítios arqueológicos, especialmente aqueles associados aos grupos caçadores-coletores e às populações Jê Meridionais. no-repeat;left top;; auto Dados arqueológicos obtidos na região do Alto Iguaçu demonstram que os povos caçadores-coletores ocuparam o atual território do planalto meridional brasileiro há cerca de 11.000 anos. O entorno da área de estudo contém sítios arqueológicos relacionados ao povoamento inicial das terras altas do sul do Brasil, com vestígios da transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, além de sítios lito-cerâmicos, casas subterrâneas e outras estruturas atribuídas aos povos Jê Meridionais. Durante os trabalhos de campo, foram aplicados métodos e técnicas de arqueologia na área de ampliação da lavra de areia, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos. Essa etapa integra o processo ambiental e tem como finalidade a proteção e salvaguarda do patrimônio arqueológico, considerado um bem nacional. Além das atividades em campo, foram realizadas ações de conscientização e divulgação, incluindo a distribuição de material informativo para os moradores das localidades próximas ao empreendimento, com o intuito de esclarecer dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. Como resultado dos caminhamentos e das escavações de poços-teste na área, não foram encontrados vestígios arqueológicos nesta pesquisa. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica desenvolvida no município de Campo largo/PR

Estudo na região metropolitana de Curitiba revelou a existência de três sítios arqueológicos líticos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 204 Pesquisa conduzida pela Espaço Arqueologia no município de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, revelou no ano de 2023 a existência de três sítios arqueológicos líticos, denominados Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3. Estes sítios arqueológicos foram objeto de estudo pela mesma equipe, tendo em vista compreender a ocupação do território e a tecnologia aplicada na confecção de artefatos líticos. Essas ocupações pré-coloniais representam um avanço nas pesquisas arqueológicas na região, localizada no Planalto Meridional Brasileiro, com altitudes variam entre 500 e 1200 metros. A área também se destaca por uma transição ecológica relevante, marcada pela presença da Floresta Ombrófila Mista montana e da Floresta Ombrófila Mista alto-montana, fornecendo condições ambientais distintas que influenciaram as ocupações humanas pré-coloniais. Os sítios arqueológicos Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3 foram identificados entre topos e a meia encosta de colinas, abrangendo áreas entre 276 a 550 m². O material arqueológico consiste em vestígios líticos encontrado principalmente em superfície, muitos deles impactados por atividades agrícolas. no-repeat;left top;; auto As características dos contextos arqueológicos estudados, incluindo seus atributos estratigráficos, tecno-funcionalidade lítica, densidade e quantidade de bens arqueológicos e sua implantação na paisagem sugerem assentamentos de alta mobilidade, associados a uma economia de caça e coleta. Pequenos grupos humanos montavam seus acampamentos nesses locais e lascavam os materiais líticos disponíveis – quartzo -, produzindo instrumentos que permitiram raspar e cortar, principalmente madeira, que serviam tanto para o uso doméstico quanto para a caça. Essa interpretação é reforçada pela ausência de cerâmica e pela exploração oportunística de recursos líticos, baseada na produção de artefatos de uso temporário. A distância dos sítios em relação a fontes de água ressalta a importância de investigar áreas arqueológicas não tradicionais. Isso amplia o conhecimento sobre antigas ocupações humanas em locais menos estudados. A pesquisa também fortalece o potencial arqueológico de Campo Largo, contribuindo significativamente para a preservação do patrimônio histórico da região. Em agosto de 2024, ocorreu um encontro promovido pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia para divulgação dos resultados da pesquisa arqueológica com a comunidade local. O evento que contou com a presença de 70 estudantes do 8º ano do Colégio Estadual Professora Albina Novak Muginoski, buscou despertar o interesse dos estudantes pela história local. A iniciativa reforça o compromisso com a Educação Patrimonial e o diálogo entre ciência e sociedade. no-repeat;left top;; auto | Estudo na região metropolitana de Curitiba revelou a existência de três sítios arqueológicos líticos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 204 Pesquisa conduzida pela Espaço Arqueologia no município de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, revelou no ano de 2023 a existência de três sítios arqueológicos líticos, denominados Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3. Estes sítios arqueológicos foram objeto de estudo pela mesma equipe, tendo em vista compreender a ocupação do território e a tecnologia aplicada na confecção de artefatos líticos. Essas ocupações pré-coloniais representam um avanço nas pesquisas arqueológicas na região, localizada no Planalto Meridional Brasileiro, com altitudes variam entre 500 e 1200 metros. A área também se destaca por uma transição ecológica relevante, marcada pela presença da Floresta Ombrófila Mista montana e da Floresta Ombrófila Mista alto-montana, fornecendo condições ambientais distintas que influenciaram as ocupações humanas pré-coloniais. Os sítios arqueológicos Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3 foram identificados entre topos e a meia encosta de colinas, abrangendo áreas entre 276 a 550 m². O material arqueológico consiste em vestígios líticos encontrado principalmente em superfície, muitos deles impactados por atividades agrícolas. no-repeat;left top;; auto As características dos contextos arqueológicos estudados, incluindo seus atributos estratigráficos, tecno-funcionalidade lítica, densidade e quantidade de bens arqueológicos e sua implantação na paisagem sugerem assentamentos de alta mobilidade, associados a uma economia de caça e coleta. Pequenos grupos humanos montavam seus acampamentos nesses locais e lascavam os materiais líticos disponíveis – quartzo -, produzindo instrumentos que permitiram raspar e cortar, principalmente madeira, que serviam tanto para o uso doméstico quanto para a caça. Essa interpretação é reforçada pela ausência de cerâmica e pela exploração oportunística de recursos líticos, baseada na produção de artefatos de uso temporário. A distância dos sítios em relação a fontes de água ressalta a importância de investigar áreas arqueológicas não tradicionais. Isso amplia o conhecimento sobre antigas ocupações humanas em locais menos estudados. A pesquisa também fortalece o potencial arqueológico de Campo Largo, contribuindo significativamente para a preservação do patrimônio histórico da região. Em agosto de 2024, ocorreu um encontro promovido pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia para divulgação dos resultados da pesquisa arqueológica com a comunidade local. O evento que contou com a presença de 70 estudantes do 8º ano do Colégio Estadual Professora Albina Novak Muginoski, buscou despertar o interesse dos estudantes pela história local. A iniciativa reforça o compromisso com a Educação Patrimonial e o diálogo entre ciência e sociedade. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica no município de São João da Barra/RJ

Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI left #ffffff no-repeat;left top;; auto 220 Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ. São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra. no-repeat;left top;; auto Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P.. Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento. As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental. Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro. no-repeat;left top;; auto | Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI left #ffffff no-repeat;left top;; auto 220 Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ. São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra. no-repeat;left top;; auto Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P.. Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento. As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental. Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro. no-repeat;left top;; auto

Tecnologia de “pedra lascada” é identificada em novos sítios arqueológicos

Diferentes tipos de artefatos foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela nossa equipe left #ffffff no-repeat;left top;; auto 205 Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.” Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.” no-repeat;left top;; auto O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro. Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional. A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial. no-repeat;left top;; auto | Diferentes tipos de artefatos foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela nossa equipe left #ffffff no-repeat;left top;; auto 205 Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.” Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.” no-repeat;left top;; auto O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro. Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional. A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial. no-repeat;left top;; auto

Arqueologia preventiva no município de Pitanga/PR

Estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica left #ffffff no-repeat;left top;; auto 206 A equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu ao longo dos meses de setembro e outubro de 2024 os estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica, que será instalada no curso do Rio Pitanga, no município de Pitanga, Paraná. Os estudos consistiram em levantamentos secundários a partir da bibliografia especializada e atividades de campo. Os estudos bibliográficos, mais especificamente as consultas às bases de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), indicaram a existência de 10 sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. Entre esses, um se trata de um conjunto de 13 estruturas subterrâneas, associadas ao povoamento Jê do Sul; dois são compostos por material lítico e cerâmico da Tradição Itararé/Taquara; e os demais são sítios líticos. no-repeat;left top;; auto As pesquisas de campo, realizadas sobre as áreas de influência do empreendimento, ocorreram por meio de caminhamentos sistemáticos e prospecções de subsuperfície a partir da escavação de poços-teste. Como resultado dos estudos de campo, não foram identificados sítios arqueológicos na área da CGH. Além dos caminhamentos e prospecções de subsuperfície na área do empreendimento, foram realizadas conversas com moradores locais com o objetivo de informar sobre a realização da pesquisa, prestar esclarecimentos sobre a arqueologia regional e divulgar a existência de sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. no-repeat;left top;; auto | Estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica left #ffffff no-repeat;left top;; auto 206 A equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu ao longo dos meses de setembro e outubro de 2024 os estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica, que será instalada no curso do Rio Pitanga, no município de Pitanga, Paraná. Os estudos consistiram em levantamentos secundários a partir da bibliografia especializada e atividades de campo. Os estudos bibliográficos, mais especificamente as consultas às bases de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), indicaram a existência de 10 sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. Entre esses, um se trata de um conjunto de 13 estruturas subterrâneas, associadas ao povoamento Jê do Sul; dois são compostos por material lítico e cerâmico da Tradição Itararé/Taquara; e os demais são sítios líticos. no-repeat;left top;; auto As pesquisas de campo, realizadas sobre as áreas de influência do empreendimento, ocorreram por meio de caminhamentos sistemáticos e prospecções de subsuperfície a partir da escavação de poços-teste. Como resultado dos estudos de campo, não foram identificados sítios arqueológicos na área da CGH. Além dos caminhamentos e prospecções de subsuperfície na área do empreendimento, foram realizadas conversas com moradores locais com o objetivo de informar sobre a realização da pesquisa, prestar esclarecimentos sobre a arqueologia regional e divulgar a existência de sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. no-repeat;left top;; auto

Sítio Arqueológico é identificado em Chapecó/SC

Descoberta relevante foi feita pela equipe de arqueologia resultando na identificação do sítio arqueológico Lajeado São José 1 left #ffffff no-repeat;left top;; auto 207 Durante a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área destinada à instalação de um empreendimento imobiliário no município de Chapecó, Santa Catarina, uma descoberta relevante foi feita pela equipe de arqueologia. O trabalho de campo, conduzido em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), resultou na identificação do sítio arqueológico Lajeado São José 1, um sítio lítico a céu aberto, cobrindo uma área de 627m². A equipe de arqueologia, seguindo o protocolo para levantamento sistemático, realizou prospecções de superfície e executou uma malha de poços-teste em todo o terreno, que possui relevo suave e inclui áreas topo, alta e média vertente. no-repeat;left top;; auto Além da identificação do sítio arqueológico, o projeto também incluiu ações de educação e conscientização junto à comunidade local. Por meio de conversas e divulgação em redes sociais, os moradores da área de abrangência do empreendimento foram informados sobre a importância da preservação do patrimônio arqueológico e o papel crucial que esse conhecimento desempenha na construção da identidade histórica da região. Essas ações visam garantir que a população local compreenda e valorize o passado arqueológico do município. Para os próximos passos, medidas de salvaguarda do sítio arqueológico devem ser tomadas no âmbito de um Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico (PGPA), que podem resultar no seu salvamento ou em sua preservação in loco. Além dessas medidas, conforme prevê a Instrução Normativa n° 01/2015 do IPHAN, um Projeto Integrado de Educação Patrimonial também será executado. no-repeat;left top;; auto | Descoberta relevante foi feita pela equipe de arqueologia resultando na identificação do sítio arqueológico Lajeado São José 1 left #ffffff no-repeat;left top;; auto 207 Durante a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área destinada à instalação de um empreendimento imobiliário no município de Chapecó, Santa Catarina, uma descoberta relevante foi feita pela equipe de arqueologia. O trabalho de campo, conduzido em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), resultou na identificação do sítio arqueológico Lajeado São José 1, um sítio lítico a céu aberto, cobrindo uma área de 627m². A equipe de arqueologia, seguindo o protocolo para levantamento sistemático, realizou prospecções de superfície e executou uma malha de poços-teste em todo o terreno, que possui relevo suave e inclui áreas topo, alta e média vertente. no-repeat;left top;; auto Além da identificação do sítio arqueológico, o projeto também incluiu ações de educação e conscientização junto à comunidade local. Por meio de conversas e divulgação em redes sociais, os moradores da área de abrangência do empreendimento foram informados sobre a importância da preservação do patrimônio arqueológico e o papel crucial que esse conhecimento desempenha na construção da identidade histórica da região. Essas ações visam garantir que a população local compreenda e valorize o passado arqueológico do município. Para os próximos passos, medidas de salvaguarda do sítio arqueológico devem ser tomadas no âmbito de um Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico (PGPA), que podem resultar no seu salvamento ou em sua preservação in loco. Além dessas medidas, conforme prevê a Instrução Normativa n° 01/2015 do IPHAN, um Projeto Integrado de Educação Patrimonial também será executado. no-repeat;left top;; auto

Estudo arqueológico no município de Jacarezinho, estado do Paraná

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 208 Um recente estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico foi conduzido na região de Jacarezinho, Paraná, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos na área de implantação de uma planta industrial de biogás. O estudo é uma prerrogativa prevista na legislação que orienta o licenciamento ambiental, assegurando que intervenções de grande magnitude respeitem e preservem o patrimônio cultural que porventura ocorra na área. Os especialistas utilizaram uma combinação de métodos de prospecção de superfície e subsuperfície, técnicas amplamente reconhecidas e eficazes na detecção de contextos arqueológicos comuns na região, e que podem estar enterrados ou sobre o solo. A prospecção de superfície envolveu a inspeção visual detalhada do terreno, procurando por artefatos expostos, enquanto a prospecção de subsuperfície incluiu o uso de poços-teste para investigar o solo em maior profundidade. no-repeat;left top;; auto Apesar do rigor e da abrangência dos métodos aplicados, os resultados do estudo revelaram a ausência de vestígios arqueológicos na área examinada. Segundo o arqueólogo responsável pelo projeto, Dr. Valdir Luiz Schwengber, “A ausência de achados não diminui a importância do estudo. Pelo contrário, garante que as obras podem prosseguir sem riscos de danos ao patrimônio arqueológico.” Esse tipo de estudo é fundamental para equilibrar o desenvolvimento econômico com a preservação do patrimônio histórico e cultural. A conclusão de que não foram encontrados vestígios arqueológicos permite que as obras de construção avancem sem comprometer a integridade de possíveis sítios arqueológicos que pudessem estar ocultos. Além dos estudos bibliográficos, documentais e in situ, também foram realizadas ações de divulgação da pesquisa e do patrimônio cultural existente no município de Jacarezinho junto à comunidade local. O relatório final do estudo será disponibilizado para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e para o público interessado, garantindo a transparência do processo e a segurança de que o patrimônio cultural local está sendo respeitado. no-repeat;left top;; auto | Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 208 Um recente estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico foi conduzido na região de Jacarezinho, Paraná, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos na área de implantação de uma planta industrial de biogás. O estudo é uma prerrogativa prevista na legislação que orienta o licenciamento ambiental, assegurando que intervenções de grande magnitude respeitem e preservem o patrimônio cultural que porventura ocorra na área. Os especialistas utilizaram uma combinação de métodos de prospecção de superfície e subsuperfície, técnicas amplamente reconhecidas e eficazes na detecção de contextos arqueológicos comuns na região, e que podem estar enterrados ou sobre o solo. A prospecção de superfície envolveu a inspeção visual detalhada do terreno, procurando por artefatos expostos, enquanto a prospecção de subsuperfície incluiu o uso de poços-teste para investigar o solo em maior profundidade. no-repeat;left top;; auto Apesar do rigor e da abrangência dos métodos aplicados, os resultados do estudo revelaram a ausência de vestígios arqueológicos na área examinada. Segundo o arqueólogo responsável pelo projeto, Dr. Valdir Luiz Schwengber, “A ausência de achados não diminui a importância do estudo. Pelo contrário, garante que as obras podem prosseguir sem riscos de danos ao patrimônio arqueológico.” Esse tipo de estudo é fundamental para equilibrar o desenvolvimento econômico com a preservação do patrimônio histórico e cultural. A conclusão de que não foram encontrados vestígios arqueológicos permite que as obras de construção avancem sem comprometer a integridade de possíveis sítios arqueológicos que pudessem estar ocultos. Além dos estudos bibliográficos, documentais e in situ, também foram realizadas ações de divulgação da pesquisa e do patrimônio cultural existente no município de Jacarezinho junto à comunidade local. O relatório final do estudo será disponibilizado para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e para o público interessado, garantindo a transparência do processo e a segurança de que o patrimônio cultural local está sendo respeitado. no-repeat;left top;; auto