Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Campo Alegre, SC

219 A equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Campo Alegre, Santa Catarina, para a ampliação de um empreendimento de mineração. Campo Alegre, emancipado em 1897, localiza-se na região da Mata Atlântica e historicamente serviu como ponto de passagem entre o Sul do Paraná e o Norte de Santa Catarina. O contexto ambiental, aliado aos padrões de ocupação humana pré-colonial, indica um alto potencial para a existência de sítios arqueológicos, especialmente aqueles associados aos grupos caçadores-coletores e às populações Jê Meridionais. no-repeat;left top;; auto Dados arqueológicos obtidos na região do Alto Iguaçu demonstram que os povos caçadores-coletores ocuparam o atual território do planalto meridional brasileiro há cerca de 11.000 anos. O entorno da área de estudo contém sítios arqueológicos relacionados ao povoamento inicial das terras altas do sul do Brasil, com vestígios da transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, além de sítios lito-cerâmicos, casas subterrâneas e outras estruturas atribuídas aos povos Jê Meridionais. Durante os trabalhos de campo, foram aplicados métodos e técnicas de arqueologia na área de ampliação da lavra de areia, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos. Essa etapa integra o processo ambiental e tem como finalidade a proteção e salvaguarda do patrimônio arqueológico, considerado um bem nacional. Além das atividades em campo, foram realizadas ações de conscientização e divulgação, incluindo a distribuição de material informativo para os moradores das localidades próximas ao empreendimento, com o intuito de esclarecer dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. Como resultado dos caminhamentos e das escavações de poços-teste na área, não foram encontrados vestígios arqueológicos nesta pesquisa. no-repeat;left top;; auto |219 A equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico no município de Campo Alegre, Santa Catarina, para a ampliação de um empreendimento de mineração. Campo Alegre, emancipado em 1897, localiza-se na região da Mata Atlântica e historicamente serviu como ponto de passagem entre o Sul do Paraná e o Norte de Santa Catarina. O contexto ambiental, aliado aos padrões de ocupação humana pré-colonial, indica um alto potencial para a existência de sítios arqueológicos, especialmente aqueles associados aos grupos caçadores-coletores e às populações Jê Meridionais. no-repeat;left top;; auto Dados arqueológicos obtidos na região do Alto Iguaçu demonstram que os povos caçadores-coletores ocuparam o atual território do planalto meridional brasileiro há cerca de 11.000 anos. O entorno da área de estudo contém sítios arqueológicos relacionados ao povoamento inicial das terras altas do sul do Brasil, com vestígios da transição entre o Pleistoceno e o Holoceno, além de sítios lito-cerâmicos, casas subterrâneas e outras estruturas atribuídas aos povos Jê Meridionais. Durante os trabalhos de campo, foram aplicados métodos e técnicas de arqueologia na área de ampliação da lavra de areia, com o objetivo de identificar possíveis vestígios arqueológicos. Essa etapa integra o processo ambiental e tem como finalidade a proteção e salvaguarda do patrimônio arqueológico, considerado um bem nacional. Além das atividades em campo, foram realizadas ações de conscientização e divulgação, incluindo a distribuição de material informativo para os moradores das localidades próximas ao empreendimento, com o intuito de esclarecer dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas. Como resultado dos caminhamentos e das escavações de poços-teste na área, não foram encontrados vestígios arqueológicos nesta pesquisa. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica desenvolvida no município de Campo largo/PR

Estudo na região metropolitana de Curitiba revelou a existência de três sítios arqueológicos líticos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 204 Pesquisa conduzida pela Espaço Arqueologia no município de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, revelou no ano de 2023 a existência de três sítios arqueológicos líticos, denominados Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3. Estes sítios arqueológicos foram objeto de estudo pela mesma equipe, tendo em vista compreender a ocupação do território e a tecnologia aplicada na confecção de artefatos líticos. Essas ocupações pré-coloniais representam um avanço nas pesquisas arqueológicas na região, localizada no Planalto Meridional Brasileiro, com altitudes variam entre 500 e 1200 metros. A área também se destaca por uma transição ecológica relevante, marcada pela presença da Floresta Ombrófila Mista montana e da Floresta Ombrófila Mista alto-montana, fornecendo condições ambientais distintas que influenciaram as ocupações humanas pré-coloniais. Os sítios arqueológicos Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3 foram identificados entre topos e a meia encosta de colinas, abrangendo áreas entre 276 a 550 m². O material arqueológico consiste em vestígios líticos encontrado principalmente em superfície, muitos deles impactados por atividades agrícolas. no-repeat;left top;; auto As características dos contextos arqueológicos estudados, incluindo seus atributos estratigráficos, tecno-funcionalidade lítica, densidade e quantidade de bens arqueológicos e sua implantação na paisagem sugerem assentamentos de alta mobilidade, associados a uma economia de caça e coleta. Pequenos grupos humanos montavam seus acampamentos nesses locais e lascavam os materiais líticos disponíveis – quartzo -, produzindo instrumentos que permitiram raspar e cortar, principalmente madeira, que serviam tanto para o uso doméstico quanto para a caça. Essa interpretação é reforçada pela ausência de cerâmica e pela exploração oportunística de recursos líticos, baseada na produção de artefatos de uso temporário. A distância dos sítios em relação a fontes de água ressalta a importância de investigar áreas arqueológicas não tradicionais. Isso amplia o conhecimento sobre antigas ocupações humanas em locais menos estudados. A pesquisa também fortalece o potencial arqueológico de Campo Largo, contribuindo significativamente para a preservação do patrimônio histórico da região. Em agosto de 2024, ocorreu um encontro promovido pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia para divulgação dos resultados da pesquisa arqueológica com a comunidade local. O evento que contou com a presença de 70 estudantes do 8º ano do Colégio Estadual Professora Albina Novak Muginoski, buscou despertar o interesse dos estudantes pela história local. A iniciativa reforça o compromisso com a Educação Patrimonial e o diálogo entre ciência e sociedade. no-repeat;left top;; auto | Estudo na região metropolitana de Curitiba revelou a existência de três sítios arqueológicos líticos left #ffffff no-repeat;left top;; auto 204 Pesquisa conduzida pela Espaço Arqueologia no município de Campo Largo, região metropolitana de Curitiba, revelou no ano de 2023 a existência de três sítios arqueológicos líticos, denominados Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3. Estes sítios arqueológicos foram objeto de estudo pela mesma equipe, tendo em vista compreender a ocupação do território e a tecnologia aplicada na confecção de artefatos líticos. Essas ocupações pré-coloniais representam um avanço nas pesquisas arqueológicas na região, localizada no Planalto Meridional Brasileiro, com altitudes variam entre 500 e 1200 metros. A área também se destaca por uma transição ecológica relevante, marcada pela presença da Floresta Ombrófila Mista montana e da Floresta Ombrófila Mista alto-montana, fornecendo condições ambientais distintas que influenciaram as ocupações humanas pré-coloniais. Os sítios arqueológicos Ferraria 1, Ferraria 2 e Ferraria 3 foram identificados entre topos e a meia encosta de colinas, abrangendo áreas entre 276 a 550 m². O material arqueológico consiste em vestígios líticos encontrado principalmente em superfície, muitos deles impactados por atividades agrícolas. no-repeat;left top;; auto As características dos contextos arqueológicos estudados, incluindo seus atributos estratigráficos, tecno-funcionalidade lítica, densidade e quantidade de bens arqueológicos e sua implantação na paisagem sugerem assentamentos de alta mobilidade, associados a uma economia de caça e coleta. Pequenos grupos humanos montavam seus acampamentos nesses locais e lascavam os materiais líticos disponíveis – quartzo -, produzindo instrumentos que permitiram raspar e cortar, principalmente madeira, que serviam tanto para o uso doméstico quanto para a caça. Essa interpretação é reforçada pela ausência de cerâmica e pela exploração oportunística de recursos líticos, baseada na produção de artefatos de uso temporário. A distância dos sítios em relação a fontes de água ressalta a importância de investigar áreas arqueológicas não tradicionais. Isso amplia o conhecimento sobre antigas ocupações humanas em locais menos estudados. A pesquisa também fortalece o potencial arqueológico de Campo Largo, contribuindo significativamente para a preservação do patrimônio histórico da região. Em agosto de 2024, ocorreu um encontro promovido pela equipe de Educação Patrimonial da Espaço Arqueologia para divulgação dos resultados da pesquisa arqueológica com a comunidade local. O evento que contou com a presença de 70 estudantes do 8º ano do Colégio Estadual Professora Albina Novak Muginoski, buscou despertar o interesse dos estudantes pela história local. A iniciativa reforça o compromisso com a Educação Patrimonial e o diálogo entre ciência e sociedade. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica no município de São João da Barra/RJ

Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI left #ffffff no-repeat;left top;; auto 220 Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ. São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra. no-repeat;left top;; auto Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P.. Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento. As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental. Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro. no-repeat;left top;; auto | Avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI left #ffffff no-repeat;left top;; auto 220 Durante o mês de janeiro de 2025, a equipe de pesquisadores da Espaço Arqueologia executou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico para a implantação de uma planta industrial de produção de HBI (ferro briquetado a quente) na retroárea do distrito industrial de Porto do Açu, no município de São João da Barra/RJ. São João da Barra, localizado na mesorregião do Norte Fluminense, é um município do estado do Rio de Janeiro com aproximadamente 36.500 habitantes. Sua história é marcada inicialmente pela pesca, criação de gado, cultivo da cana-de-açúcar e atividade portuária. Elevado à categoria de vila em 1676, com o nome de São Pedro da Praia, recebeu o título de cidade em 1850, concedido pelo imperador Dom Pedro II, passando a se chamar São João da Barra. no-repeat;left top;; auto Os registros de ocupações humanas na região remontam ao Holoceno inicial, há cerca de 10.000 anos A. P. (Antes do Presente). Além dessas ocupações mais antigas, associadas a grupos de caçadores-coletores, há evidências de povos ceramistas que habitaram a área a partir do Holoceno tardio, cerca de 2.000 anos A. P.. Considerando que a cidade possui 14 sítios arqueológicos registrados em pesquisas anteriores, a execução desse projeto cumpre a legislação vigente, garantindo a prevenção de impactos sobre possíveis sítios arqueológicos na área do empreendimento. As inspeções realizadas no local incluíram a execução de linhas de caminhamento, escavações de poços-teste e coleta de dados geográficos, não sendo identificados novos vestígios arqueológicos. Além das inspeções, foram distribuídos materiais informativos à população local, esclarecendo dúvidas sobre os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas dentro do processo de licenciamento ambiental. Em suma, a pesquisa realizada em São João da Barra cumpriu um papel fundamental ao equilibrar desenvolvimento econômico e preservação do patrimônio arqueológico, contribuindo para a valorização e promoção dos bens culturais, que são parte do patrimônio do povo brasileiro. no-repeat;left top;; auto

Tecnologia de “pedra lascada” é identificada em novos sítios arqueológicos

Diferentes tipos de artefatos foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela nossa equipe left #ffffff no-repeat;left top;; auto 205 Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.” Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.” no-repeat;left top;; auto O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro. Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional. A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial. no-repeat;left top;; auto | Diferentes tipos de artefatos foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela nossa equipe left #ffffff no-repeat;left top;; auto 205 Diferentes tipos de artefatos produzidos em quartzo foram identificados em uma pesquisa recente realizada pela equipe de Arqueologia da Espaço. Segundo o arqueólogo e doutor Jedson Francisco Cerezer, são cinco novos sítios arqueológicos com instrumentos utilizados por grupos humanos que habitaram o Vale do Itajaí no período pré-colonial. De acordo com Cerezer, “os artefatos são todos produzidos com técnicas de percussão direta sobre o quartzo, gerando uma vasta gama de instrumentos, desde artefatos bifaciais, finamente elaborados, até núcleos para a obtenção de lascas.” Em termos geográficos, segundo o arqueólogo e doutor Raul Novasco, “a região estudada se localiza integralmente na região do litoral centro-norte de Santa Catarina, que, por sua vez, está situada dentro do domínio morfoclimático Mares de Morros, domínio este que acompanha todo o litoral brasileiro, apresentando relevo bastante irregular resultante de ações erosivas que ocorreram ao longo de milhões de anos.” no-repeat;left top;; auto O empreendimento imobiliário, que se encontra em fase de estudo de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico, compreende uma área de 141,16 hectares. Segundo o arqueólogo coordenador do projeto, doutor Valdir Schwengber, em atendimento à legislação vigente, é necessário que o empreendimento seja submetido ao adequado tratamento ambiental, que consiste no estabelecimento de medidas de caráter corretivo, mitigador ou compensatório, nas quais o estudo de Impacto Arqueológico é necessário para salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro. Também é tido como ponto importante a divulgação dos bens acautelados existentes no município, atividade que contou com material informativo elaborado especificamente para o projeto, tendo sido entregue aos moradores locais quando das conversas sobre a temática da arqueologia regional. A continuidade do processo se dará com a adoção de medidas para a salvaguarda do patrimônio arqueológico, podendo ser a sinalização e cercamento dos sítios arqueológicos, ou o resgate arqueológico que, por sua vez, permitirá compreender de forma técnica e científica aspectos ligados a ocupação do território e as tecnologias adotadas pelos grupos humanos do passado em um período pré-colonial. no-repeat;left top;; auto

Arqueologia preventiva no município de Pitanga/PR

Estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica left #ffffff no-repeat;left top;; auto 206 A equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu ao longo dos meses de setembro e outubro de 2024 os estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica, que será instalada no curso do Rio Pitanga, no município de Pitanga, Paraná. Os estudos consistiram em levantamentos secundários a partir da bibliografia especializada e atividades de campo. Os estudos bibliográficos, mais especificamente as consultas às bases de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), indicaram a existência de 10 sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. Entre esses, um se trata de um conjunto de 13 estruturas subterrâneas, associadas ao povoamento Jê do Sul; dois são compostos por material lítico e cerâmico da Tradição Itararé/Taquara; e os demais são sítios líticos. no-repeat;left top;; auto As pesquisas de campo, realizadas sobre as áreas de influência do empreendimento, ocorreram por meio de caminhamentos sistemáticos e prospecções de subsuperfície a partir da escavação de poços-teste. Como resultado dos estudos de campo, não foram identificados sítios arqueológicos na área da CGH. Além dos caminhamentos e prospecções de subsuperfície na área do empreendimento, foram realizadas conversas com moradores locais com o objetivo de informar sobre a realização da pesquisa, prestar esclarecimentos sobre a arqueologia regional e divulgar a existência de sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. no-repeat;left top;; auto | Estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica left #ffffff no-repeat;left top;; auto 206 A equipe de arqueologia da Espaço desenvolveu ao longo dos meses de setembro e outubro de 2024 os estudos de avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico nas áreas afetadas por uma Central Geradora Hidrelétrica, que será instalada no curso do Rio Pitanga, no município de Pitanga, Paraná. Os estudos consistiram em levantamentos secundários a partir da bibliografia especializada e atividades de campo. Os estudos bibliográficos, mais especificamente as consultas às bases de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), indicaram a existência de 10 sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. Entre esses, um se trata de um conjunto de 13 estruturas subterrâneas, associadas ao povoamento Jê do Sul; dois são compostos por material lítico e cerâmico da Tradição Itararé/Taquara; e os demais são sítios líticos. no-repeat;left top;; auto As pesquisas de campo, realizadas sobre as áreas de influência do empreendimento, ocorreram por meio de caminhamentos sistemáticos e prospecções de subsuperfície a partir da escavação de poços-teste. Como resultado dos estudos de campo, não foram identificados sítios arqueológicos na área da CGH. Além dos caminhamentos e prospecções de subsuperfície na área do empreendimento, foram realizadas conversas com moradores locais com o objetivo de informar sobre a realização da pesquisa, prestar esclarecimentos sobre a arqueologia regional e divulgar a existência de sítios arqueológicos registrados no município de Pitanga. no-repeat;left top;; auto

Estudo arqueológico em empreendimento rodoviário no Paraná

Espaço Arqueologia realiza estudo arqueológico sobre as áreas de influência de um empreendimento rodoviário em Arapoti/PR left #ffffff no-repeat;left top;; auto 188 Arapoti é um município situado no Estado do Paraná, entre os Campos Gerais e o Norte Pioneiro. Arapoti tem sua origem etimológica no tupi, significando “campos floridos”, e carrega uma significativa importância histórica, uma vez que integrava Jaguariaíva no século XVIII e servia como ponto de parada para tropeiros e bandeirantes que percorriam o antigo caminho de Sorocaba, que ligava São Paulo ao Rio Grande do Sul. Atualmente, Arapoti possui 129 sítios arqueológicos registrados junto ao IPHAN. Estes sítios englobam desde vestígios pré-coloniais de grupos caçadores-coletores e horticultores ceramistas até sítios históricos, como as ruínas da Fazenda Boa Vista. Este último corresponde à antiga sede de uma fazenda de pecuária bovina vinculada ao “Caminho das Tropas”, com possível ocupação no século XVIII. no-repeat;left top;; auto O contexto é complexo, uma vez que apresenta evidências da presença de diferentes grupos ao longo do tempo: desde caçadores-coletores antigos até horticultores ligados às famílias linguísticas Jê Meridional e Tupi-guarani, além dos luso-brasileiros em períodos mais recentes. O notável potencial arqueológico da região em que ocorrerá a implantação do Contorno Rodoviário de Arapoti, reforça ainda mais a necessidade de estudos de arqueologia preventiva em diferentes níveis de empreendimentos, contribuindo assim para a salvaguarda e preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. No caso da pesquisa executada pela Espaço Arqueologia, que contou com a escavação de poços-teste e verificações de superfície por toda a área do empreendimento, não foram identificados sítios arqueológicos. Além da investigação em campo, foram realizadas ações de divulgação do patrimônio acautelado e extroversão da pesquisa junto dos moradores do interior e área urbana de Arapoti. no-repeat;left top;; auto | Espaço Arqueologia realiza estudo arqueológico sobre as áreas de influência de um empreendimento rodoviário em Arapoti/PR left #ffffff no-repeat;left top;; auto 188 Arapoti é um município situado no Estado do Paraná, entre os Campos Gerais e o Norte Pioneiro. Arapoti tem sua origem etimológica no tupi, significando “campos floridos”, e carrega uma significativa importância histórica, uma vez que integrava Jaguariaíva no século XVIII e servia como ponto de parada para tropeiros e bandeirantes que percorriam o antigo caminho de Sorocaba, que ligava São Paulo ao Rio Grande do Sul. Atualmente, Arapoti possui 129 sítios arqueológicos registrados junto ao IPHAN. Estes sítios englobam desde vestígios pré-coloniais de grupos caçadores-coletores e horticultores ceramistas até sítios históricos, como as ruínas da Fazenda Boa Vista. Este último corresponde à antiga sede de uma fazenda de pecuária bovina vinculada ao “Caminho das Tropas”, com possível ocupação no século XVIII. no-repeat;left top;; auto O contexto é complexo, uma vez que apresenta evidências da presença de diferentes grupos ao longo do tempo: desde caçadores-coletores antigos até horticultores ligados às famílias linguísticas Jê Meridional e Tupi-guarani, além dos luso-brasileiros em períodos mais recentes. O notável potencial arqueológico da região em que ocorrerá a implantação do Contorno Rodoviário de Arapoti, reforça ainda mais a necessidade de estudos de arqueologia preventiva em diferentes níveis de empreendimentos, contribuindo assim para a salvaguarda e preservação do patrimônio arqueológico brasileiro. No caso da pesquisa executada pela Espaço Arqueologia, que contou com a escavação de poços-teste e verificações de superfície por toda a área do empreendimento, não foram identificados sítios arqueológicos. Além da investigação em campo, foram realizadas ações de divulgação do patrimônio acautelado e extroversão da pesquisa junto dos moradores do interior e área urbana de Arapoti. no-repeat;left top;; auto

Novos estudos subaquáticos são executados na Grande Florianópolis

Pesquisas foram executadas no âmbito de processos de licenciamento ambiental. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 190 A Ilha de Santa Catarina e seu entorno apresentam alto potencial para a ocorrência de sítios e vestígios arqueológicos depositados em ambientes submersos. Os naufrágios e vestígios relacionados ao período colonial e imperial do Brasil são os contextos que mais chamam atenção, contudo, de acordo com o Sistema de Informações de Naufrágios (SINAU), no município de Florianópolis estão registrados 31 (trinta e um) naufrágios, com datas que se estendem do século XVI até o século XXI. Além dos naufrágios, vestígios arqueológicos associados à ocupação pré-colonial também podem ser encontrados, como antigos sambaquis, que podem ter sido construídos na superfície de áreas que, atualmente, encontram-se abaixo do nível do mar. no-repeat;left top;; auto Dado esse potencial para a existência de contextos arqueológicos submersos, quando são previstos empreendimentos que atinjam, de alguma forma, o ambiente aquático (mar, lagoas e, eventualmente, alguns rios), é necessário que sejam executados estudos de Arqueologia Subaquática. No fim do ano de 2023, a equipe da Espaço Arqueologia executou estudos em Jurerê, previamente ao início das atividades de ampliação da faixa de areia da Praia. Dessa vez, os estudos ocorreram nas imediações da Beira Mar Continental (Florianópolis) e Beira Mar de Barreiros (São José), e estão associados à futuras obras de infraestrutura que ocorrerão nos municípios. Vale destacar que as pesquisas tiveram como delimitação poligonais pré-definidas para o estudo, que representam as áreas que serão utilizadas como jazida de areia para tais empreendimentos. Essas poligonais foram definidas respeitando certo distanciamento da Ponte Hercílio Luz e o ponto estimado de um naufrágio ali existente, e já conhecido na bibliografia. Para a execução da pesquisa, inicialmente foram realizados levantamentos de prospecção indireta, por meio de sonar de varredura lateral, utilizado para mapear o leito marinho. Com essa ação, foram identificados três pontos de atenção que aparecem como “anomalias” no gráfico apresentado pelo sonar. O segundo passo consistiu na realização dos mergulhos investigativos nos pontos em que foram identificadas as anomalias. Como resultado dos mergulhos constatou-se que uma das anomalias se trata de uma poita, estrutura de concreto utilizada atualmente por embarcações, e as outras duas correspondem a concentrações de rochas sem alterações antrópicas. Além das pesquisas de arqueologia subaquática, foram realizadas prospecções em ambiente terrestre e atividades de divulgação da pesquisa junto à comunidade local. Não foram identificados contextos arqueológicos em ambiente terrestre ou subaquático, contudo, além de contribuir para o mapeamento desses locais, a pesquisa também permitiu a validação do método aplicado nesse tipo de pesquisa. no-repeat;left top;; auto | Pesquisas foram executadas no âmbito de processos de licenciamento ambiental. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 190 A Ilha de Santa Catarina e seu entorno apresentam alto potencial para a ocorrência de sítios e vestígios arqueológicos depositados em ambientes submersos. Os naufrágios e vestígios relacionados ao período colonial e imperial do Brasil são os contextos que mais chamam atenção, contudo, de acordo com o Sistema de Informações de Naufrágios (SINAU), no município de Florianópolis estão registrados 31 (trinta e um) naufrágios, com datas que se estendem do século XVI até o século XXI. Além dos naufrágios, vestígios arqueológicos associados à ocupação pré-colonial também podem ser encontrados, como antigos sambaquis, que podem ter sido construídos na superfície de áreas que, atualmente, encontram-se abaixo do nível do mar. no-repeat;left top;; auto Dado esse potencial para a existência de contextos arqueológicos submersos, quando são previstos empreendimentos que atinjam, de alguma forma, o ambiente aquático (mar, lagoas e, eventualmente, alguns rios), é necessário que sejam executados estudos de Arqueologia Subaquática. No fim do ano de 2023, a equipe da Espaço Arqueologia executou estudos em Jurerê, previamente ao início das atividades de ampliação da faixa de areia da Praia. Dessa vez, os estudos ocorreram nas imediações da Beira Mar Continental (Florianópolis) e Beira Mar de Barreiros (São José), e estão associados à futuras obras de infraestrutura que ocorrerão nos municípios. Vale destacar que as pesquisas tiveram como delimitação poligonais pré-definidas para o estudo, que representam as áreas que serão utilizadas como jazida de areia para tais empreendimentos. Essas poligonais foram definidas respeitando certo distanciamento da Ponte Hercílio Luz e o ponto estimado de um naufrágio ali existente, e já conhecido na bibliografia. Para a execução da pesquisa, inicialmente foram realizados levantamentos de prospecção indireta, por meio de sonar de varredura lateral, utilizado para mapear o leito marinho. Com essa ação, foram identificados três pontos de atenção que aparecem como “anomalias” no gráfico apresentado pelo sonar. O segundo passo consistiu na realização dos mergulhos investigativos nos pontos em que foram identificadas as anomalias. Como resultado dos mergulhos constatou-se que uma das anomalias se trata de uma poita, estrutura de concreto utilizada atualmente por embarcações, e as outras duas correspondem a concentrações de rochas sem alterações antrópicas. Além das pesquisas de arqueologia subaquática, foram realizadas prospecções em ambiente terrestre e atividades de divulgação da pesquisa junto à comunidade local. Não foram identificados contextos arqueológicos em ambiente terrestre ou subaquático, contudo, além de contribuir para o mapeamento desses locais, a pesquisa também permitiu a validação do método aplicado nesse tipo de pesquisa. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica na região de Ponta Grossa

Estudo realizado entre os municípios de Palmeira e Ponta Grossa, está vinculado a processo de Licenciamento Ambiental. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 191 Entre os meses de abril e maio de 2024 a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico nas áreas de influência de uma rodovia que passará por obras de melhoria e aumento de capacidade. A área de estudo transpassa os cursos dos rios Capivari, Caniú e Arroio Sutil, todos tributários da margem esquerda do Rio Tibagi. A região, de alto potencial arqueológico, apresenta relevo suave, característico das áreas de campos de altitude do Segundo Planalto Paranaense. De acordo com o arqueólogo coordenador de campo da pesquisa, Oscar Pozzebon, “os estudos realizados na região no âmbito de outros projetos demonstram o grande potencial para a ocorrência de sítios pré-coloniais lito-cerâmicos ou formados por abrigos sob rocha com pinturas rupestres. Também há registros de sítios arqueológicos históricos, relacionados às primeiras fazendas e vilas instaladas sobre os Campos.” no-repeat;left top;; auto O arqueólogo complementa informando que “tais sítios geralmente estão implantados nos topos das vertentes, próximos das nascentes, ou à margem dos rios, locais estratégicos para obtenção de recursos fundamentais à subsistência.” Valdir Schwengber, coordenador geral do projeto explica que, em estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico toda a área destinada aos empreendimentos é investigada, contudo, aquelas elencadas como sendo de maior potencial recebem maior atenção. Conforme detalha o arqueólogo, “Com a intensificação das intervenções em áreas de médio e alto potencial, busca-se alcançar maior eficiência na pesquisa arqueológica que, nesse contexto, tem como objetivo a identificação de sítios arqueológicos que eventualmente existam nas áreas de influência dos empreendimentos”. Na pesquisa em questão foi aplicada uma malha de 292 poços-teste, distribuídos de forma concentrada nas áreas de maior potencial, e foram executados caminhamentos sistemáticos em toda a área que será afetada. Como resultado, não foram encontrados sítios arqueológicos inéditos ao longo do trecho investigado. Cumprindo com a função social da pesquisa, junto dos estudos de campo foram realizadas atividades de divulgação e esclarecimento acerca do patrimônio acautelado junto às comunidades localizadas nas imediações do empreendimento. Tal etapa também contribui para que seja difundido entre a comunidade a importância dos estudos relacionados ao Patrimônio Cultural no âmbito de processos de Licenciamento Ambiental. no-repeat;left top;; auto | Estudo realizado entre os municípios de Palmeira e Ponta Grossa, está vinculado a processo de Licenciamento Ambiental. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 191 Entre os meses de abril e maio de 2024 a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico nas áreas de influência de uma rodovia que passará por obras de melhoria e aumento de capacidade. A área de estudo transpassa os cursos dos rios Capivari, Caniú e Arroio Sutil, todos tributários da margem esquerda do Rio Tibagi. A região, de alto potencial arqueológico, apresenta relevo suave, característico das áreas de campos de altitude do Segundo Planalto Paranaense. De acordo com o arqueólogo coordenador de campo da pesquisa, Oscar Pozzebon, “os estudos realizados na região no âmbito de outros projetos demonstram o grande potencial para a ocorrência de sítios pré-coloniais lito-cerâmicos ou formados por abrigos sob rocha com pinturas rupestres. Também há registros de sítios arqueológicos históricos, relacionados às primeiras fazendas e vilas instaladas sobre os Campos.” no-repeat;left top;; auto O arqueólogo complementa informando que “tais sítios geralmente estão implantados nos topos das vertentes, próximos das nascentes, ou à margem dos rios, locais estratégicos para obtenção de recursos fundamentais à subsistência.” Valdir Schwengber, coordenador geral do projeto explica que, em estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico toda a área destinada aos empreendimentos é investigada, contudo, aquelas elencadas como sendo de maior potencial recebem maior atenção. Conforme detalha o arqueólogo, “Com a intensificação das intervenções em áreas de médio e alto potencial, busca-se alcançar maior eficiência na pesquisa arqueológica que, nesse contexto, tem como objetivo a identificação de sítios arqueológicos que eventualmente existam nas áreas de influência dos empreendimentos”. Na pesquisa em questão foi aplicada uma malha de 292 poços-teste, distribuídos de forma concentrada nas áreas de maior potencial, e foram executados caminhamentos sistemáticos em toda a área que será afetada. Como resultado, não foram encontrados sítios arqueológicos inéditos ao longo do trecho investigado. Cumprindo com a função social da pesquisa, junto dos estudos de campo foram realizadas atividades de divulgação e esclarecimento acerca do patrimônio acautelado junto às comunidades localizadas nas imediações do empreendimento. Tal etapa também contribui para que seja difundido entre a comunidade a importância dos estudos relacionados ao Patrimônio Cultural no âmbito de processos de Licenciamento Ambiental. no-repeat;left top;; auto

Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento

O Professor Luiz Oosterbeek traz uma reflexão sobre o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 193 A convite da Espaço, o Professor Luiz Oosterbeek traz uma reflexão em vídeo, sobre o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. Luiz Oosterbeek é Presidente do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas, titular da Cátedra UNESCO-IPT em Humanidades e Gestão Cultural Integrada do Território. No dia 21 de maio, o mundo comemora o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, uma data que destaca a importância de promover a diversidade cultural, o diálogo intercultural e o desenvolvimento sustentável. no-repeat;left top;; auto Instituída pela UNESCO, esta celebração nos convida a refletir sobre o papel crucial que a diversidade cultural desempenha na construção de sociedades inclusivas, justas e resilientes. A diversidade cultural é uma força vital que impulsiona a criatividade, a inovação e o desenvolvimento econômico. Ela nos permite aprender com as diferentes perspectivas e tradições, enriquecendo nossas vidas e fortalecendo nossas comunidades. No entanto, para que essa riqueza seja plenamente aproveitada, é essencial promover o diálogo e a compreensão mútua entre diferentes culturas. A diversidade cultural é considerada um patrimônio comum da humanidade. É um recurso que precisa ser protegido e promovido para o benefício de todas as gerações. no-repeat;left top;; auto | O Professor Luiz Oosterbeek traz uma reflexão sobre o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 193 A convite da Espaço, o Professor Luiz Oosterbeek traz uma reflexão em vídeo, sobre o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento. Luiz Oosterbeek é Presidente do Conselho Internacional de Filosofia e Ciências Humanas, titular da Cátedra UNESCO-IPT em Humanidades e Gestão Cultural Integrada do Território. No dia 21 de maio, o mundo comemora o Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo e o Desenvolvimento, uma data que destaca a importância de promover a diversidade cultural, o diálogo intercultural e o desenvolvimento sustentável. no-repeat;left top;; auto Instituída pela UNESCO, esta celebração nos convida a refletir sobre o papel crucial que a diversidade cultural desempenha na construção de sociedades inclusivas, justas e resilientes. A diversidade cultural é uma força vital que impulsiona a criatividade, a inovação e o desenvolvimento econômico. Ela nos permite aprender com as diferentes perspectivas e tradições, enriquecendo nossas vidas e fortalecendo nossas comunidades. No entanto, para que essa riqueza seja plenamente aproveitada, é essencial promover o diálogo e a compreensão mútua entre diferentes culturas. A diversidade cultural é considerada um patrimônio comum da humanidade. É um recurso que precisa ser protegido e promovido para o benefício de todas as gerações. no-repeat;left top;; auto

Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em Paranaguá, Paraná

Estudos foram desenvolvidos nas áreas de influência de empreendimento de transmissão de energia elétrica. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 194 No mês de maio de 2024 a equipe da Espaço Arqueologia executou atividades de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em toda a extensão de uma linha de distribuição de alta tensão (LDAT) que será instalada no município de Paranaguá. Com 3,4 km de extensão total, a LDAT será instalada entre a subestação Posto Fiscal, situada às margens da Rodovia PR-277 e seguirá pela margem esquerda do rio Emboguaçu Mirim até atingir seu ponto final. As áreas de influência da LDAT caracterizam-se pelo seu alto potencial arqueológico, que é caracterizado pela existência de vários sambaquis mapeados, principalmente, nas margens da baía de Paranaguá, na foz de rios como Emboguaçu, Emboguaçu Mirim, Itiberê e outros. no-repeat;left top;; auto Como resultado da pesquisa não foram identificados sítios arqueológicos inéditos. Contudo, como parte das ações de campo, foi promovida a divulgação dos sítios arqueológicos existentes nas imediações da LDAT e foram realizados esclarecimentos junto à comunidade local, tendo como objeto a pesquisa e o contexto arqueológico da região. Cabe ressaltar que estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico estão associados a processos de licenciamento ambiental de empreendimentos, e visam o cumprimento da legislação vigente que trata da proteção do Patrimônio Arqueológico, como as Leis n° 3924/61 e 9605/98. no-repeat;left top;; auto | Estudos foram desenvolvidos nas áreas de influência de empreendimento de transmissão de energia elétrica. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 194 No mês de maio de 2024 a equipe da Espaço Arqueologia executou atividades de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico em toda a extensão de uma linha de distribuição de alta tensão (LDAT) que será instalada no município de Paranaguá. Com 3,4 km de extensão total, a LDAT será instalada entre a subestação Posto Fiscal, situada às margens da Rodovia PR-277 e seguirá pela margem esquerda do rio Emboguaçu Mirim até atingir seu ponto final. As áreas de influência da LDAT caracterizam-se pelo seu alto potencial arqueológico, que é caracterizado pela existência de vários sambaquis mapeados, principalmente, nas margens da baía de Paranaguá, na foz de rios como Emboguaçu, Emboguaçu Mirim, Itiberê e outros. no-repeat;left top;; auto Como resultado da pesquisa não foram identificados sítios arqueológicos inéditos. Contudo, como parte das ações de campo, foi promovida a divulgação dos sítios arqueológicos existentes nas imediações da LDAT e foram realizados esclarecimentos junto à comunidade local, tendo como objeto a pesquisa e o contexto arqueológico da região. Cabe ressaltar que estudos de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico estão associados a processos de licenciamento ambiental de empreendimentos, e visam o cumprimento da legislação vigente que trata da proteção do Patrimônio Arqueológico, como as Leis n° 3924/61 e 9605/98. no-repeat;left top;; auto