Instrumentos feitos em pedra são encontrados em pesquisa arqueológica

Os artefatos líticos, como são conhecidos, foram identificados no Paraná left #ffffff no-repeat;left top;; auto 132 A avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico é uma das etapas da pesquisa arqueológica e acontece em áreas para implantação de empreendimentos, como é o caso de uma pequena central hidrelétrica (PCH). Nesse contexto, a mobilização da equipe da Espaço Arqueologia no vale do rio Goioerê, no Paraná, resultou até o momento na identificação de dois sítios arqueológicos. Os sítios, compostos por artefatos líticos, podem estar relacionados à grupos humanos que ocuparam a região do planalto meridional brasileiro desde 11.000 anos antes do presente. Nas áreas estudadas, os pesquisadores encontraram materiais como raspadores e cortadores, lascas, lâminas e blocos com marcas de retiradas. Esses tipos de sítios correspondem aos já encontrados na região, que conta com registros em locais de relevo relativamente plano, com suaves ondulações, nas proximidades de corpos hídricos como rios e ribeirões. no-repeat;left top;; auto Esses ambientes eram estrategicamente escolhidos pelos grupos humanos do passado para montar um acampamento ou mesmo uma área de ocupação mais estável, onde poderiam aproveitar os recursos oferecidos para a satisfação das necessidades do grupo, principalmente se tratando de alimentação, a partir da caça de animais terrestres, de aves e também da pesca. Os instrumentos encontrados nas áreas dos sítios arqueológicos foram elaborados a partir de técnicas de percussão das rochas para obtenção de gumes cortantes e, dessa forma, conseguir instrumentos que pudessem auxiliar nas tarefas de preparação da caça, com a retirada do couro ou escamas e o corte da carne para o cozimento. As pesquisas estão em fase inicial de identificação, levantamento dos aspectos materiais, principais características e, fundamentalmente, o registro junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Um dos primeiros resultados positivos está ligado ao fato de esses dois sítios arqueológicos recém encontrados serem os primeiros registrados nos municípios de Moreira Sales e Tuneiras do Oeste, no Paraná. A partir dessa etapa primária, outras etapas de pesquisa serão planejadas e executadas, objetivando sempre extrair o máximo de informações sobre os sítios e também promover a preservação dos materiais arqueológicos, transformando a pesquisa em conhecimento para a comunidade. Dentro dessa perspectiva, nesta primeira etapa de campo, atividades de divulgação da pesquisa junto à comunidade local estavam na agenda da equipe. Nestas atividades, conforme previsto no projeto, os pesquisadores percorreram a comunidade tanto no meio urbano, como no meio rural, para apresentar as informações sobre a pesquisa arqueológica e os bens protegidos por lei. Para reforçar as explicações, foram distribuídos materiais informativos compostos por folders. Os materiais foram elaborados a partir de conteúdos que abordam os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas no licenciamento ambiental e também com informações sobre o contexto arqueológico regional, além da disponibilização do endereço eletrônico para acesso à página da Espaço Arqueologia na internet, onde os interessados podem encontrar diversas informações sobre essa e outras pesquisas arqueológicas. no-repeat;left top;; auto | Os artefatos líticos, como são conhecidos, foram identificados no Paraná left #ffffff no-repeat;left top;; auto 132 A avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico é uma das etapas da pesquisa arqueológica e acontece em áreas para implantação de empreendimentos, como é o caso de uma pequena central hidrelétrica (PCH). Nesse contexto, a mobilização da equipe da Espaço Arqueologia no vale do rio Goioerê, no Paraná, resultou até o momento na identificação de dois sítios arqueológicos. Os sítios, compostos por artefatos líticos, podem estar relacionados à grupos humanos que ocuparam a região do planalto meridional brasileiro desde 11.000 anos antes do presente. Nas áreas estudadas, os pesquisadores encontraram materiais como raspadores e cortadores, lascas, lâminas e blocos com marcas de retiradas. Esses tipos de sítios correspondem aos já encontrados na região, que conta com registros em locais de relevo relativamente plano, com suaves ondulações, nas proximidades de corpos hídricos como rios e ribeirões. no-repeat;left top;; auto Esses ambientes eram estrategicamente escolhidos pelos grupos humanos do passado para montar um acampamento ou mesmo uma área de ocupação mais estável, onde poderiam aproveitar os recursos oferecidos para a satisfação das necessidades do grupo, principalmente se tratando de alimentação, a partir da caça de animais terrestres, de aves e também da pesca. Os instrumentos encontrados nas áreas dos sítios arqueológicos foram elaborados a partir de técnicas de percussão das rochas para obtenção de gumes cortantes e, dessa forma, conseguir instrumentos que pudessem auxiliar nas tarefas de preparação da caça, com a retirada do couro ou escamas e o corte da carne para o cozimento. As pesquisas estão em fase inicial de identificação, levantamento dos aspectos materiais, principais características e, fundamentalmente, o registro junto ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Um dos primeiros resultados positivos está ligado ao fato de esses dois sítios arqueológicos recém encontrados serem os primeiros registrados nos municípios de Moreira Sales e Tuneiras do Oeste, no Paraná. A partir dessa etapa primária, outras etapas de pesquisa serão planejadas e executadas, objetivando sempre extrair o máximo de informações sobre os sítios e também promover a preservação dos materiais arqueológicos, transformando a pesquisa em conhecimento para a comunidade. Dentro dessa perspectiva, nesta primeira etapa de campo, atividades de divulgação da pesquisa junto à comunidade local estavam na agenda da equipe. Nestas atividades, conforme previsto no projeto, os pesquisadores percorreram a comunidade tanto no meio urbano, como no meio rural, para apresentar as informações sobre a pesquisa arqueológica e os bens protegidos por lei. Para reforçar as explicações, foram distribuídos materiais informativos compostos por folders. Os materiais foram elaborados a partir de conteúdos que abordam os procedimentos adotados nas pesquisas arqueológicas no licenciamento ambiental e também com informações sobre o contexto arqueológico regional, além da disponibilização do endereço eletrônico para acesso à página da Espaço Arqueologia na internet, onde os interessados podem encontrar diversas informações sobre essa e outras pesquisas arqueológicas. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica no rio dos Butiás, município de Candói/PR

Estudo faz parte do Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico de uma Central Geradora Hidrelétrica. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 113 De acordo com dados do IBGE, o município de Candói, localizado na região sul do estado do Paraná, possui 1513 km². Esse vasto território é dividido, quase que em proporções iguais, entre áreas de campos de relevo suave (parte leste do município) e as morrarias de vales encaixados (porção oeste do município). Essa diversidade de relevo, refletida na paisagem, também resulta em significativa diversidade ambiental. Nesse território, em que se destacam a margem direita do rio Iguaçu, os cursos dos rios Cavernoso, Candói e Jordão, e a área de transição ambiental entre campos/morros, formam-se diferentes zonas de obtenção de recursos naturais. Tais zonas, configuram-se, desde tempos mais remotos, em locais de grande interesse para as populações humanas, tornando-as, portanto, áreas de alto potencial arqueológico. no-repeat;left top;; auto Tal potencial arqueológico pode ser constatado na pesquisa realizada nas áreas afetadas por usinas hidrelétricas no rio Cavernoso, na qual foram identificados quatro sítios arqueológicos. Esses sítios, caracterizados como pré-coloniais, são compostos por fragmentos de cerâmica e artefatos líticos produzidos por populações da família linguística Jê Meridional. Considerando o alto potencial arqueológico da região, a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos na área de uma Central Geradora Hidrelétrica (CGH) localizada no curso do rio dos Butiás, tributário do rio Jordão. A área da pesquisa se situa integralmente nos domínios ambientais dos campos de relevo suave, hoje utilizados para o plantio de grãos. A partir de pesquisas realizadas em locais com características ambientais semelhantes, a equipe que realizou o estudo considerou as margens do rio e o entorno dos grandes banhados de elevação como as áreas de maior potencial arqueológico. Nesses locais, foram realizadas as pesquisas sistemáticas intensivas por meio da escavação de poços-teste e da execução de caminhamentos sistemáticos. Como resultado, nenhum sítio arqueológico foi identificado na área do empreendimento. Além das atividades de pesquisa realizadas na área do empreendimento, a equipe da Espaço Arqueologia também realizou ações de extroversão do Patrimônio Acautelado existente em Candói, as quais, foram direcionadas a moradores e instituições públicas do Município. no-repeat;left top;; auto | Estudo faz parte do Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico de uma Central Geradora Hidrelétrica. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 113 De acordo com dados do IBGE, o município de Candói, localizado na região sul do estado do Paraná, possui 1513 km². Esse vasto território é dividido, quase que em proporções iguais, entre áreas de campos de relevo suave (parte leste do município) e as morrarias de vales encaixados (porção oeste do município). Essa diversidade de relevo, refletida na paisagem, também resulta em significativa diversidade ambiental. Nesse território, em que se destacam a margem direita do rio Iguaçu, os cursos dos rios Cavernoso, Candói e Jordão, e a área de transição ambiental entre campos/morros, formam-se diferentes zonas de obtenção de recursos naturais. Tais zonas, configuram-se, desde tempos mais remotos, em locais de grande interesse para as populações humanas, tornando-as, portanto, áreas de alto potencial arqueológico. no-repeat;left top;; auto Tal potencial arqueológico pode ser constatado na pesquisa realizada nas áreas afetadas por usinas hidrelétricas no rio Cavernoso, na qual foram identificados quatro sítios arqueológicos. Esses sítios, caracterizados como pré-coloniais, são compostos por fragmentos de cerâmica e artefatos líticos produzidos por populações da família linguística Jê Meridional. Considerando o alto potencial arqueológico da região, a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos na área de uma Central Geradora Hidrelétrica (CGH) localizada no curso do rio dos Butiás, tributário do rio Jordão. A área da pesquisa se situa integralmente nos domínios ambientais dos campos de relevo suave, hoje utilizados para o plantio de grãos. A partir de pesquisas realizadas em locais com características ambientais semelhantes, a equipe que realizou o estudo considerou as margens do rio e o entorno dos grandes banhados de elevação como as áreas de maior potencial arqueológico. Nesses locais, foram realizadas as pesquisas sistemáticas intensivas por meio da escavação de poços-teste e da execução de caminhamentos sistemáticos. Como resultado, nenhum sítio arqueológico foi identificado na área do empreendimento. Além das atividades de pesquisa realizadas na área do empreendimento, a equipe da Espaço Arqueologia também realizou ações de extroversão do Patrimônio Acautelado existente em Candói, as quais, foram direcionadas a moradores e instituições públicas do Município. no-repeat;left top;; auto

Chapada Diamantina é cenário de estudo arqueológico

Licenciamento de empreendimento de energia eólica possibilitou a pesquisa. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 133 Nos últimos 10 anos, graças aos estudos vinculados ao licenciamento ambiental de empreendimentos de geração e transmissão de energia, novas contribuições foram geradas para a Arqueologia da região do semiárido da Bahia. Entre Xique-Xique e Gentio do Ouro, por exemplo, temos o mapeamento de um grande número de sítios de arte-rupestre, o estudo de sítios líticos pré-coloniais a céu aberto e o cadastro de estruturas históricas de grande importância para a comunidade regional. Ao passo que novas áreas são avaliadas para ampliar os parques de geração de energia, estudos de Arqueologia são demandados em áreas ainda não pesquisadas e, como consequência, regiões passam a ser conhecidas do ponto de vista arqueológico e do povoamento antigo. no-repeat;left top;; auto Esse é o caso de Seabra, Ibitiara e Novo Horizonte, localizados na região da Chapada Diamantina. Nesses municípios, a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Potencial de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (APIPA) no intuito de obter um quadro diagnóstico da arqueologia local. Até o momento não existem sítios arqueológicos registrados, o que demonstra a falta de estudos sistemáticos nos municípios, em específico. As pesquisas da Espaço Arqueologia se encontram em andamento, mas já é possível dizer que, como em Xique-Xique, essa região possui grande potencial para a existência de sítios arqueológicos com arte-rupestre pintada, além de registros históricos dos séculos XIX e XX associados às ocupações não-indígenas. no-repeat;left top;; auto | Licenciamento de empreendimento de energia eólica possibilitou a pesquisa. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 133 Nos últimos 10 anos, graças aos estudos vinculados ao licenciamento ambiental de empreendimentos de geração e transmissão de energia, novas contribuições foram geradas para a Arqueologia da região do semiárido da Bahia. Entre Xique-Xique e Gentio do Ouro, por exemplo, temos o mapeamento de um grande número de sítios de arte-rupestre, o estudo de sítios líticos pré-coloniais a céu aberto e o cadastro de estruturas históricas de grande importância para a comunidade regional. Ao passo que novas áreas são avaliadas para ampliar os parques de geração de energia, estudos de Arqueologia são demandados em áreas ainda não pesquisadas e, como consequência, regiões passam a ser conhecidas do ponto de vista arqueológico e do povoamento antigo. no-repeat;left top;; auto Esse é o caso de Seabra, Ibitiara e Novo Horizonte, localizados na região da Chapada Diamantina. Nesses municípios, a equipe da Espaço Arqueologia realizou estudos de Avaliação de Potencial de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (APIPA) no intuito de obter um quadro diagnóstico da arqueologia local. Até o momento não existem sítios arqueológicos registrados, o que demonstra a falta de estudos sistemáticos nos municípios, em específico. As pesquisas da Espaço Arqueologia se encontram em andamento, mas já é possível dizer que, como em Xique-Xique, essa região possui grande potencial para a existência de sítios arqueológicos com arte-rupestre pintada, além de registros históricos dos séculos XIX e XX associados às ocupações não-indígenas. no-repeat;left top;; auto

Patrimônio arqueológico no município de Pinhão, Paraná

Mais de 50 sítios arqueológicos foram mapeados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). left #ffffff no-repeat;left top;; auto 114 Pinhão está localizado na região centro sul do Paraná. Seu território abrange o domínio ambiental dos Campos de Guarapuava e, mais ao sul, o vale do rio Iguaçu. Até o momento, as pesquisas arqueológicas realizadas no município resultaram na identificação de 57 (cinquenta e sete) sítios arqueológicos. Todos esses sítios foram mapeados em projetos de Arqueologia Preventiva executados em áreas de usinas hidrelétricas. É um número expressivo de sítios arqueológicos registrados, os quais, ajudam a compor um quadro cultural e cronológico para a ocupação humana dessa região. Segundo o arqueólogo Lindomar Mafioletti Júnior, que recentemente realizou levantamentos bibliográficos acerca do contexto arqueológico de Pinhão, “alguns sítios, relacionados às populações de caçadores-coletores, são o registro das ocupações mais antigas, que podem chegar a 10 mil anos”. no-repeat;left top;; auto Ainda de acordo com o pesquisador, “mais numerosos são os sítios associados aos povos Jê Meridionais, que tem como principal elemento da cultura material, a cerâmica Itararé-Taquara. Há também alguns sítios atribuídos aos povos Guarani e, os mais recentes, que remetem às primeiras ocupações luso-brasileiras empreendidas nos Campos de Guarapuava”. No mês de janeiro de 2022, a equipe da Espaço Arqueologia esteve em Pinhão, para a execução de um Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de uma Central Geradora Hidrelétrica. Com os estudos realizados, nenhum sítio arqueológico inédito foi encontrado, contudo, a equipe pode constatar o alto potencial da região, atribuído em decorrência dos padrões ambientais verificados na paisagem da área pesquisada. Se você tem curiosidade de saber quais são os sítios arqueológicos e demais bens culturais acautelados presentes em sua região, acesse a plataforma do Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão do IPHAN (SICG IPHAN). Click no link abaixo, e acesse utilizando seu cadastro do Portal Gov.Br. https://sicg.iphan.gov.br/sicg/login no-repeat;left top;; auto | Mais de 50 sítios arqueológicos foram mapeados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). left #ffffff no-repeat;left top;; auto 114 Pinhão está localizado na região centro sul do Paraná. Seu território abrange o domínio ambiental dos Campos de Guarapuava e, mais ao sul, o vale do rio Iguaçu. Até o momento, as pesquisas arqueológicas realizadas no município resultaram na identificação de 57 (cinquenta e sete) sítios arqueológicos. Todos esses sítios foram mapeados em projetos de Arqueologia Preventiva executados em áreas de usinas hidrelétricas. É um número expressivo de sítios arqueológicos registrados, os quais, ajudam a compor um quadro cultural e cronológico para a ocupação humana dessa região. Segundo o arqueólogo Lindomar Mafioletti Júnior, que recentemente realizou levantamentos bibliográficos acerca do contexto arqueológico de Pinhão, “alguns sítios, relacionados às populações de caçadores-coletores, são o registro das ocupações mais antigas, que podem chegar a 10 mil anos”. no-repeat;left top;; auto Ainda de acordo com o pesquisador, “mais numerosos são os sítios associados aos povos Jê Meridionais, que tem como principal elemento da cultura material, a cerâmica Itararé-Taquara. Há também alguns sítios atribuídos aos povos Guarani e, os mais recentes, que remetem às primeiras ocupações luso-brasileiras empreendidas nos Campos de Guarapuava”. No mês de janeiro de 2022, a equipe da Espaço Arqueologia esteve em Pinhão, para a execução de um Projeto de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico na área de uma Central Geradora Hidrelétrica. Com os estudos realizados, nenhum sítio arqueológico inédito foi encontrado, contudo, a equipe pode constatar o alto potencial da região, atribuído em decorrência dos padrões ambientais verificados na paisagem da área pesquisada. Se você tem curiosidade de saber quais são os sítios arqueológicos e demais bens culturais acautelados presentes em sua região, acesse a plataforma do Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão do IPHAN (SICG IPHAN). Click no link abaixo, e acesse utilizando seu cadastro do Portal Gov.Br. https://sicg.iphan.gov.br/sicg/login no-repeat;left top;; auto

Arqueologia preventiva no Alto Tietê

Avaliação de impacto ao Patrimônio Arqueológico ocorreu em Suzano, região metropolitana de São Paulo left #ffffff no-repeat;left top;; auto 134 A etapa de pesquisa que consiste a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico está prevista na Instrução Normativa nº 001/2015, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e está ligado ao desenvolvimento de levantamentos bibliográficos e atividades de campo, incluindo ações de prospecções de superfície e subsuperfície no terreno. O objetivo dessa etapa é verificar se, nas áreas previstas para o empreendimento, há sítios arqueológicos e, caso haja, quais impactos podem ser gerados ao seu contexto. A realização desse estudo marca o cumprimento da Lei n° 3924/61, que protege os sítios arqueológicos, e da Lei n° 9605/98, que define como crime ambiental a destruição dos mesmos. Assim, buscando cumprir com a legislação vigente, uma equipe de arqueólogos da Espaço Arqueologia realizou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área de implantação de um empreendimento imobiliário, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. no-repeat;left top;; auto Situado no Alto Tietê, o local fica a leste da grande São Paulo. Lá, linhas de caminhamento sistemático e escavação de poços-teste não evidenciaram vestígios arqueológicos. Desse modo, a pré-história na região ainda se encontra em estudo. Mas, pela distribuição dos sítios cerâmicos já estudados no Alto Tietê, tudo indica que houve interações entre os grupos indígenas Tupi e Jê. Vasta porção de terras do hoje conhecido estado paulista, foi ocupado pelos Jê, enquanto os Tupi estabeleceram-se em quase todo o seu território, divididos em Tupinambás e Tupiniquins. Assim é possível dizer que, em tempos remotos, São Paulo havia se tornado uma região de fronteira entre grupos ceramistas pré-coloniais, tanto Tupiguarani, quanto Jê. no-repeat;left top;; auto | Avaliação de impacto ao Patrimônio Arqueológico ocorreu em Suzano, região metropolitana de São Paulo left #ffffff no-repeat;left top;; auto 134 A etapa de pesquisa que consiste a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico está prevista na Instrução Normativa nº 001/2015, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), e está ligado ao desenvolvimento de levantamentos bibliográficos e atividades de campo, incluindo ações de prospecções de superfície e subsuperfície no terreno. O objetivo dessa etapa é verificar se, nas áreas previstas para o empreendimento, há sítios arqueológicos e, caso haja, quais impactos podem ser gerados ao seu contexto. A realização desse estudo marca o cumprimento da Lei n° 3924/61, que protege os sítios arqueológicos, e da Lei n° 9605/98, que define como crime ambiental a destruição dos mesmos. Assim, buscando cumprir com a legislação vigente, uma equipe de arqueólogos da Espaço Arqueologia realizou a avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico na área de implantação de um empreendimento imobiliário, em Suzano, região metropolitana de São Paulo. no-repeat;left top;; auto Situado no Alto Tietê, o local fica a leste da grande São Paulo. Lá, linhas de caminhamento sistemático e escavação de poços-teste não evidenciaram vestígios arqueológicos. Desse modo, a pré-história na região ainda se encontra em estudo. Mas, pela distribuição dos sítios cerâmicos já estudados no Alto Tietê, tudo indica que houve interações entre os grupos indígenas Tupi e Jê. Vasta porção de terras do hoje conhecido estado paulista, foi ocupado pelos Jê, enquanto os Tupi estabeleceram-se em quase todo o seu território, divididos em Tupinambás e Tupiniquins. Assim é possível dizer que, em tempos remotos, São Paulo havia se tornado uma região de fronteira entre grupos ceramistas pré-coloniais, tanto Tupiguarani, quanto Jê. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa arqueológica em municípios mato-grossenses reforça a importância da região para o patrimônio arqueológico e histórico nacional

Um sítio inédito foi encontrado na região pelos pesquisadores da Espaço Arqueologia. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 115 Paranatinga é um município mato-grossense de grande riqueza cultural. Em seus limites atuais, há desde aldeias indígenas, como os povos Bakairi e Xavante, até ruinas da década de 1920, que remontam as missões do Marechal Cândido Rondon. A atuação do militar e sertanista, Rondon, foi imprescindível para a integração do estado do Mato Grosso com a então capital brasileira, Rio de Janeiro. Ele também incentivou a criação da reserva indígena conhecida hoje como Parque Nacional do Xingu. No território de Paranatinga há também 46 sítios arqueológicos registrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico Nacional (IPHAN). Dentre estes, destaca-se a gruta de Kamukuwaká, que é sagrada para os povos do Alto do Xingu, e foco do projeto de preservação coordenado pelos indígenas Wauja. no-repeat;left top;; auto O projeto de Registro e Conservação da Paisagem Cultural de Kamukuwaká foi um dos grandes vencedores do 33º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo IPHAN, no ano de 2021. A gruta abriga um histórico de rituais e a trajetória dos povos que vivem no Alto do Xingu, contada por meio de gravuras rupestres, que podem remeter a milênios. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui. Tombada como Patrimônio Cultural do Brasil, desde o ano de 2016, a gruta localiza-se hoje em uma área particular, numa fazenda às margens da cachoeira Salto, no rio Batovi, no município de Paranatinga. É neste rico contexto cultural que a equipe da Espaço Arqueologia realizou uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde será implantado uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), entre os municípios de Paranatinga e Primavera do Leste, no estado de Mato Grosso. Este tipo de pesquisa é fundamental para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, como também dos que ainda estão por ser descobertos, como é o caso de um sítio pré-colonial inédito, de tipologia lítica, identificado pela equipe no mês de fevereiro de 2022, na região de Paranatinga. Segundo o arqueólogo Ricardo Sampaio Mêra, o sítio inédito identificado nesta pesquisa, reforça a importância da região para o patrimônio histórico e cultural brasileiro. no-repeat;left top;; auto | Um sítio inédito foi encontrado na região pelos pesquisadores da Espaço Arqueologia. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 115 Paranatinga é um município mato-grossense de grande riqueza cultural. Em seus limites atuais, há desde aldeias indígenas, como os povos Bakairi e Xavante, até ruinas da década de 1920, que remontam as missões do Marechal Cândido Rondon. A atuação do militar e sertanista, Rondon, foi imprescindível para a integração do estado do Mato Grosso com a então capital brasileira, Rio de Janeiro. Ele também incentivou a criação da reserva indígena conhecida hoje como Parque Nacional do Xingu. No território de Paranatinga há também 46 sítios arqueológicos registrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artísitico Nacional (IPHAN). Dentre estes, destaca-se a gruta de Kamukuwaká, que é sagrada para os povos do Alto do Xingu, e foco do projeto de preservação coordenado pelos indígenas Wauja. no-repeat;left top;; auto O projeto de Registro e Conservação da Paisagem Cultural de Kamukuwaká foi um dos grandes vencedores do 33º Prêmio Rodrigo Melo Franco de Andrade, promovido pelo IPHAN, no ano de 2021. A gruta abriga um histórico de rituais e a trajetória dos povos que vivem no Alto do Xingu, contada por meio de gravuras rupestres, que podem remeter a milênios. Saiba mais sobre o projeto clicando aqui. Tombada como Patrimônio Cultural do Brasil, desde o ano de 2016, a gruta localiza-se hoje em uma área particular, numa fazenda às margens da cachoeira Salto, no rio Batovi, no município de Paranatinga. É neste rico contexto cultural que a equipe da Espaço Arqueologia realizou uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde será implantado uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), entre os municípios de Paranatinga e Primavera do Leste, no estado de Mato Grosso. Este tipo de pesquisa é fundamental para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, como também dos que ainda estão por ser descobertos, como é o caso de um sítio pré-colonial inédito, de tipologia lítica, identificado pela equipe no mês de fevereiro de 2022, na região de Paranatinga. Segundo o arqueólogo Ricardo Sampaio Mêra, o sítio inédito identificado nesta pesquisa, reforça a importância da região para o patrimônio histórico e cultural brasileiro. no-repeat;left top;; auto

Equipe avalia impacto ao patrimônio arqueológico no sul do Espírito Santo

Etapa da pesquisa aconteceu em Alegre, município capixaba. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 135 No início de outubro, uma equipe da Espaço Arqueologia esteve envolvida na avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico sobre a área para implantação de uma central geradora hidrelétrica (CGH), localizada às margens do Rio Itapemirim, mais precisamente no município de Alegre, Espírito Santo. Desde a concepção do projeto de pesquisa, a área do estudo foi tratada como de alto potencial arqueológico. Principalmente por se tratar de uma área que abrange recursos hídricos, condição vital para a sobrevivência humana, mas, também, considerando o contexto arqueológico regional que conta com o registro de cinco sítios arqueológicos, sendo quatro deles de tipologia lítico à céu aberto, compostos por materiais líticos lascados. Há também um sítio histórico denominado “Casarão Fazenda São José”, formado por um conjunto de estruturas arquitetônicas rurais como: casarão, depósito, paiol, curral, associados a materiais arqueológicos móveis, como fragmentos de louça e vidro datados do século XIX. no-repeat;left top;; auto Assim, munida dessas informações, a equipe de arqueologia empregou as técnicas de pesquisa sobre a área deste estudo, compostas por linhas de caminhamentos sistemáticos para as verificações da superfície e a escavação de poços-teste com cavadeira articulada manual, para as verificações da subsuperfície do terreno. Como resultado, não foram encontradas evidências arqueológicas nas áreas estudadas, no entanto, a pesquisa traz um saldo positivo, na medida em que contribui para o conhecimento sobre o panorama arqueológico regional. Paralelamente às pesquisas em campo, a equipe de arqueologia percorreu a comunidade visitando residências e estabelecimentos comerciais para divulgar informações sobre a pesquisa arqueológica e também sobre os bens culturais acautelados. Junto aos moradores locais, situados nas imediações da área da pesquisa, foi socializado o conhecimento sobre o contexto arqueológico regional. Além das informações verbais, os participantes das atividades de divulgação e esclarecimento sobre a pesquisa, receberam materiais didático-informativos, compostos por conteúdos relacionados ao desenvolvimento das pesquisas arqueológicas no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos, e informações voltadas a preservação do patrimônio arqueológico. no-repeat;left top;; auto | Etapa da pesquisa aconteceu em Alegre, município capixaba. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 135 No início de outubro, uma equipe da Espaço Arqueologia esteve envolvida na avaliação de impacto ao patrimônio arqueológico sobre a área para implantação de uma central geradora hidrelétrica (CGH), localizada às margens do Rio Itapemirim, mais precisamente no município de Alegre, Espírito Santo. Desde a concepção do projeto de pesquisa, a área do estudo foi tratada como de alto potencial arqueológico. Principalmente por se tratar de uma área que abrange recursos hídricos, condição vital para a sobrevivência humana, mas, também, considerando o contexto arqueológico regional que conta com o registro de cinco sítios arqueológicos, sendo quatro deles de tipologia lítico à céu aberto, compostos por materiais líticos lascados. Há também um sítio histórico denominado “Casarão Fazenda São José”, formado por um conjunto de estruturas arquitetônicas rurais como: casarão, depósito, paiol, curral, associados a materiais arqueológicos móveis, como fragmentos de louça e vidro datados do século XIX. no-repeat;left top;; auto Assim, munida dessas informações, a equipe de arqueologia empregou as técnicas de pesquisa sobre a área deste estudo, compostas por linhas de caminhamentos sistemáticos para as verificações da superfície e a escavação de poços-teste com cavadeira articulada manual, para as verificações da subsuperfície do terreno. Como resultado, não foram encontradas evidências arqueológicas nas áreas estudadas, no entanto, a pesquisa traz um saldo positivo, na medida em que contribui para o conhecimento sobre o panorama arqueológico regional. Paralelamente às pesquisas em campo, a equipe de arqueologia percorreu a comunidade visitando residências e estabelecimentos comerciais para divulgar informações sobre a pesquisa arqueológica e também sobre os bens culturais acautelados. Junto aos moradores locais, situados nas imediações da área da pesquisa, foi socializado o conhecimento sobre o contexto arqueológico regional. Além das informações verbais, os participantes das atividades de divulgação e esclarecimento sobre a pesquisa, receberam materiais didático-informativos, compostos por conteúdos relacionados ao desenvolvimento das pesquisas arqueológicas no âmbito do licenciamento ambiental de empreendimentos, e informações voltadas a preservação do patrimônio arqueológico. no-repeat;left top;; auto

Arqueologia preventiva em Itapoá/SC

Licenciamento ambiental tem contribuído para a salvaguarda do patrimônio cultural local. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 116 O contexto arqueológico do município de Itapoá, em Santa Catarina, evidencia uma ocupação humana bastante antiga, que remonta desde o período pré-colonial até o histórico. Os testemunhos materiais da época pré-colonial são representados pelos 16 sítios arqueológicos já mapeados na região, todos do tipo sambaqui, conforme o banco de dados do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, do IPHAN. Quanto ao contexto histórico de ocupação de europeus e/ou luso-brasileiros da região, onde se insere hoje o município de Itapoá, foram mapeados por Fossile e Bandeira (2013) cerca de 6 sítios arqueológicos. Além destes, destaca-se o sítio Estrada da Figueira, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia. O sítio, resgatado no ano de 2020, era composto por uma estrutura de engenho, à qual está associado a um contexto doméstico. O material arqueológico coletado, escavado e analisado indica se tratar de um engenho de farinha, construído e operado por descendentes de africanos escravizados, no qual a economia tinha como principal atividade a produção de farinha de mandioca, seguida da caça e da coleta de moluscos. no-repeat;left top;; auto É neste contexto arqueológico que a equipe da Espaço Arqueologia realizou, no mês de fevereiro de 2022, uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde serão implantados 2 (dois) empreendimentos imobiliários, no município catarinense de Itapoá. Segundo o arqueólogo Valdir Luiz Schwengber, este tipo de pesquisa é de extrema importância para evitar quaisquer danos a bens culturais ainda não conhecidos, bem como para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, além da realização de extroversão da pesquisa sobre os o patrimônio arqueológico já conhecido. Na presente pesquisa não foram encontrados novos sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto | Licenciamento ambiental tem contribuído para a salvaguarda do patrimônio cultural local. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 116 O contexto arqueológico do município de Itapoá, em Santa Catarina, evidencia uma ocupação humana bastante antiga, que remonta desde o período pré-colonial até o histórico. Os testemunhos materiais da época pré-colonial são representados pelos 16 sítios arqueológicos já mapeados na região, todos do tipo sambaqui, conforme o banco de dados do Cadastro Nacional de Sítios Arqueológicos, do IPHAN. Quanto ao contexto histórico de ocupação de europeus e/ou luso-brasileiros da região, onde se insere hoje o município de Itapoá, foram mapeados por Fossile e Bandeira (2013) cerca de 6 sítios arqueológicos. Além destes, destaca-se o sítio Estrada da Figueira, pesquisado pela equipe da Espaço Arqueologia. O sítio, resgatado no ano de 2020, era composto por uma estrutura de engenho, à qual está associado a um contexto doméstico. O material arqueológico coletado, escavado e analisado indica se tratar de um engenho de farinha, construído e operado por descendentes de africanos escravizados, no qual a economia tinha como principal atividade a produção de farinha de mandioca, seguida da caça e da coleta de moluscos. no-repeat;left top;; auto É neste contexto arqueológico que a equipe da Espaço Arqueologia realizou, no mês de fevereiro de 2022, uma pesquisa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico (PAIPA), prevista na Instrução Normativa do IPHAN nº 001/2015, em uma área onde serão implantados 2 (dois) empreendimentos imobiliários, no município catarinense de Itapoá. Segundo o arqueólogo Valdir Luiz Schwengber, este tipo de pesquisa é de extrema importância para evitar quaisquer danos a bens culturais ainda não conhecidos, bem como para a salvaguarda dos sítios arqueológicos já registrados, além da realização de extroversão da pesquisa sobre os o patrimônio arqueológico já conhecido. Na presente pesquisa não foram encontrados novos sítios arqueológicos. no-repeat;left top;; auto

Pesquisa traz informações sobre ocupações antigas do Vale do Ribeira

Conhecida pelas suas cavidades e natureza exuberante, Adrianópolis revela importante patrimônio arqueológico. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 117 O Vale do Ribeira, região entre o sul do estado de São Paulo e leste do Paraná, apresenta alto potencial arqueológico e foi objeto de diversas pesquisas no decorrer do último século. Em seus limites há sítios que remontam a época pré-colonial, desde grupos caçadores-coletores, construtores de sambaquis fluviais e ceramistas, até aqueles que ocuparam abrigos sob rocha (ou grutas), considerando a formação calcária daquele compartimento geológico. Assim sendo, no mês de fevereiro de 2022, a equipe da Espaço Arqueologia esteve em Adrianópolis, município paranaense do Vale do Ribeira, e pesquisou dois sítios pré-coloniais, localizados numa área de influência de uma empresa mineradora, os quais foram chamados de Adrianópolis 1 e 2. O primeiro é um sítio onde os pesquisadores encontraram em superfície material lítico lascado e fragmentos cerâmicos, associados a Tradição Itararé, e o segundo, constituído de materiais líticos lascados e um artefato polido, que indicam o contexto dos caçadores-coletores. no-repeat;left top;; auto De acordo com o arqueólogo Alessandro De Bona Mello, seguindo o padrão de assentamento de outros sítios pesquisados no município, esses foram encontrados em topos de morro, o que demonstra pertencerem a um passado bem antigo de ocupação humana da região. No momento, os materiais arqueológicos recolhidos nos sítios estão sendo analisados em laboratório e, logo que os resultados dessa etapa forem obtidos, serão socializados em nossos canais de comunicação. no-repeat;left top;; auto | Conhecida pelas suas cavidades e natureza exuberante, Adrianópolis revela importante patrimônio arqueológico. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 117 O Vale do Ribeira, região entre o sul do estado de São Paulo e leste do Paraná, apresenta alto potencial arqueológico e foi objeto de diversas pesquisas no decorrer do último século. Em seus limites há sítios que remontam a época pré-colonial, desde grupos caçadores-coletores, construtores de sambaquis fluviais e ceramistas, até aqueles que ocuparam abrigos sob rocha (ou grutas), considerando a formação calcária daquele compartimento geológico. Assim sendo, no mês de fevereiro de 2022, a equipe da Espaço Arqueologia esteve em Adrianópolis, município paranaense do Vale do Ribeira, e pesquisou dois sítios pré-coloniais, localizados numa área de influência de uma empresa mineradora, os quais foram chamados de Adrianópolis 1 e 2. O primeiro é um sítio onde os pesquisadores encontraram em superfície material lítico lascado e fragmentos cerâmicos, associados a Tradição Itararé, e o segundo, constituído de materiais líticos lascados e um artefato polido, que indicam o contexto dos caçadores-coletores. no-repeat;left top;; auto De acordo com o arqueólogo Alessandro De Bona Mello, seguindo o padrão de assentamento de outros sítios pesquisados no município, esses foram encontrados em topos de morro, o que demonstra pertencerem a um passado bem antigo de ocupação humana da região. No momento, os materiais arqueológicos recolhidos nos sítios estão sendo analisados em laboratório e, logo que os resultados dessa etapa forem obtidos, serão socializados em nossos canais de comunicação. no-repeat;left top;; auto

Arqueologia entre Goiás e Mato Grosso do Sul

Estudo resultou na identificação de dois sítios inéditos no vale do Rio Aporé. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 118 A pesquisa realizada pela equipe da Espaço Arqueologia no local em que futuramente será instalada uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), resultou na identificação de 2 sítios arqueológicos inéditos entre os municípios de Cassilândia (Mato Grosso do Sul) e Aporé (Goiás). Os sítios, ambos líticos pré-coloniais, estão localizados nas margens do Rio Aporé, e se caracterizam pela dispersão de materiais lascados na superfície, podendo estar associados aos antigos caçadores-coletores da região centro-oeste do Brasil. Os vestígios arqueológicos foram encontrados durante a etapa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico do empreendimento hidrelétrico e, posteriormente, poderão ser estudados em um Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico. Além do mapeamento dessa pesquisa, a base de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN registrou outros 3 sítios no município de Cassilândia (MS) e 4 sítios no município de Aporé (GO). no-repeat;left top;; auto Vale destacar que o Rio Aporé banha os estados de Mato Grosso do Sul e Goiás, servindo também de divisa natural entre estes dois estados. Ao longo de seu percurso, o rio contribui para a formação de uma paisagem com corredeiras, saltos e lajeados e ajuda a esculpir formas do relevo como terraços fluviais e praias de seixos. Do ponto de vista da pesquisa arqueológica, essas características do ambiente favoreceram o assentamento de grupos humanos desde tempos remotos. Recursos naturais como água, formas do relevo propícias para habitação ou acampamento temporário, e fontes de matéria-prima como afloramentos de rochas com propriedades favoráveis ao talhe para a confecção de instrumentos de caça, constituíam importantes elementos para o desenvolvimento das atividades dos grupos humanos que habitaram a região há pelo menos 11.000 anos atrás. Além das atividades de pesquisa, também foram realizadas ações de extroversão e divulgação dos bens acautelados pelo IPHAN presentes nos municípios. O público participante envolveu entidades públicas ligadas à cultura e educação, além da comunidade local. no-repeat;left top;; auto | Estudo resultou na identificação de dois sítios inéditos no vale do Rio Aporé. left #ffffff no-repeat;left top;; auto 118 A pesquisa realizada pela equipe da Espaço Arqueologia no local em que futuramente será instalada uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), resultou na identificação de 2 sítios arqueológicos inéditos entre os municípios de Cassilândia (Mato Grosso do Sul) e Aporé (Goiás). Os sítios, ambos líticos pré-coloniais, estão localizados nas margens do Rio Aporé, e se caracterizam pela dispersão de materiais lascados na superfície, podendo estar associados aos antigos caçadores-coletores da região centro-oeste do Brasil. Os vestígios arqueológicos foram encontrados durante a etapa de Avaliação de Impacto ao Patrimônio Arqueológico do empreendimento hidrelétrico e, posteriormente, poderão ser estudados em um Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico. Além do mapeamento dessa pesquisa, a base de dados do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN registrou outros 3 sítios no município de Cassilândia (MS) e 4 sítios no município de Aporé (GO). no-repeat;left top;; auto Vale destacar que o Rio Aporé banha os estados de Mato Grosso do Sul e Goiás, servindo também de divisa natural entre estes dois estados. Ao longo de seu percurso, o rio contribui para a formação de uma paisagem com corredeiras, saltos e lajeados e ajuda a esculpir formas do relevo como terraços fluviais e praias de seixos. Do ponto de vista da pesquisa arqueológica, essas características do ambiente favoreceram o assentamento de grupos humanos desde tempos remotos. Recursos naturais como água, formas do relevo propícias para habitação ou acampamento temporário, e fontes de matéria-prima como afloramentos de rochas com propriedades favoráveis ao talhe para a confecção de instrumentos de caça, constituíam importantes elementos para o desenvolvimento das atividades dos grupos humanos que habitaram a região há pelo menos 11.000 anos atrás. Além das atividades de pesquisa, também foram realizadas ações de extroversão e divulgação dos bens acautelados pelo IPHAN presentes nos municípios. O público participante envolveu entidades públicas ligadas à cultura e educação, além da comunidade local. no-repeat;left top;; auto